Filme: Cinquenta Tons Mais Escuros

Hey pessoas!! Como vão??

 

E eis que depois de uma espera de quase dois anos, ontem finalmente aconteceu a tão aguardada estreia de Cinquenta Tons Mais Escuros, segundo filme da franquia “Cinquenta Tons”.

Tá afim de saber se vale a pena ou não conferir, então cola comigo, pois este post contém altas doses de opiniões sinceras e impressões típicas de quem é parte do público, sem muitos termos técnicos ou análises profundas…

 

Cinquenta Tons Mais Escuros

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Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia. (Não recomendado para menores de 16 anos)

Fonte: Adoro Cinema

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No final do primeiro filme tivemos a tão conhecida cena da despedida de Ana e Christian, marcando assim o final do breve (e intenso) relacionamento.

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Como bem sabemos, o jovem bilionário não é do tipo que aceita um não como resposta, por isso, logo no início do segundo filme temos uma cena em que Ana recebe flores do “ex-my love”, pensa em jogá-las fora, mas acaba desistindo.

Christian, que pode ser bem insistente quando quer, convence Ana a encontrá-lo para um jantar, onde eles poderiam, discutir a relação. Ele vem com aquele discurso de que não aguenta mais ficar sem ela, de que seria capaz de deixar de lado todas as suas “particularidades” para tê-la de volta e exibe até uma prova física de sua tristeza: uma barba por fazer que o acompanha pelo resto do filme.

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Eu gosto!

Ana, agora um pouco mais madura, aceita o amado de volta, porém, agora ela é quem dita as regras de como o relacionamento deverá se desenvolver e a principal delas é chega de regras, contratos e punições.

Christian aceita as condições mas tem dificuldades em deixar de lado seu lado dominador, que se manifesta com força quando, por exemplo, ele compra a editora para qual Ana trabalha e a proíbe de viajar para Nova Iorque com o chefe para um evento literário. Só que desta vez, não é que o Sr. Grey está certo? Jack, o chefe de Ana, acaba se mostrando um canalha assediador e é demitido da editora.

Além de acompanharmos os novos contornos que cercam a relação do casal principal, temos também o mistério que cerca mais uma nova personagem (Leila, uma antiga submissa de Christian) e também o ciúme da famosa “Sra. Robinson”, Elena, que tenta fazer com que Ana fique insegura e largue Christian, ao que a mocinha (em um de seus poucos momentos de atitude) manda a amiga da família Grey ir se catar.

Como uma pessoa que leu os livros e aprecia um filme água com açúcar de vez em quando, devo dizer que Cinquenta Tons Mais Escuros serve seu propósito, que é de oferecer entretenimento e fornecer o auxílio visual para aquilo que os fãs da saga só conheciam através das letras.

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Não vá ao cinema esperando uma grande trama, um roteiro incrível, atuações espetaculares e etc. Sério, quem tem essas expectativas acerca desses filmes ou gosta de se decepcionar, ou não vai ao cinema com frequência, porque quem está acostumado com a forma que a indústria do cinema funciona, sabe que não é só porque um filme é mega aguardado e divulgado que ele vai ser necessariamente bom. O enredo é fraco, assim como nos livros, mas fazer o quê? Os caras tem que agradar à grande massa e fazer dinheiro, ué…

Um ponto que ficou bem claro nesse segundo filme é que eles tomaram mais cuidado com as cenas de sexo, fazendo com que elas ficassem menos explícitas, mas há um excesso de ruídos vindos da Dakota que fazem com que elas fiquem um tanto forçadas. A edição também deu uma melhorada, nada muito incrível, mas pelo menos as cenas não são mais cortadas abruptamente como no primeiro.

Os diálogos são meio chatos, mas tem umas cenas que dá pra dar uma risada. Quanto à atuação, eu gosto da Dakota, gosto da carinha dela e, sinceramente, não sei dizer se é ela que é má atriz ou a Ana que é uma sonsa, porque a personagem me irrita muito. Já o Jamie está mais solto e parece estar mais confortável no papel de bilionário sedutor. Temos mais cenas dele, ouvimos mais sua voz e até temos sorrisos vindos do sempre sério Sr. Grey.

