Livro: Faça Amor, Não Faça Jogo – Ique Carvalho

Hey pessoas!! Como vão??

 

Bom, o ano já começou faz um tempo e eu já comecei a colocar minha leitura em dia. Dentre os livros que já li até agora, eu decidi começar as resenhas do ano com o que tinha o melhor assunto de todos: amor.

O livro de hoje, além de ter sido escrito por um autor brasileiro, é cheinho de amor e lições de como deixar de lado essa moda de fazer joguinhos, de não se entregar aos sentimentos e viver ao máximo o que esse sentimento tão lindo tema nos oferecer.

Então, vamos a ele?

 

Faça Amor, Não Faça Jogo

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“Viver a plenitude do amor é o desejo senão de todas, ao menos da maioria das pessoas. Amar e ser amado incondicionalmente, contar com o apoio de alguém para as horas difíceis e para os momentos alegres, e saber que independentemente do que fazemos, alguém estará ao nosso lado simplesmente pelo que somos é o ideal de vida de muitos.
Viver esse amor na prática, no entanto, nem sempre é fácil. E é exatamente sobre felicidade, vida e amor que Ique Carvalho fala neste livro. O autor, que começou escrevendo em seu blog e já tocou o coração de milhares de pessoas que se envolveram e se emocionaram com suas palavras, descreve com perfeição o amor que muitos procuram e poucos realmente encontram. E ele fala do amor em todas as suas expressões: desde o romântico entre duas pessoas até o mais puro e verdadeiro dos laços familiares, que ele tem com seu pai e mentor.
Como as relações humanas são frágeis e complicadas, os relacionamentos tornam-se difíceis, o que nos faz buscar a felicidade nos lugares ou nas pessoas erradas. Mas o autor nos faz enxergar a vida de forma diferente. Faça amor, não faça jogo é um lembrete de que, no jogo do amor, não é necessário haver ganhadores ou perdedores. Basta olhar e aceitar novos paradigmas e acreditar no que diz seu coração. E vivenciar isso de verdade.”

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Eu tenho que ser sincera e dizer para vocês que eu não conhecia o Ique e talvez nem viesse a conhecer se não fosse a minha amiga Alê me arrastar para uma tarde de autógrafos na Livraria Cultura, em plena quarta-feira!

E olha que o livro a ser autografado nem era esse! Era o “Muito Amor, Por Favor”, que o Ique escreveu em conjunto com o Fred Elboni (Entenda Os Homens), Matheus Rocha (Neologismo) e Arthur Aguiar (ator e cantor) e sobre o qual vocês ainda vão ouvir falar por aqui, me aguardem!

Eu ainda nem li o livro que foi autografado, mas querem saber de uma coisa? Já valeu muito a pena porque foi nesse dia que a minha amiga me emprestou o livro do Ique e eu me apaixonei pela escrita e pelas ideias dele!

Em “Faça Amor, Não Faça Jogo” Ique traz um compilado de textos e poemas que falam de como ele enxerga e vive o amor. Ele também conta um pouco de sua relação com seu pai que, enquanto ele escrevia o livro, lutava contra um câncer e isso, em vez de dar um tom triste ou apelativo aos textos, deixou tudo mais bonito, sincero e com um tom meio autobiográfico. Você termina o livro sentindo que conhecia o pai do Ique.

Não sei se tudo sobre o que o Ique escreve aconteceu de fato, mas ele escreve com tanta simplicidade, que até eu me enxerguei nas palavras dele e esse nível de intimidade com o leitor é tão difícil de conseguir, quem escreve sabe… O livro tem apenas 223 páginas, mas a leitura é uma verdadeira montanha-russa!

Uma hora você está suspirando, querendo encontrar o amor do qual o Ique fala tão lindamente,  outra hora você está na fossa, em algum momento vai ter um sorriso bobo e sonhador estampado no rosto, em outro momento estará chorando baldes ou pode ser que tudo isso aconteça de uma só vez!

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Se, ao ler o título, você for ler o livro achando que ele vai ser um tipo de manual para lidar com o amor nesses tempos de cinismo, pode esquecer. “Faça Amor, Não Faça Jogo” é um livro feito para todos aqueles já dispostos abrirem seus corações e deixarem o amor entrar. É para quem está consciente do amor e não o despreza, gastando-o em competições para ver quem se importa menos.

O Ique ama lindamente, da forma que aprendeu com o seu pai, então, se você não estiver preparado para essa overdose de amor, nem leia!

E o mais legal deste livro é que você não precisa ler na sequência! Você pode deixá-lo na cabeceira da cama para visitá-lo sempre que estiver precisando de uma dose de inspiração! ❤

Bom, com tudo isso, qual o meu nível de amor por este livro?

5corações

Ó-B-V-I-O que seriam cinco corações, né?

Se você quiser comprar o seu, clique aqui. E se quiser conhecer o blog do Ique e seus outros textos, clique aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

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Livro: Bom Dia, Princesa! – Blue Jeans #BEDA18

Hey people, aqui é a Pâmella!!

