Livro: Deixe a Neve Cair

Hey people, aqui é a Pâmella.

 

Vocês já sabem que eu sou um pouco apaixonada por John Green e, na minha coleção, o único livro dele que faltava era esse… Depois de ganhá-lo de presente e namorá-lo muito na estante junto com os outros, eu finalmente resolvi ler.

Para você que está saindo de uma ressaca literária, que não consegue escolher qual será seu próximo livro, eu mais do que recomendo esse.

É muito amor por essa história. ❤

 

Deixe a Neve Cair

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O livro consiste em três contos que interagem entre si, cada um foi escrito por um autor diferente e eles focam em personagens que, à principio, você presume que sejam secundários…

 

O Expresso Jubileu – Maureen Johnson 

O conto fala sobre Jubileu, uma adolescente que não consegue acreditar que namora o garoto mais perfeito da escola. Eles começaram a namorar na noite de Natal e estão com grandes planos para o aniversário de um ano de namoro, até que os pais de Jubileu são presos e ela começa perceber que o namorado, que até então era perfeito, acaba sendo não tão perfeito assim… Como se não bastassem esses contratempos, ela ainda se vê obrigada a viajar de trem pela maior nevasca de todos os tempos, e muita coisa acontece nesse meio tempo.

Eu me apaixonei pelo “Expresso Jubileu”, tipo, me apaixonei real… Queria continuar lendo sobre aquela parte da história, ver o desenrolar daqueles personagens, como seria o futuro deles, se teria alguma reviravolta, se aconteceria algo extraordinário e etc… Fiquei realmente triste quando acabou e tive que partir pro conto seguinte 😦

Confesso que já comecei a procurar livros da autora, prevejo uma nova queridinha na minha estante… *-*

 

O Milagre da Torcida de Natal – John Green 

O segundo conto é do Tio João Verde e, como sempre, tem um trio na história. Um trio de amigos meio nerds que não têm grandes planos para a grande noite de Natal, até que uma ligação muda tudo. Eles saem no meio da maior nevasca de todos os tempos para uma lanchonete, só para ver algumas líderes de torcida ensaiando. É claro que como sendo um conto do Tio Verde, as coisas não seriam tão fáceis durante este pequeno trajeto. Esse é o mais divertido dos três contos.

 

O Santo Padroeiro dos Porcos – Laureen Myracle

O conto final é sobre uma garota que está sofrendo as dores da culpa por ter “traído” o namorado e ter seus defeitos colocados na mesa, com um pedido de mudança feito pelas amigas, afinal, se você adora julgar e acha sempre uma desculpa para os seus próprios erros com base no que os outros fizeram, talvez o problema não seja deles, e sim, seu. Esse já é um pouco mais “romanticozinho” e, na minha opinião, o conto do amadurecimento, por assim dizer…

 

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Depois de Will & Will, eu comecei a gostar desse tipo de livro, onde mais de um autor escreve a mesma história com diferentes pontos de vista. Isso te faz enxergar a história como um todo por outra perspectiva…

Qual o nível de amor por “Deixe A Neve Cair”?

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É muito amor por uma história só ❤

Você também pode comprar o seu clicando aqui.

Mas me diz aí, onde e com quem você gostaria de estar durante a maior nevasca de todos os tempos?

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Filme: Cidades de Papel

Hey people, aqui é a Pâmella.
Algumas semanas atrás tivemos uma das adaptações literárias mais aguardadas do ano (tirando Jogos Vorazes, claro) e, o L’Explorateur foi lá conferir para poder contar tudinho pra vocês.

Eu sou apaixonada pelo John Green, adoro a forma como nenhum livro dele termina do jeito que a gente espera, o fato de que é sempre um trio que são os protagonistas. E Cidades de Papel, obviamente, não foi diferente.

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” A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.”

 

Diferente do que todo mundo pensa, esse não é um filme de romance. Ele fala sobre amizade, sobre como a gente se engana achando que uma coisa é tudo pra gente quando, na verdade, ela não é nem a metade.