Fiquei um tanto decepcionada com a cena do acidente de helicóptero, porque não passou um décimo do que deve ser a agonia de ter um parente desaparecido em meio a tal desastre. As coisas acontecem muito rápido, as atuações são bem escrotas e a resolução do drama é apressada.

Já na tão aguardada cena do confronto de Leila e Ana, a atuação da Dakota foi ok mas poderia ter sido melhor. Quando chegou a vez de Jamie, ele personificou o dominador como ninguém. Havia uma certa força em seu olhar que foi legal de ver.

Outra cena bastante aguardada pelos fãs, mas que deixou a desejar, foi quando Christian se ajoelha aos pés de Ana, demonstrando sua submissão à amada e invertendo os papéis. O Jamie até conseguiu mostrar certa vulnerabilidade, mas eu esperava mais da cena como um todo. Se bem que a tomada ficou bem boa, pegando Dakota quase saindo de cena e deixando Jamie quase de frente para o público, nos oferecendo um pouco do que seria ter Christian Grey ajoelhado aos nossos pés.

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Ahhh! O ponto mais alto do filme é a trilha sonora que serve bem quem curte música pop ou releituras de clássicos… Tão boa que merece até um post à parte!

Sem mais enrolação, quantas estrelas este filme merece?

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Três estrelas porque não conseguiu mexer comigo, mas serve o propósito de entreter.

No fim, assim como aconteceu com o primeiro filme, eu o recomendo para diversão ou para um passeio com as amigas, mas é só.

Fiquem agora com os trailers para terem um gostinho do que aguarda vocês no cinema mais próximo!

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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4 Filmes com protagonistas negros para assistir esse final de semana

Hey pessoas!! Como vão??

 

Estamos quase chegando à reta final da nossa Semana da Consciência Negra e, como adoramos filmes por aqui, hoje é dia de vocês conhecerem três deles em que os protagonistas são pessoas negras.

Esses filmes não necessariamente falam de racismo, eles têm mais a ver  com perseverança, força e com como é bom ver uma pessoa negra alcançando o sucesso e se dando bem no final…

Vamos à lista? Se você não conhece algum deles, já fica a dica para o seu fina de semana! 😉

 

Um Sonho Possível

“Michael Oher (Quinton Aaron) era um jovem negro, filho de uma mãe viciada e não tinha onde morar. Com boa vocação para os esportes, um dia ele foi avistado pela família de Leigh Anne Tuohy (Sandra Bullock), andando em direção ao estádio da escola para poder dormir longe da chuva. Ao ser convidado para passar uma noite na casa dos milionários, Michael não tinha ideia que aquele dia iria mudar para sempre a sua vida, tornando-se mais tarde um astro do futebol americano.”

Eu adoro esse filme e sofro muito com as coisas ruins que acontecem ao protagonista. Ele é um ótimo exemplo de que não importa de onde você vem, o que importa é para onde você vai e o que você quer fazer do seu destino…

 

À Procura da Felicidade

“Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados. Chris e Christopher passam a dormir em abrigos, estações de trem, banheiros e onde quer que consigam um refúgio à noite, mantendo a esperança de que dias melhores virão.”

Um dos meus filmes favoritos! Toda vez que eu preciso de um pouco de inspiração para a vida eu assisto esse filme e a atuação brilhante do Will Smith me faz acreditar que eu posso alcançar tudo o que eu quiser…

 