 

E vamos para mais uma resenha do BEDA?? Vamoooos!!

Vocês já devem ter percebido que eu sou meio compulsiva quando se trata de livros, certo? O livro de hoje é mais um desses casos, só que dessa vez a compulsão não foi pelo livro em si, mas pela caneca que vinha junto com ele.

Estava eu lá, andando pela livraria, quando eu vejo um monte de canecas com esse livro próximo delas. Fiz eu o quê? Exatamente, caro explorador! Comprei o livro e ganhei a caneca. 🙂

O mais surpreendente foi que eu acabei gostando da história! Tanto, que resolvi compartilhá-la com vocês, então vem conhecer um pouco dela aqui…

Ps: Alerta de post GIGANTE! Hahahaha…

 

Bom dia, Princesa! – O Clube dos Incompreendidos 

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“Eles se conheceram há dois anos, quando mais precisavam de apoio, e formaram o CLUBE DOS INCOMPREENDIDOS. No entanto, algo mudou e agora já não sabem se podem contar uns com os outros. Valéria não sabe se, ao se deixar levar pelos seus sentimentos, pode trair sua melhor amiga; Bruno escreve cartas de amor que não dão resultado; Maria é o patinho feio que busca o seu lugar; Elisabete não está acostumada a ouvir não ; Raul não quer se equivocar desta vez; e Ester gostaria de gritar o seu amor aos quatro ventos. Amores transbordantes, dúvidas existenciais, segredos inconfessáveis e muita, muita diversão.” 

Esse livro é daquele tipo no qual cada capítulo é focado na história de um personagem diferente. O tipo de livro que eu adoro ler. Nesse caso aqui, são seis personagens e o desenrolar de suas histórias parece roteiro de novela, sabe? Como quando você está vendo cenas da vida de um personagem que mora no Rio de Janeiro e ele esta lá no meio do morro dançando pagode e comendo pastel e, de repente, está lá no Marrocos, dançando a dança dos sete véus no meio de umas ruínas para um estrangeiro (sim, eu peguei O Clone para usar de exemplo aqui, fazer o quê? Eu gostei dessa novela). Esse livro é mais ou menos assim, e foi bacana a forma como o autor fez essa mudança porque você não se sente perdido e nem demora para se situar na forma como a leitura ocorre. Você consegue ir lendo sem problema algum, diferente de Guerra dos Tronos que foi um parto para eu entender como funcionava a dinâmica de leitura.

Mas vamos lá, vou falar resumidamente da história e depois focar um pouco nos personagens.

O livro  conta a história de 6 adolescentes: Valéria, Bruno, Raul, Elisabete, Ester e Maria. Eles formam aquele grupinho de pessoas que o resto da escola decide ignorar e fingir que não existe, apesar de que, o Raul e a Elisabete são bem “populares” para o meu gosto.

Depois de terem que fazer terapia com o conselheiro escolar, eles acabam descobrindo que tem mais coisas em comum do que pensavam e acabam fundando O Clube dos Incompreendidos (é aquela velha história né? Cada louco tem seu semelhante e o amor é para todos <3). Uma história que até lembra aquele filme dos anos 80, Clube dos Cinco.

Durante dois anos eles fizeram reuniões do clube e acharam um meio de se ajudarem, cada um com sua particularidade e alguma coisa para poder superar, seja timidez ou um segredo super secreto (essa parte foi a MAIS FODÁSTICA DE TODAS). Eles começam a se ajudar, criam esquemas para as matérias em que são ruins, se ajudam em toda e qualquer situação e criam um vínculo de amizade bem forte.

Porém, passado algum tempo e com o amadurecimento de alguns personagens, surge uma questão que mexe um pouco com a dinâmica do grupo e eles terão que tentar resolvê-la junto com seus problemas pessoais.

Agora vamos conhecer um pouco dos personagens…

Elisabete é apaixonada por Raul, assim como Valéria (afinal, quem nunca teve uma paixonite pelo crush da best, não é mesmo?). Ela é aquela garota tipo líder de torcida e que sempre consegue o que quer, tem a personalidade bem forte e antes era o patinho feio da escola até seu corpo começar a mudar ela ficar toda linda aos olhos dos boys. Seu passado meio negro a persegue, porém, ela aprende a lidar com isso e começa a usar seu corpo e beleza como forma de ataque. A história dela é a que eu mais gostaria que tivesse um livro próprio, ela tem sérios problemas e eu adoraria ver como o autor iria lidar com eles.

Valéria (Val) é a amiga fofa que gosta de tudo e de todos e sempre concorda com tudo, mesmo não sendo o que ela gostaria de fazer e nunca se impondo. Ela também é apaixonada pelo Raul e é a melhor amiga de Elisabete, o que faz um contraste enorme devido às personalidades conflitantes das duas. Elas tem uma relação bem interessante de se acompanhar, afinal, amizade é isso: você se encaixa com pessoas que nunca passaram pela sua mente. A história da Val e da Eli é a mais complexa, porque existe aquela questão da confiança plena e o fato de não querer magoar o sentimento da outra parte, é algo que tem seu valor. Se você tem uma boa amiga ao seu lado, você se identifica com essas questões, começa a se colocar no lugar da Val e a se perguntar “e se fosse comigo, o que eu faria”?