Sabe quando você se apaixona por alguém e acha que aquela pessoa vai ser tudo pra você? Então… Quentin acha que sua vida é assim quando se trata de Margo. Depois de uma noite de aventuras inesperadas e vingativas planejadas por Margo, ela some (como é de costume ela fazer), deixando para trás algumas pistas…
Quem não seguiria as pistas deixadas pelo amor da sua vida? Então… Quentin, junto com seus amigos, decide ir atrás de Margo numa viagem cheia de aventuras e surpresas, fazendo com que cada um deles, encontre seu pequeno milagre.
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Não tenho como falar muita coisa sobre o filme/livro sem dar spoilers gigantescos. Só digo que vale a pena conferir…
E se você viu A Culpa é das Estrelas, vai adorar uma participação especial que tem por lá…

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O que eu mais amo nos livros do John Green é que final feliz não é forte dele. Ele sempre muda a história e cria uma reviravolta que te faz ficar com raiva na maioria das vezes, porém, nesse filme/livro eu achei o final mais do que digno.
Ele mostra sempre que o amor pode ser lindo e maravilhoso e todas aquelas coisas que a gente já sabe que ele pode ser mas, ele mostra tipos diferentes de amor, amores que deixaram de ser vividos. O amor pela amizade e os laços que te levaram até ali.
Não importa se você tem um amigo ou 100, saiba amar todos e diga isso pra eles, diga:

“Ei, eu te amo e agradeço por te ter na minha vida e por me aguentar.”

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Ele nos ensina sempre a valorizar os amigos antes dos amores (acho que em todos os livros dele isso ficou bem claro) e a valorizar um amor quando ele realmente te faz bem…

Eu particularmente, adorei a adaptação. Não ficou tão fiel ao filme como em A Culpa é das Estrelas mas, levou bastante coisa ao pé da letra e foi mais engraçado do que eu imaginava.
Vale a pena conferir.

 

Não esqueça de dizer: Eu te amo!!

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Livro: A Estrela Que Nunca Vai se Apagar

Hey people!!

 

Eu realmente não sei como falar sobre esse livro. Apesar de não ter sido todo escrito pelo John Green, ele é quem faz a introdução do livro e ele também teve uma participação gigantesca na vida de Esther.

Não consigo falar desse livro sem chorar, é uma história real, contada pela personagem principal e é difícil você ver que existem tantas crianças que passam pela mesma luta de Esther e nem sempre têm um final feliz.

 

A Estrela Que Nunca Vai se Apagar 

O livro conta a historia de Esther Grace Earl, e como foi a sua vida depois de descobrir seu câncer. É impressionante ver a maneira como ela encarava sua doença e mais impressionante ainda é se você não se emocionar com sua historia, com a luta que ela travou, com tudo que ela teve que passar e sempre com um sorriso no rosto. Pra mim, ESSA estrela nunca vai se apagar mesmo.

Esther conheceu John em uma convenção sobre Harry Potter e eles viraram amigos, uma das coisas que ela pediu para fazer antes de morrer, era conhecer seus amigos da nerdfighters (comunidade nerd) e passar um dia com John Green. A inspiração para continuar (vejam que eu digo ‘CONTINUAR’, o livro já estava sendo escrito e John perdeu a inspiração para continuar escrevendo) o livro A Culpa é das Estrelas veio de Esther, tanto que Hazel GRACE, tem esse nome em homenagem a Esther.

No livro ela conta como era viver sabendo que vai morrer, como era ver seus amigos e familiares sofrerem com isso e, ainda assim, tentar ser uma adolescente normal. O livro contem desenhos e é todo feito pelo diário de Esther, tem alguns momentos de profunda reflexão e lições de vida e outros em que toda a escrita esta bagunçada e não faz sentido devido a quantidade de remédios que ela tinha que tomar. É um verdadeiro tesouro esse livro, de verdade. Poder ver o quanto a pessoa luta pra fazer o bem enquanto ainda está viva, poder ver o poder da amizade e os amigos que ela tinha ao seu lado…

Esther morreu no dia 27/08/2010. Seus amigos fizeram uma pulseira verde escrito: THIS STAR WON’T GO OUT (Essa estrela nunca vai se apagar) em homenagem a ela e seus pais criaram a fundação This Star Won’t Go Out Foundation e têm vários programas sociais apoiando crianças e adolescente com câncer. Existem também programas de apoio aos pais e amigos, para ajudar no psicológico e outras questões emocionais.