Corina – Uma Babá Perfeita

“1959. Manny Singer (Ray Liotta), um compositor de jingles de uma agência de propaganda, fica viúvo e tendo de cuidar de Molly (Tina Majorino), sua filha de sete anos. Manny precisa desesperadamente de uma babá, com isso entrevista vários candidatos e rejeita todos até encontrar Corina Washington (Whoopi Goldberg), que se formou recentemente mas não consegue arrumar nenhum trabalho por ser negra. A primeira grande tarefa de Corina é se comunicar com Molly, que decidiu parar de falar. Além disto Manny parece estar confuso na maioria do tempo, o que o faz fumar em demasia. Corina também fuma e isto faz os adultos terem uma cumplicidade por este hábito, o que deixa Molly apavorada, por ver sempre na televisão depoimentos sobre os perigos do fumo. Manny e Corina também discutem jazz, pois ela sonhava em ser uma crítica musical. Gradativamente Corina ganha a confiança da menina e logo ela está falando novamente. Corina fica para o jantar em várias ocasiões e Manny se surpreende com os comentários dela sobre música e literatura. Paralelamente Corina conversa com Molly, que se considera culpada pela morte da mãe. Molly secretamente deseja que Corina se case com seu pai e fique morando na casa o tempo todo, apesar da irmã de Corina, a mãe de Manny e uma vizinha curiosa desaprovarem um romance inter-racial.”

Esse foi um dos filmes que eu mais assisti na infância!! A história se passa no final dos anos 50, certo? Assistam esse filme e me digam quanto do que acontece nele, com relação a racismo, é diferente nos dias de hoje… Vocês vão se surpreender…

 

Um Salão do Barulho

“Atlanta. Gina Norris (Queen Latifah) é uma excelente cabeleireira que trabalha no salão do afetado Jorge (Kevin Bacon), que tem mais empáfia do que profissionalismo. Gina sempre sonhou ter seu salão. Um dia, após ser insultada por Jorge, que ainda ficou com o crédito do seu trabalho, ela decide que era hora de pedir demissão e transformar seu sonho em realidade. Gina abre seu salão de beleza com a ajuda de Lynn (Alicia Silverstone), uma ótima cabeleireira que nunca teve chance com o Jorge, que só permitia que ela lavasse os cabelos. Logo o salão da Gina vai ficando conhecido, no entanto quando ela começa a pegar as clientes de Jorge ele planeja se vingar. Mas ele não tem idéia do que Gina e as outras cabeleireiras são capazes de fazer.”

Esse é um filme levinho, com uma pegada mais romântica e um pé na comédia, mas nem por isso ele deixa de ter um quê girl power, porque ver Gina erguendo seu salão com a ajuda das manas, é simplesmente empoderador!

 

É claro que há muitos outros filmes com protagonistas negros, mas esses fogem um pouco da temática “racismo-escravos-história”, por isso estão nesta lista…

Se você ainda não viu nenhum deles, está esperando o quê? Tenho certeza de que vai gostar! 😉

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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5 Filmes Clássicos para Assistir Esse Final de Semana #BEDA20

Hey pessoas!! Como vão??

 

Em tempos de BEDA qualquer coisa é desculpa para post, né? Hahahaha! #quemescrevesabe #osblogueiropira

Pois é, pegando o gancho do post de ontem, que falou sobre o filme clássico dos anos 80 Clube do Cinco, hoje vim indicar para vocês outros cinco filmes clássicos para assistir esse final de semana.

Tem uma galera que está sempre por dentro das novidades no cinema mas não saca nada quando se trata dos filmes clássicos, né? Comigo a coisa já é mais equilibrada. Eu sempre corro para ver os filmes que me interessam logo quando estreiam, porém, são os antiguinhos que aquecem meu coração…

Então, aproveita que aqui em SP a previsão é de chuva e frio e bora conhecer esses clássicos? Pode ter algum na lista que você ainda não conheça…

 

De Volta Para o Futuro – 1985

Já vou logo começando com um filme que provavelmente você já viu na Sessão da Tarde mas que sempre “vale a pena ver de novo” (pegaram o trocadilho? Hahahaha). De Volta Para o Futuro é outro clássico dos anos 80, lançado no mesmo ano que o Clube dos Cinco e que também está na lista dos meus filmes favoritos. Nele, Marty McFly realiza o sonho de muita gente ao viajar para o passado e tem um estilo que ainda serve de referência para muita gente aqui do futuro… Outra coisa legal é que esse filme é parte de uma trilogia, ou seja, dá pra gastar uma tarde inteira com eles…

 