Raul é o carinha popular, tanto dentro do grupo quanto fora. Ele tem aquelas qualidades que te fazem suspirar, sabe? É bonito, educado, dedicado, bom moço, aquele tipo de homem que só existe em livro mesmo. Ele também se encontra em um dilema particular. Depois de “experimentar” várias garotas, ele decide que é hora de sossegar e arrumar alguém para amar de verdade e passar o resto da vida. Porém, a escolha dele acaba surpreendendo a todos e criando várias situações constrangedoras no clube.

Bruno é aquele carinha que não é feio mas também não é bonito, porém, tem aquele charme que ninguém sabe explicar. Ele é apaixonado por uma de suas amigas do clube (quem nunca?), mas sem ser correspondido e com isso, ele começa a projetar essa “rejeição” em tudo na sua vida. Alguém precisa ensinar a ele como separar um pouco as coisas aí…

Ester é atleta do grupo, a que se dedica 110% em tudo o que faz e, como toda adolescente uma vez na vida já passou por isso, ela esta apaixonada pela pessoa errada. Claro (esse é um livro de pessoas ferradas, aceitem)! Ela parece perdida no meio do caos de ser a melhor atleta, melhor aluna, melhor filha, melhor amiga de todos e acaba ficando um pouco perdida. As coisas para Ester se complicam quando ela passa por uma situação bem séria e fica sem saber a quem recorrer. O autor aborda temas bastante complexos nesse livro, assuntos que agora estão começando a ser discutidos mas que não eram há um tempo atrás.

Maria é a garota mais tímida do grupo e a que tem mais questões pessoais para resolver. A história dela é uma das melhores, eu realmente fico muito feliz quando vejo que autores abordam alguns temas meio “tabu” em seus livros e Maria tem um segredo com relação a ela mesma que te faz ficar pensando o tempo todo sobre o que é e se é tão grave assim. O legal é que ela faz um pouco a linha Garota do Blog, onde ela escreve sobre o segredo dela sem se identificar. O mais bacana é que durante a leitura, aparece o link do blog dela onde você pode acompanhar o que ela escreve, o nome do blog é  Tenho Um Segredo (o blog está em espanhol) e você pode ir acompanhando enquanto lê o livro. Acho fantástico esses autores que criam um universo dentro do livro e trazem esse universo para fora dele, aumentando a sensação de realidade.

César é um personagem totalmente secundário no livro e que teve uma participação um pouco ridícula no filme mas ganhou o meu coração. Ele é a melhor pessoa da vida, aquele carinha super alto astral que te coloca lá em cima em qualquer situação e que também sabe ser amigo. Ele é super fofo e a minha vontade é a de ligar para o autor e pedir um livro só dele! ❤ #QueroUmCésarNaMinhaVida

O livro tem um filme, que eu achei meio sem graça. É bacaninha para assistir em um dia em que você não tem nada pra fazer e quer se distrair um pouco. Achei que a escolha dos atores não foi tão boa assim, não sei se é pelo fato do filme ser espanhol ou pelos atores serem novos, não achei o filme tão bom assim mas, de qualquer forma, vale a pena assisti-lo.

Confere o trailer aí:

A parte chata do livro é que tem continuação mas ainda não tem tradução brasileira e em todos os lugares que eu fui pesquisar, não tinha previsão de quando, ou se, iria ter. Péssima notícia para mim (e para vocês também), que quero saber o que acontece com os outros personagens.

FGha965

Nível de amor?

3corações

Só pelo fato de não ter continuação com tradução em português, ou uma previsão se vai ou não ter, vamos diminuir nosso nível de amor.

Você pode comprar o seu livro clicando aqui.

BEDA2016

AssinaturaPamella

 

 

 

 

Livro: Ps: Ainda Amo Você – Jenny Han #BEDA04

Hey people, aqui é a Pâmella!

 

E segura essa marimba, porque vai ter resenha no #BEDA2016, sim senhor!

A resenha de hoje é a continuação do livro Para Todos os Garotos que Já Amei (você pode ler a resenha clicando aqui) que eu estava ansiosíssima para ler, porém, deixou um pouquinho a desejar…

Vem saber o por quê:

***** ALERTA DE SPOILERS *****

P.S: Ainda Amo Você 

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“Lara Jean sempre teve uma vida amorosa muito movimentada, pelo menos na cabeça dela. Para cada garoto por quem se apaixonou e desapaixonou platonicamente, ela escreveu uma bela carta de despedida. Cartas muito dela, muito pessoais, que de repente e sem explicação foram parar nas mãos dos destinatários.
Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.
Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.” 

Na continuação de Para Todos os Garotos que já Amei, Lara Jean se encontra com mais problemas que o normal. Para quem nunca teve um relacionamento, começar com um de mentirinha e de repente ver que ele se tornou de ‘verdadinha’ pode ser um choque, ainda mais se você não tem ideia de como levar um relacionamento e se sentir ameaçada por sua ex melhor amiga que, por acaso, é a ex namorada do seu namorado. Confuso isso, não?