A historia de Esther Grace não morreu com ela e eles continuam celebrando a sua vida. Existe o Dia da Esther (todo dia 3 de agosto) onde eles agradecem a oportunidade de terem conhecido Esther e terem sido um pedaço de sua vida.

É uma biografia perfeita, linda de se ver e de chorar rios… Mas vale a pena!

Os pais da Esther têm um canal do youtube onde eles falam sobre a fundação e os projetos que eles realizam.

Aqui tem o canal da Esther no youtube, aonde ela postava videos do seu dia a dia, momentos que ela gostaria que fossem lembrados e coisas aleatórias e sem sentido. 

E é claro que não poderia faltar o John Green falando sobre Esther, acho fofo que em vários videos dele, você consegue ver a pulseirinha em homenagem a ela. O canal do John se chama Vlogbrothers e tem bastante coisa legal lá. John conta como foi que conheceu Esther e mostra algumas cenas do dia em que passaram juntos.


Aqui tem o vídeo do John falando sobre a dia em que ela morreu e agradecendo por ela ter feito parte de sua vida. 

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“Aprender a dar valor à vida é o maior aprendizado que existe…”

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Livro: Will & Will

Hey people!

Antes de falar sobre esse livro, eu vou explicar algumas coisas para vocês: eu sou uma grande defensora dos homossexuais. Acho que cada um deve fazer com o próprio corpo e com a própria vida aquilo que te faz sentir bem, desde que não afete de forma negativa as pessoas ao redor. Acho ridículo todo e qualquer tipo de preconceito, seja com negro, pessoas obesas, homossexuais, idosos, mulheres… Não importa o motivo. Eu não tolero, não consigo entender o que se passa na cabeça de uma pessoa que se sente no direito de bater, ou até mesmo matar, alguém só porque a maneira que ela escolheu viver não lhe agrada.

Tem uma frase que diz o seguinte: Se você não gosta de jiló, basta não comer. Não gosta de gay? Ok, é só não comer!!

Enfim… Esse livro do John Green é o meu preferido de todos, até porque ele aborda esse tema. Fala sobre homossexuais e o quanto pode ser difícil ser gay nos dias de hoje.

Will & Will 

Eu gostaria de entender por que as editoras fazem isso? Lançam um livro e logo depois eles fazem uma capa bem mais bonita. É pra gente gastar dinheiro, só pode… u.u

“Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical jamais apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.”

Esse livro foi escrito por John Green e David Levithan e é um dos mais lindos e perfeitos que eu já li.

A historia fala sobre dois adolescentes que se encontram, sem querer, em uma noite em que tudo da errado para os dois e descobrem que têm o mesmo nome. Enquanto um Will é totalmente desatento e desprovido de sentimentos, o outro é totalmente o oposto. De uma forma quase impossível, eles descobrem a amizade e começam a se ajudar.

Em cada capitulo, um Will conta sobre sua vida e narra todos os fatos. O primeiro Will Grayson resume sua vida á pacata e quase sem amigos, a única pessoa que consegue conviver com ele é Tiny Cooper, um cara que escolheu Will pra ser seu amigo e que, por intermédio dele, conhece Jane.