Forrest Gump – 1994

Eu me lembro de ser criança e assistir na televisão um filme sobre um cara que corria, corria e corria… Ai, gente… Forrest Gump é muito amor por contar uma história inspiradora de amor e superação, pontuada por alguns fatos históricos contados através do ponto de vista um tanto peculiar do protagonista. Você vai rir, chorar e se inspirar com essa história…

 

Laranja Mecânica – 1972

Queridinho da galera cult, Laranja Mecânica é um clássico do tipo ame ou odeie. É que rola meio que uma pressãozinha do mundo cult para gostar e entender o filme, então aí vai uma dica: não tente gostar, apenas assista e perceba como ele te faz sentir. Veja se a história faz algum sentido para você e, principalmente, perceba se consegue tirar alguma lição do filme. Foi assim que eu fiz e é por isso que posso dizer com todas as letras que adoro Laranja Mecânica…

 

Curtindo a Vida Adoidado – 1986

Do mesmo diretor de Clube dos Cinco, esse é outro clássico dos anos 80 que a gente viu muito na Sessão da Tarde. Fala sério, quem nunca quis fazer igual ao Ferris e tirar um dia de folga para não pensar em mais nada, só se divertir? Comer bem, passar um tempo na piscina, ir a um museu… Fora que a cena icônica dele cantando Beatles no meio de uma multidão é simplesmente sensacional!! Vale muito a pena…

 

Bonequinha de Luxo – 1961

Olha, eu poderia ter colocado muitos outros filmes da Audrey Hepburn nessa lista, é só que Bonequinha de Luxo é o mais conhecido. Poderia ter sido Charada, Cinderela em Paris, Sabrina, My Fair Lady porque o que eu gosto mesmo é da Audrey Hepburn… Sua delicadeza, seu porte, sua sofisticação, sua força e bondade… Essa era uma mulher incrível e Bonequinha de Luxo é um ótimo começo para quem estiver a fim de conhecê-la melhor…

 

Pronto, exploradores! Com uma lista como essa, não há tédio que se atreva a chegar perto nesse final de semana!

E aí, quais filmes vocês já assistiram e quais acham que falta nessa lista?

 

Por hoje é isso e keep exploring!

BEDA2016

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Filme: Clube dos Cinco #BEDA19

Hey pessoas!! Como vão??

 

Ontem, quando a Pâmella postou aqui uma resenha do livro “Bom Dia, Princesa!”, teve uma parte do texto onde estava escrito que a história do livro meio que lembra a história do filme “Clube dos Cinco“, um clássico dos anos 80, lembram?

Pois bem, isso me deu uma vontade louca de ver esse filme e aí eu pensei: “por que não falar sobre ele no blog?”.

Senhoras e senhores, para aqueles que não conhecem, eu lhes apresento o “Clube dos Cinco”, um dos meus filmes favoritos!

 

Clube dos Cinco (The Breakfast Club) – 1985

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“Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos.”

Bom, eu amo a Emma Stone e primeira vez que eu ouvi falar no Clube dos Cinco foi enquanto assistia um filme dela, o “Easy A” (A Mentira, em português). Nele, ela comenta algo sobre querer um grande momento, como quando um dos personagens de Clube dos Cinco dá um soco no ar no final do filme, aí a trilha do filme começou a tocar e pronto! Foi o suficiente para me deixar doida para assisti-lo, porque vocês sabem que não tem nada melhor do que música para me fisgar, né?

O Clube dos Cinco conta a história de cinco adolescentes que são forçados a perder o sábado na escola em detenção porque cada um aprontou algo que não devia. Eles não se conhecem e já chegam lá de saco cheio por terem que passar 8 horas presos uns com os outros. Como forma extra de punição e forma de fazê-los refletir sobre seus erros, o diretor manda que eles escrevam uma redação de mil palavras sobre “quem eles pensam que são”.

Os cinco jovens que estão ali são completamente diferentes entre si e, a princípio, parece que eles não vão se dar bem de jeito nenhum, mas a gente sabe que basta ter um inimigo em comum para que a gente se una com aqueles que nunca achamos que seria possível. O inimigo, no caso, é o diretor, que é um tirano desequilibrado que odeia os adolescentes porque acha que eles vivem querendo fazê-lo passar por ridículo, a típica pessoa que se preocupa demais com a opinião dos outros.