Depois de uma viagem de excursão com a escola e, como resultado dela ter um vídeo intimo seu exposto na rede, Lara Jean precisa ter a paciência e calma para lidar com a situação, afinal, quem quer ter “nudes” vazado na internet hoje em dia? Ninguém, certo?

Com toda essa complicação do vídeo, Lara se sente sozinha e sem o apoio do seu namorado, Peter Kavinsky, que insiste em ficar rondando sua ex, dizendo que ela está enfrentando alguns problemas e que não pode compartilhar com ninguém porque é segredo. Quero deixar bem claro que eu sou a favor de se manter uma amizade saudável com o ex, desde o relacionamento não tenha tido um final muito trágico para ambos, afinal, enquanto vocês estiveram juntos, vocês foram felizes e tem toda a questão da família que se apega e sofre junto e tal. Porém, eu sou contra ficar de segredinhos. Entende-se por relacionamento saudável saber lidar com a presença do ex ou poder conviver em harmonia e não virarem best friends depois que o relacionamento acabou. Acredito que nunca tenha visto esse tipo de situação, já vi melhores amigos virarem namorados, nunca o contrário. Confesso que essa amizade do Peter com a ex me deixou bastante incomodada, sei da questão da confiança, que ele afirma dizer que não ouve nada mas, você confia no seu homem, nunca na mulher que vive agarrada no pescoço dele, certo? E tudo nessa vida tem um limite.

E com isso, enquanto Lara Jean começa a ficar paranoica com a amizade de seu namorado, um crush do passado reaparece e começa a mexer com a cabela dela. Ah esses crushs que escolhem as piores (ou melhores) horas para reaparecer, não sei nem como me expressar sobre isso. Até porque, o que mais tem na minha vida é esse tipo de situação, quando eu estou de boa com alguém, surge lá um serumaninho do passado pra mexer com o psicológico. Ô raça essa viu, kkkkkkk.

Nesse tempo, Lara fica naquelas de tentar superar a humilhação pelo vídeo vazado, o ciumes da ex melhor amiga que também é ex namorada do boy magia e entender o que está sentindo pela paixão do passado.

A história tem tudo para ser bacana e te deixar hiper curioso para saber o que vai acontecer porém, achei o livro meio parado. Para uma história cheia de possibilidades não teve todo esse impacto e chega uma hora em que fica um pouco massante. Fora que o final é de decepcionar. O caso é, tiveram tantas críticas negativas em torno desse livro, que vai sair um terceiro (que eu, particularmente, não sei se quero ler). Resta saber se esse vai ser melhor ou não. Em comparação ao primeiro, faltou um pouco mais de entusiasmo na hora de escrever o livro aí, viu colega?

Fora isso, se você estiver muito curioso pra saber a continuação do primeiro livro, essa sequência acaba sendo válida. Decepcionante, mas válida…

Qual o nível de amor por “Ps: Ainda Amo Você”?

2corações

Eu sei que a culpa é nossa por colocar muita expectativa em algumas coisas mas, nesse caso aqui eu culpo a autora mesmo! Faltou entusiasmo para suprir essas expectativas.

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BEDA2016

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Livro: Um Presente da Tiffany – Melissa Hill

Hey people, aqui é a Pâmella.

 

Aqui estou eu nessa quinta-feira com mais uma resenha de livros para vocês e o livro de hoje eu não sei muito bem como classificar. Eu sou uma compradora compulsiva, eu sei disso e sei que deveria fazer uma terapia pra parar de comprar tantas coisas sem necessidade. Eu comprei este livro num impulso, vi na loja, achei o tom de azul da capa bonitinho, achei a sinopse bacaninha, fui lá e comprei!

Não sei dizer se eu estava sofrendo de uma ressaca literária quando comecei a lê-lo, se eu não estava numa vibe muito boa pra esse tipo de livro, não sei o que aconteceu direito mas, não morri de amores por ele não.

 

Um Presente da Tiffany 

“Véspera de Natal na Quinta Avenida: dois homens estão comprando presentes para as mulheres que amam. Gary quer dar para a namorada, Rachel, uma pulseira de berloques. Em parte, como agradecimento por ela ter pagado a viagem a Nova York durante as festas de fim de ano, mas principalmente porque ele deixou, como sempre, tudo para a última hora. Enquanto isso, Ethan está procurando algo mais especial — um anel de noivado para Vanessa, a mulher que conseguiu levar felicidade à sua vida e à de sua filha depois da morte da primeira esposa, que ele amava tanto. A vida desses dois casais acaba se cruzando por acidente. Quando as sacolas de compras dos dois homens se misturam sem que ninguém perceba, Rachel ganha o anel de noivado que seria de Vanessa, e encontrar a joia para entregá-la à sua legítima dona revela-se uma tarefa mais complicada do que Ethan imaginava. Será que o destino tem algo inesperado reservado para os casais? Ou será a magia da Tiffany que está no ar?”