Tiny Cooper, tem um papel gigantesco na historia, acredito que ele é a alma do livro, ele é super engraçado e é FANTÁSTICO (como ele mesmo não cansa de dizer). Imaginem então, um capitão de futebol americano, todo másculo e forte e… Gay! Fora que ele está à frente do musical da escola, musical esse que eu daria um dedo pra ir assistir, por que fica P E R F E I T O! Esse é o Tiny 🙂

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Will conta como é difícil escolher amigos e que, quando eles nos escolhem, você não tem muito o que fazer a não ser aceitar a escolha e ser feliz com a amizade que te escolheu. Will também segue duas regras (regras essas que eu acho que todo mundo deveria seguir e levar pra vida):

1º – Não se importar com nada e  2º – Manter a boca fechada.

Ele acredita que se fizer isso, evitara problemas e, como não quer ter o seu coração partido, acaba evitando isso também.

O segundo Will traz dois “problemas” de uma vez só. Ele é homossexual e é gordinho. Fora que sofre de depressão, a vida dele é pesada… Foi abandonado pelo pai e sua mãe.. bom, eu não tenho uma opinião formada sobre a mãe dele, às vezes eu acho que ela é só mãe. Will tem uma melhor amiga, Maura, que tem um humor tão negro e é tão depressiva quanto ele, assim os dois praguejam e ficam planejando matar metade do mundo. Só que Maura acaba traindo sua confiança e aí a coisa desanda de vez.

Gente, eu não posso descrever o que foi ler esse livro porque, eu não esperava um final tão perfeito como esse. Não mesmo. Ele fala sobre muitos problemas e foca na amizade, o amor da amizade. Acho que o John Green tenta, a todo custo, nos dizer que a amizade é uma das coisas mais importantes que existem na vida. É difícil achar um bom amigo nos dias de hoje, escolher um bom amigo então.. Quase impossível! Mas quando um amigo te escolhe, as coisas são perfeitas.

Toda pessoa deveria ler esse livro, tanto pelos ensinamentos como pela história. Vale a pena tirar um tempo para lê-lo.

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    “No que diz respeito à vida, prefiro o silenciosamente desesperado ao radicalmente bipolar… “

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Livro – O Teorema Katherine

Hey people!

 

Mais uma resenha de um livro do John Green que não é A Culpa É das Estrelas, mas que é tão legal quanto!!

Assim como todo mundo, eu conheci John Green através do livro A Culpa é das Estrelas e daí em diante foi só alegria, eu adorei todos os livros dele.

John Green gosta de surpreender nas suas historias, ele nunca faz o que a gente espera que ele faça e cada livro dele tem um final surpreendente e que te ensina uma lição diferente, te faz repensar sua vida, avaliar o que você tem feito de bom e de ruim e quais atitudes você poderia estar mudando.

Eu não vou escrever uma resenha sobre A Culpa é das Estrelas, até porque, a essa altura do campeonato, todo mundo já leu o livro e já viu o filme, então não faz muito sentido escrever uma resenha, mas eu vou falar sobre o que eu achei em outra oportunidade. No entanto, hoje eu vou falar sobre outro livro dele, que é tão bom quanto…

O Teorema Katherine!

” Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato. Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.” 

O livro foge completamente de todos os livros dos quais eu já li. É uma história de amor que envolve matemática e eu aposto que você nunca imaginou que amor e matemática poderiam andar juntos, mas a verdade é que eles podem, pois ambos são bem complicados. Ele é escrito de forma bem divertida e tem algumas linguagens e códigos que são bem engraçados e as notas de rodapé são as melhores.
Confesso que o começo dele é meio cansativo, é pura fossa e depressão pós-termino de namoro maaaass, ele fica bom, bem bom na verdade e passa uma lição legal sobre como a gente pode superar o fim de relacionamento sem sofrer absurdos ou, pode até sofrer, desde que a gente consigo ter em mente que outra pessoa (ou outra Katherine) sempre chega pra nos fazer melhor.

O legal desse livro é que, além dele ter um monte de gráficos ele tem uma linguagem diferente, como se fosse um código. Eu, particularmente, achei esses códigos bem divertidos.