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Bom, para entendermos o quão improvável é a amizade entre os cinco personagens principais, vamos falar um pouco sobre eles…

Vou começar com a que eu menos gosto, que é a Claire. Ela é a típica patricinha que tem tudo o que quer e tem todos aos seus pés e acaba na detenção porque matou aula para fazer compras. Ela sofre pelo fato de seus pais a usarem como forma de se atacarem, já que estão à beira do divórcio e se esconde atrás de uma fachada de princesinha perfeita.

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Depois temos o Brian, que é o nerd da turma e acaba na detenção por ter guardado um sinalizador no armário e ele ter acabado por explodir. Brian é aquele garoto CDF da escola que só tira boas notas, só que o que descobrimos sobre ele é que ele só é assim por pressão dos pais e isso faz com que ele sofra porque sente que não pode falhar nunca. O que eu gosto no Brian é que, se ele fosse aquele esteriótipo do nerd com o qual estamos acostumados, ele nem teria coragem de falar com o resto da turma. Mas ele tem e isso desmistifica um pouco a coisa e humaniza os nerds.

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O terceiro personagem é Andrew, o atleta. Ele foi para a detenção porque colou a bunda de um colega com fita adesiva. O Andrew tinha tudo para ter o personagem mais chato e insuportável do filme mas, se até o nerd fugiu à regra, por que o atleta não fugiria? O negócio do Andy é que ele se sente pressionado pelo pai que quer que ele seja um vencedor e não aceita menos do que isso do filho. E isso faz com que ele se sinta preso, tendo feito mal a um colega só para impressionar o pai e algumas vezes até rezando para machucar o joelho e não ter mais que competir. Ele também protagoniza uma das melhores cenas do filme, onde dança desvairado na biblioteca, finalmente se libertando das amarras que o prendem.

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Minha segunda personagem favorita (e quarta da lista) é a Allison, o caso perdido. O motivo para ela estar na detenção naquele sábado é o melhor e o mais triste de todos: ela não tinha nada melhor para fazer, já que não tem amigos e seus pais a ignoram. Isso faz com que ela se esconda do mundo, adquira a mania de roubar as pessoas e mantenha junto de si uma bolsa com tudo o que ela pode precisar, caso decida fugir de casa. Ela, que mal fala nos primeiros minutos do filme, passa por uma transformação de dentro para fora e me fez amá-la de paixão! ❤

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E por último, mas não menos importante, o meu personagem favorito: John Bender, o delinquente! Típico bad boy revoltado, John foi para a detenção por ter disparado o alarme de incêndio da escola. Ele é o meu favorito dos cinco, não só pelo visual punk, a língua afiada e o sarcasmo (ah, tem o cabelo dele também, que é maravilhoso!). John, na minha opinião, é o mais frágil dos cinco porque sofre com a violência praticada pelo pai e a indiferença da mãe. Além disso, o diretor da escola o trata como um bandidinho sem futuro, exatamente o contrário do que um educador deveria fazer, né? E ainda abusa psicologicamente dele, ameaçando-o e afirmando o tempo todo que ele vai ser ninguém na vida.

john

Esse cabelo ❤

Além do drama dos cinco, o filme trata de algo muito mais amplo e presente até hoje na sociedade: a expectativa das pessoas x o que realmente somos. Conversando, eles aprendem que você pode até se comportar como a princesinha, o nerd, o atleta, o caso perdido ou o delinquente mas isso não importa porque a sociedade vai escolher ver você do jeito que quiser. Então, se é assim, por que tentar se ajustar, né? Sejamos livres e sejamos o que quisermos ser porque não vai fazer diferença mesmo…

É um filme que te faz pensar, sem deixar de te divertir, mesmo se passando praticamente inteiro dentro de uma escola, por ter aquela vibe de rebeldia dos anos 80. É o tipo de filme que acende alguma coisa dentro da gente que fica ali, mesmo depois de ele ter terminado.