Quando você lê a sinopse, você meio que já sabe o que esperar do livro, da história e tudo o que vai acontecer a partir dali. Isso não anima muito. Confesso que eu li os primeiros capítulos bem forçadamente, era eu pegar no livro e me dava sono, eu tinha preguiça até de abri-lo, tinha que ler e reler a mesma página diversas vezes, demorou para eu engatar e me interessar pela história mas, quando a coisa aconteceu, fluiu que foi uma beleza também.

Eu não sei o que eu faria para recuperar um anel caríssimo da Tiffany. Sério, entraria em pânico só de pensar em ter perdido algo tão valioso e caro e que eu ia dar de presente para outra pessoa. Pior ainda seria ver que a pessoa que “pegou” esse anel simplesmente não está nem aí e usa daquele ditado: “achado não é roubado, quem perdeu foi relaxado”, e ainda tira proveito da situação.

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Daisy, a filha de Ethan, se mostra a mais prática e inteligente da história toda, mesmo para uma garotinha de 8 anos de idade. Ela tem uma visão bem simples de como as coisas poderiam ser resolvidas, ela que dá vida e diversão à história.

Eu consigo entender o desejo do Ethan de dar uma mãe para a filha, de fazer com que ela tenha a família que merece, que uma presença feminina na vida dela seria bom, porém, ele não pensa em como isso teria impacto em sua própria vida.

Vanessa parece ser a pessoa perfeita, a mulher que cuida e adora sua filha, a que o ama e com a qual ele se sente confortável e tal mas, não sei.. Não simpatizei muito com ela. E o que ela faz na metade da história confirma que eu estava certa desde o começo. Mulheres sabem desde o começo quando uma outra mulher presta ou não (mesmo essa mulher sendo uma personagem literária, kkkk).

Uma pessoa que me surpreendeu na história foi Gary, ele é folgado, acomodado, não se importa com ninguém além de si mesmo e durante toda a história ele tem um segredo que parece ser terrível e, quando a gente vai ver, o segredo nem é tão terrível assim e ele ainda consegue surpreender a todos. Houve momentos durante a leitura em que eu pensava: pelo amor de Deus, alguém dá um tiro nesse sujeito”, porque ele faz o tipo cretino de ser, mas como a gente bem sabe, tem umas mulheres que gostam desse tipo, né?

Rachel se mostra ser toda meiga e fofinha e, desculpem pela forma de expressar, até meio burrinha mas, é outra que também tem seu momento “vocês acham que eu sou frágil e burra até que ponto?” e também tem um reviravolta bastante válida na história.

Confesso que o final me deixou chocada, no meio do caminho a história da uma reviravolta que quando o livro acaba, você fica lá pensando no que aconteceu com os personagens, será que eles foram realmente felizes para sempre? Será que Gary mudou? Será que o Ethan finalmente conseguiu fazer a coisa certa? Essas perguntas ficaram martelando na minha cabeça por uns dias antes de eu começar a ler o livro seguinte e, na minha opinião, é isso que faz com que você perceba se um livro valeu a pena ou não, pela vontade de continuar a leitura que ele desperta em você!

Apesar de o começo ter sido bastante monótono e cansativo pra mim, o andar da carruagem seguiu de forma bem gostosa e eu consegui apreciar a leitura. No final das contas, acabou valendo a pena. 😉

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Ah essa caixinha azul que é o sonho de consumo de toda mulher ❤

E agora, preparem-se! Vou fazer algo que, nunca na história do blog eu fiz! Vou deixar para vocês a primeira página do livro, só pra vocês ficarem com um gostinho de “quero saber o que acontece”. 😉

“Durante todo o dia — ou melhor, todo o mês — Ethan esteve preocupado com o que Daisy acharia daquilo. Especialmente porque aquela viagem para Nova York tinha um significado especial para ambos.

Mais cedo naquele dia, enquanto os dois tomavam uma xícara de chocolate quente em um café em Midtown, Ethan vira a filha cutucar um cupcake de limão com cobertura de glacê e soube que algo a preocupava. Como sua mãe sempre fizera, Daisy semicerrava os olhos e deslocava ligeiramente o maxilar para o lado quando se perdia em pensamentos.

— Você gostou da Times Square? — perguntou, sondando-a. — Gostou de todas aquelas luzes?

— É tudo tão lindo — respondeu Daisy, fazendo uma pausa para olhar o movimento da rua pela janela. — Mamãe dizia que Manhattan é como uma grande árvore de Natal nesta época do ano. Ela estava certa.

— Você lembra como sua mãe falava sobre isso, não é mesmo? — perguntou Ethan.

Ela abriu um pequeno sorriso.

— Sei que eu era pequena, mas adorava quando a mamãe contava essas coisas.

Ethan confirmou com um gesto de cabeça.

— É claro que ela estava certa quando disse que a cidade parece uma grande árvore de Natal. Sua mãe tinha razão sobre muitas coisas.