O livro não fala só de amor, fala de amizade também, afinal de contas, quantos amigos seus te aturam na fossa, chorando porque tá solteiro(a)? São poucos né? Dá pra contar nos dedos de uma mão quantos são esses, mas eles existem e nos amam mesmo assim. E o livro te faz perceber isso, que a amizade também é uma forma de amor. E isso, nos dias de hoje, é mais do que importante ter: um amigo com quem contar sempre que precisar.

E pra vocês verem como eu sou bem legal com vocês, deixo esse gráfico pra vocês resolverem. É uma continha bem simples e eu tenho certeza que vocês vão tirar de letra o resultado… ;D

 

Brincadeirinha, precisa resolver esse gráfico não. Acho a escrita do John espetacular e o modo como ele acaba seus livros com um gostinho de ‘quero mais, quero saber mais sobre o que acontece’ me encanta. Espero que encante a você também.

 Mas como você supera uma desilusão amorosa? Como superar DEZENOVE desilusões amorosas?? Sabe a fórmula pra isso?? Eu sei! O Amor ❤

 

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Livro – Quem é Você, Alasca?

Hey People!

 

Vocês leram “A Culpa é das Estrelas”? Se a resposta foi um sonoro “sim!”, então vocês vão amar a resenha de hoje.

“Quem é Você, Alasca?” é mais uma das lindas obras de John Green, é uma leitura um pouco mais pesada e com uma história mais tensa e não tão bonitinha. E eu amo o John Green por ele não seguir um padrão de final feliz nos livros dele, só que esse final foi muito surpreendente, muito diferente e totalmente inesperado.

Quem é você, Alasca?

“Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras – e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o ‘Grande Talvez’. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.”

O livro conta a história de Miles que, cansado do marasmo e da mesmice de sua vida, muda de escola e vai para outra cidade. Ao chegar na nova escola, ele faz uma amizade com seu colega de quarto e conhece Alasca Young e é ai que a vida de Miles vira de ponta cabeça. Alasca não é uma garota qualquer ela é uma das organizadoras dos trotes escolares e está sempre causando confusões junto com seus outros amigos, o que é bem história americana mesmo.

Nesse período, Miles começa a se descobrir a querer saber mais sobre si próprio e a vida, buscar o “grande talvez” que sempre quis. Acho que todos nós queremos sair em busca do grande talvez, talvez dê certo no novo emprego, talvez dê certo em outra cidade, talvez dê certo com outra pessoa. Nossa vida é constante busca do grande talvez, e isso fica bem claro no livro, temos que explorar mais, tentar mais, viver mais.

Já Alasca Young é o tipo de pessoa que, não se importa com nada, que faz o que quer, como quer, quando quer, do jeito que der e vier. Tem uma frase no livro que ela fala que, te faz perceber como ela é e a real personalidade dela vem à tona: “Vocês fumam pra saborear, eu fumo pra morrer.”

Que tipo de pessoa fala ou faz esse tipo de coisa? Alasca Young. Muito diferente do Gus do “A Culpa é das Estrelas”…

O livro dá uma reviravolta e faz com que Miles aprenda ainda mais sobre a vida mas, antes disso acontecer, ele vai sofrer e vai tentar entender por que as coisas aconteceram e como aconteceram.

Eu adorei esse livro, mas acho que é por que eu adoro o John Green e, se eu pudesse, leria até a lista de supermercado que ele faz. Não consigo explicar o que eu aprendo com os livros dele, o que ele transmite pra mim. O livro contém muitas frases marcantes e que são de efeito, a Isabela Freitas fez um post com as 20 frases mais marcantes do livro.

Deem uma olhadinha e vejam qual dessas frases melhor se encaixa em sua vida, tenho certeza que você vai encontrar alguma.

“Não posso ser uma dessas pessoas que ficam sentadas falando que pretendem fazer isso e aquilo. Eu vou fazer e pronto. Imaginar  futuro é uma espécie de nostalgia.”

 E aí, gostaram da resenha de hoje? Então fiquem atentos porque o próprio John Green já confirmou que esse livro vai virar filme também! 😉

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