E agora eu vou ficando por aqui, deixando apenas a música mais emblemática da trilha sonora para te animar, assim como o trailer do filme, para te deixar com vontade de ver. Vai que você se apaixona também?

08 - The Breakfast Club

Caro Sr. Vernon, aceitamos o fato de que nós tivemos que sacrificar um sábado inteiro na detenção, pelo que fizemos de errado… Mas acho que você está louco por nos fazer escrever um texto dizendo o que nós pensamos de nós mesmos. Você nos enxerga como você deseja nos enxergar… Em termos mais simples e com as definições mais convenientes. Mas o que descobrimos é que cada um de nós é um cérebro, um atleta, um caso perdido, uma princesa e um criminoso. Isso responde à sua pergunta? Sinceramente, o Clube dos Cinco.

Por hoje é isso e keep exploring!

BEDA2016

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Livro: Bom Dia, Princesa! – Blue Jeans #BEDA18

Hey people, aqui é a Pâmella!!

 

E vamos para mais uma resenha do BEDA?? Vamoooos!!

Vocês já devem ter percebido que eu sou meio compulsiva quando se trata de livros, certo? O livro de hoje é mais um desses casos, só que dessa vez a compulsão não foi pelo livro em si, mas pela caneca que vinha junto com ele.

Estava eu lá, andando pela livraria, quando eu vejo um monte de canecas com esse livro próximo delas. Fiz eu o quê? Exatamente, caro explorador! Comprei o livro e ganhei a caneca. 🙂

O mais surpreendente foi que eu acabei gostando da história! Tanto, que resolvi compartilhá-la com vocês, então vem conhecer um pouco dela aqui…

Ps: Alerta de post GIGANTE! Hahahaha…

 

Bom dia, Princesa! – O Clube dos Incompreendidos 

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“Eles se conheceram há dois anos, quando mais precisavam de apoio, e formaram o CLUBE DOS INCOMPREENDIDOS. No entanto, algo mudou e agora já não sabem se podem contar uns com os outros. Valéria não sabe se, ao se deixar levar pelos seus sentimentos, pode trair sua melhor amiga; Bruno escreve cartas de amor que não dão resultado; Maria é o patinho feio que busca o seu lugar; Elisabete não está acostumada a ouvir não ; Raul não quer se equivocar desta vez; e Ester gostaria de gritar o seu amor aos quatro ventos. Amores transbordantes, dúvidas existenciais, segredos inconfessáveis e muita, muita diversão.” 

Esse livro é daquele tipo no qual cada capítulo é focado na história de um personagem diferente. O tipo de livro que eu adoro ler. Nesse caso aqui, são seis personagens e o desenrolar de suas histórias parece roteiro de novela, sabe? Como quando você está vendo cenas da vida de um personagem que mora no Rio de Janeiro e ele esta lá no meio do morro dançando pagode e comendo pastel e, de repente, está lá no Marrocos, dançando a dança dos sete véus no meio de umas ruínas para um estrangeiro (sim, eu peguei O Clone para usar de exemplo aqui, fazer o quê? Eu gostei dessa novela). Esse livro é mais ou menos assim, e foi bacana a forma como o autor fez essa mudança porque você não se sente perdido e nem demora para se situar na forma como a leitura ocorre. Você consegue ir lendo sem problema algum, diferente de Guerra dos Tronos que foi um parto para eu entender como funcionava a dinâmica de leitura.

Mas vamos lá, vou falar resumidamente da história e depois focar um pouco nos personagens.

O livro  conta a história de 6 adolescentes: Valéria, Bruno, Raul, Elisabete, Ester e Maria. Eles formam aquele grupinho de pessoas que o resto da escola decide ignorar e fingir que não existe, apesar de que, o Raul e a Elisabete são bem “populares” para o meu gosto.

Depois de terem que fazer terapia com o conselheiro escolar, eles acabam descobrindo que tem mais coisas em comum do que pensavam e acabam fundando O Clube dos Incompreendidos (é aquela velha história né? Cada louco tem seu semelhante e o amor é para todos <3). Uma história que até lembra aquele filme dos anos 80, Clube dos Cinco.