De repente, o significado de estar sentado com sua filha na cidade que a mãe dela tanto adorava invadiu Ethan e quase o fez perder o fôlego. Engoliu em seco, tentando retomar sua linha de pensamento.

— Sabe outra coisa sobre a qual sua mãe tinha razão? — acrescentou Ethan, e Daisy olhou-o com atenção, como sempre fazia quando ele falava sobre a mãe.

Ethan já reparara que sua filha ficava mais atenta quando ele oferecia uma peça do quebra-cabeça, cujas partes deviam parecer muito dispersas para ela; para ele, era como se a filha fosse uma espécie de arquivista, juntando e montando peças de um grande legado, colocando tudo em ordem.

— Sua mãe tinha razão quando disse que você se tornaria uma menina linda e brilhante — prosseguiu Ethan, com um sorriso.

Daisy sorriu e se virou novamente para a janela para olhar os transeuntes na movimentada Quinta Avenida na véspera do Natal.”

E então, gostaram da novidade? E qual é o meu nível de amor por “Um Presente da Tiffany“?

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Não vou ser injusta aqui, o livro não é de todo ruim!

Você pode comprar o seu clicando aqui.

E aí, estão esperando o que para comprarem o exemplar de vocês e descobrirem o que acontece com o anel?

AssinaturaPamella

Livro: A Herdeira – Kiera Cass

Hey pessoas!! Como vão??

 

Como já contei para vocês ano passado, sou muito fã dos livros da saga “A Seleção” escritos pela gênia da dona Kiera Cass, né? Então, dá para imaginar a festa que eu fiz quando meu querido paizinho me deu de presente de Natal (sim, Natal) o quarto livro da saga?

Quem conhece os três primeiros livros deve estar se perguntando: mas a história não acaba no terceiro livro? Meu caro explorador, a história de America Singer sim, mas o que temos em “A Herdeira” é o sonho de qualquer fã de sagas…

**** ALERTA DE SPOILERS PARA QUEM AINDA NÃO LEU OS OUTROS LIVROS D’A SELEÇÃO ****

A Herdeira

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“No quarto volume da série que já vendeu mais de 500 mil exemplares no Brasil, descubra o que vem depois do ‘felizes para sempre’.
Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais. Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.”

Olha, quando se trata dos livros da Dona Kiera, vocês sabem que eu não consigo escrever pouco, né? Mas vou tentar, hahaha…

Quando meu pai me deu “A Herdeira” eu fiquei muito feliz por ter em minhas mãos um dos poucos livros que contam o que acontece com uma história depois do “felizes para sempre”. Infelizmente, eu fiz a besteira de ler a sinopse deste livro sem querer antes de ler “A Escolha”, então eu já sabia com quem a America ia ficar.

Confesso que eu tinha expectativas bem baixas com relação a essa história porque, pra mim, era praticamente impossível que a Kiera conseguisse superar o nível de perfeição que ela já tinha atingido com os primeiros livros da série, principalmente tendo que começar com uma nova protagonista.

Pois bem, em “A Herdeira” conhecemos Eadlyn Schreave, filha mais velha de America e Maxon (agora rei e rainha) e futura sucessora do pai no trono. Mimada e durona, Eadlyn foi criada para ser uma líder, estudou uma vida inteira para governar seu país e não existe outra coisa ocupando sua cabeça.

A princípio, fica muito difícil criar empatia por ela porque, ao contrário de America, que nos conquista com seus conflitos, Eadlyn parece não precisar da simpatia de ninguém, nem mesmo da do leitor. E isso é tão irritante! A Eadlyn é mimada, grossa e se acha muito importante. Sério, como alguém criada pelo Maxon pode ser tão insuportável?

Bom, o povo de Iléa parece também ter dificuldades para aceitar sua futura rainha e o país vem passando por dificuldades de adaptação mesmo 20 anos após o fim das castas, o que vem gerando uma onda de protestos e rebeldia. Como tentativa de distrair o povo enquanto pensa em uma solução para o problema, Maxon resolve utilizar uma técnica infalível e bem conhecida dele: propõe que Eadlyn seja a primeira mulher a liderar uma Seleção.

Ela fica furiosa porque sabe que não precisa de um marido para ser capaz de governar o país, já que estudou a vida inteira para isso, e também fica em pânico por ter sua privacidade invadida assim, de uma hora para a outra. Depois de muita insistência do pai, eles acabam entrando em um acordo e Eadlyn aceita participar da Seleção, com a condição de que se em três meses não encontrar seu príncipe, pode terminar a competição sem escolher ninguém. Moleza para alguém tão sem coração feito ela, né?

Acontece que, no decorrer do livro, Eadlyn acaba se surpreendendo ao conhecer seus Selecionados (um dos quais ela conhece desde criança) e nos surpreendendo também ao descobrir que seu coração está lá, batendo e pronto para mostrar a ela que deixá-lo no comando de vez em quando, pode ser uma boa ideia. À medida que ela conhece os Selecionados, vai ficando mais difícil não se deixar envolver com eles e isso acontece com quem está lendo também, já que alguns dos rapazes são encantadores!

Então, do meio para o fim do livro, eu acabei deixando de implicar com a Eadlyn e comecei a entender um pouco mais dela e até gostando do fato de que, às vezes, ela se posiciona como uma verdadeira feminista…

Sobre os demais personagens, foi muito legal ver como todos aqueles que a gente já gostava evoluíram durante os vinte anos que passaram. Eu li muitas resenhas onde as pessoas reclamavam que a America mal aparecia e não lembrava em nada a menina forte que conhecemos nos primeiros livros, que ela parecia uma cópia da falecida Rainha Amberly.

Gente, essas pessoas queriam o quê? São vinte anos de diferença entre uma história e outra! É óbvio (e é de se esperar) que a America tenha amadurecido e deixado de ser aquela garota impulsiva, né?

Enfim, eu gostei muito de “A Herdeira” por suprir um pouco daquele nosso “tá, mas o que acontece depois?”

Sendo assim, meu nível de amor é:

4corações

Só não são cinco corações porque eu acho que muita coisa fica pendente, a Kiera joga várias bombas na nossa cara no final do livro e deixa tudo sem resolução. :/

Para comprar “A Herdeira”, clique aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

Assinaturas

Livro: Espada de Vidro – Victoria Aveyard

Hey people, aqui é a Pâmella!

 

A resenha de hoje é sobre a continuação de A Rainha Vermelha, livro esse que parece que está em todo lugar que eu olho, outro dia no metrô havia um senhor lendo esse livro e eu quase fui lá abraça-lo e falar que o livro é muito FODA! 

Eu tive a sorte de ler o primeiro livro logo quando saiu o segundo, aí, não tive que ficar esperando anos pela continuação e na ansiedade de saber o que ia acontecer em seguida. Porém, eu não tive a mesma sorte depois de ler Espada de Vidro por que tem continuação e ainda não tem data de lançamento. ¬¬’

**** ALERTA DE SPOILERS ****

Espada de Vidro

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“O sangue de Mare Barrow é vermelho, da mesma cor da população comum, mas sua habilidade de controlar a eletricidade a torna tão poderosa quanto os membros da elite de sangue prateado. Depois que essa revelação foi feita em rede nacional, Mare se transformou numa arma perigosa que a corte real quer esconder e controlar.
Quando finalmente consegue escapar do palácio e do príncipe Maven, Mare descobre algo surpreendente: ela não era a única vermelha com poderes. Agora, enquanto foge do vingativo Maven, a garota elétrica tenta encontrar e recrutar outros sanguenovos como ela, para formar um exército contra a nobreza opressora. Essa é uma jornada perigosa, e Mare precisará tomar cuidado para não se tornar exatamente o tipo de monstro que ela está tentando deter.”

Depois de passar uma temporada nada agradável presa no castelo de vidro, brincando de ser a Princesa Marena, fingindo ser noiva de Maven, tentando esconder um possível sentimento por Cal e (ufa!) aprendendo a lidar com seus poderes elétricos, Mare se vê livre do castelo e todo o fingimento, porém não está livre dos problemas e responsabilidades que estão sob seus ombros. Agora que Mare já sabe até aonde é capaz de ir com seus poderes e a destruição que eles podem causar caso ela queira, ela precisa aprender a se controlar, controlar sua raiva e sua sede de vingança.

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Mare se vê diante da missão de encontrar outros sanguenovos e se junta à Guarda Escarlate para que consiga recrutar a todos antes que Maven o faça e os use para afeta-la ou mate a todos só por diversão. Preciso confessar que esse Maven me surpreendeu a cada página, tipo kinder ovo, cada vez uma surpresa diferente. Não que eu esteja reclamando, longe de mim, mas que ele tá bapho, ahhh meu amor, isso ele tá.

Outro personagem que me surpreendeu também ao longo da historia foi o Cal. Ele faz a linha guerreiro, tem o espirito de Rei no sangue, não se “importa” tanto com os sangues vermelhos em volta de seu reino e ainda assim, conseguiu ficar ao lado da Mare e lutar contra os prateados. Palmas para ele, pois aqui vemos uma evolução.

Outro que deu uma evoluída foi Kilorn, que se mostrou um “Gale” (de Jogos Vorazes) bem melhor que o original, pelo menos ele não fica insistindo numa história que ele sabe que não vai rolar.

A história continua emociante e você acompanha o crescimento dos personagens, sua evolução, seus sentimentos e se sente parte da história, achei bacana ver como essa continuação se desenvolveu. Aguardando ansiosamente a continuação para ver o desenrolar dos fatos.

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Eu havia dito nesse post aqui que o final de A Rainha Vermelha foi muito impactante, foi muito: NÃO ACREDITO QUE ACABOU e confesso que quando comecei a ler a continuação eu tive a mesma impressão do primeiro. A história demora um pouco pra se desenvolver, fica um pouco chatinha no começo  – bom que dessa vez é só no começo mesmo – até que, quando você vai ver, tá gritando de novo: AH NÃO, O LIVRO NÃO PODE TER ACABADO AGORA, COMO ASSIM, ACABOU? MEU AMOR, EU NÃO TENHO SAÚDE MUITO MENOS CONDIÇÕES DE LER UM LIVRO COM ESSE FINAL, VAMOS MELHORAR ISSO DAI PORQUE EU QUERO A CONTINUAÇÃO AGORA!!!!!

 Acho que esse vai ser o toque especial da Victoria, fazer os livros meio bosta no começo mas com o fim bem chocante, com aquela vontade de quero mais. Aí vem a pior parte, o livro acabou numa hora que não deveria ter acabado e… Ainda não tem continuação. #TodasSofrem. Só acho que a tia Vic deveria acelerar nas continuações, né? Não entendo como a pessoa pode fazer um final desses e não ter a continuação já na gráfica…

E o nível de amor por “Espada de Vidro”, Brasil?

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É muito amor por essa história!!! 

Você pode comprar o livro clicando aqui.

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Livro: Amy, Minha Filha – Mitch Winehouse

Hey pessoas!! Como vão??

 

Como vocês sabem, eu gosto bastante de ler biografias. Acho interessante para poder não só conhecer a história daqueles que admiramos, como para aprender lições valiosas com a vida deles.

Das (poucas) biografias que eu já li, hoje vou falar daquela que me emocionou do início ao fim e que me encheu de inspiração para a vida…

 

Amy – Minha Filha

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“Mitch Winehouse narra a vida da própria filha, Amy Winehouse. Segundo o relato, desde a infância ela se destacou por sua personalidade considerada espirituosa, brincalhona e espontânea. Mitch conta como Amy se tornou uma grande estrela, sucumbiu ao vício das drogas e morreu prematuramente aos 27 anos, em julho de 2011.”

Esse foi um daqueles livros que meus maravilhosos amigos me deram ano passado no meu aniversário. Por mais que eu goste da Amy, se eu não tivesse ganhado o livro, era bem provável que eu não o comprasse por vontade própria apenas por não querer estragar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça.

Cara, ainda bem que eu li esse livro!

Por mais que há quem diga que Mitch não era assim tão íntimo da filha e nem tão bonzinho quanto parece (e quem é, afinal?), a forma com que ele narra a história de uma das mais brilhantes artistas da atualidade, desde sua infância, passando por seus dias mais sombrios, até seu triste e repentino fim, para mim, só pode ser descrita como emocionante.

Em vez de estragar a imagem que eu fazia da Amy, conhecer sua história através de alguém tão próximo me fez admirá-la ainda mais por perceber o quão humana aquela figura excêntrica, criada pela mídia para vender jornais e render cliques, poderia ser.

O maior problema de se ler um livro que fala de alguém que você sabe que já morreu e sabe como morreu, é que você já começa a ler se sentindo meio triste. E me entristeceu mais ainda descobrir como uma artista tão brilhante, que trazia a música no sangue e tinha um dom genuíno para compor, poderia ter tanta dificuldade em se aceitar e tanta facilidade para sucumbir aos maus pensamentos.

Ao longo do livro, Mitch nos conta como Amy era quando criança, uma menina criativa e fora do padrão, sendo às vezes até tachada de incapaz na escola, por ter uma mentalidade mais inventiva e direcionar sua inteligência de maneira diferente do que o considerado “normal”. Depois ele fala da Amy mais velha, dando os primeiros passos rumo ao início de sua carreira musical, até encontrar Blake Civil, o cara que ferrou com tudo.

Através da escrita de Mitch, podemos perceber que para ele Blake é o grande vilão da história. O responsável por arrastar Amy para um mundo de drogas pesadas e automutilação que, mesmo depois do término do casamento deles, deu lugar a um vício em álcool. De acordo com os relatos do pai de Amy, o relacionamento dela com Blake era uma espécie de buraco negro, sempre sugando-a para uma sucessão de erros, que quase lhe custaram sua carreira.

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Mas nem só de tristezas é feita a história de Amy. No livro, é possível acompanhar parte de seu processo criativo e ter uma prova concreta do quão excepcional era essa mulher. Descobrimos que, por baixo daquela carcaça doida, tinha uma mulher sensível, capaz de transformar a maior de suas tristezas em arte, e das boas.

Vocês sabiam, por exemplo, que todas as músicas compostas por Amy dizem respeito a algo vivido por ela? Todos os sentimentos expressados em suas letras eram seus mesmo e ela dizia que era incapaz de escrever sobre algo que não sentisse e ainda tinha mania de anotar frases soltas, para mais tarde transformá-las em letras de músicas também…

E é por essas e outras que eu hiper recomendo essa biografia inspiradora e que meu nível e amor por este livro é:

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Nível máximo! ❤

Para comprar o seu “Amy, Minha Filha” e conhecer a história dessa artista que nos deixou tão cedo, clique aqui. Infelizmente, só encontrei este livro no formato digital.

Agora fiquem com minha música favorita de Amy Winehouse..

Por hoje é isso e keep exploring!

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