Durante dois anos eles fizeram reuniões do clube e acharam um meio de se ajudarem, cada um com sua particularidade e alguma coisa para poder superar, seja timidez ou um segredo super secreto (essa parte foi a MAIS FODÁSTICA DE TODAS). Eles começam a se ajudar, criam esquemas para as matérias em que são ruins, se ajudam em toda e qualquer situação e criam um vínculo de amizade bem forte.

Porém, passado algum tempo e com o amadurecimento de alguns personagens, surge uma questão que mexe um pouco com a dinâmica do grupo e eles terão que tentar resolvê-la junto com seus problemas pessoais.

Agora vamos conhecer um pouco dos personagens…

Elisabete é apaixonada por Raul, assim como Valéria (afinal, quem nunca teve uma paixonite pelo crush da best, não é mesmo?). Ela é aquela garota tipo líder de torcida e que sempre consegue o que quer, tem a personalidade bem forte e antes era o patinho feio da escola até seu corpo começar a mudar ela ficar toda linda aos olhos dos boys. Seu passado meio negro a persegue, porém, ela aprende a lidar com isso e começa a usar seu corpo e beleza como forma de ataque. A história dela é a que eu mais gostaria que tivesse um livro próprio, ela tem sérios problemas e eu adoraria ver como o autor iria lidar com eles.

Valéria (Val) é a amiga fofa que gosta de tudo e de todos e sempre concorda com tudo, mesmo não sendo o que ela gostaria de fazer e nunca se impondo. Ela também é apaixonada pelo Raul e é a melhor amiga de Elisabete, o que faz um contraste enorme devido às personalidades conflitantes das duas. Elas tem uma relação bem interessante de se acompanhar, afinal, amizade é isso: você se encaixa com pessoas que nunca passaram pela sua mente. A história da Val e da Eli é a mais complexa, porque existe aquela questão da confiança plena e o fato de não querer magoar o sentimento da outra parte, é algo que tem seu valor. Se você tem uma boa amiga ao seu lado, você se identifica com essas questões, começa a se colocar no lugar da Val e a se perguntar “e se fosse comigo, o que eu faria”?

Raul é o carinha popular, tanto dentro do grupo quanto fora. Ele tem aquelas qualidades que te fazem suspirar, sabe? É bonito, educado, dedicado, bom moço, aquele tipo de homem que só existe em livro mesmo. Ele também se encontra em um dilema particular. Depois de “experimentar” várias garotas, ele decide que é hora de sossegar e arrumar alguém para amar de verdade e passar o resto da vida. Porém, a escolha dele acaba surpreendendo a todos e criando várias situações constrangedoras no clube.

Bruno é aquele carinha que não é feio mas também não é bonito, porém, tem aquele charme que ninguém sabe explicar. Ele é apaixonado por uma de suas amigas do clube (quem nunca?), mas sem ser correspondido e com isso, ele começa a projetar essa “rejeição” em tudo na sua vida. Alguém precisa ensinar a ele como separar um pouco as coisas aí…

Ester é atleta do grupo, a que se dedica 110% em tudo o que faz e, como toda adolescente uma vez na vida já passou por isso, ela esta apaixonada pela pessoa errada. Claro (esse é um livro de pessoas ferradas, aceitem)! Ela parece perdida no meio do caos de ser a melhor atleta, melhor aluna, melhor filha, melhor amiga de todos e acaba ficando um pouco perdida. As coisas para Ester se complicam quando ela passa por uma situação bem séria e fica sem saber a quem recorrer. O autor aborda temas bastante complexos nesse livro, assuntos que agora estão começando a ser discutidos mas que não eram há um tempo atrás.

Maria é a garota mais tímida do grupo e a que tem mais questões pessoais para resolver. A história dela é uma das melhores, eu realmente fico muito feliz quando vejo que autores abordam alguns temas meio “tabu” em seus livros e Maria tem um segredo com relação a ela mesma que te faz ficar pensando o tempo todo sobre o que é e se é tão grave assim. O legal é que ela faz um pouco a linha Garota do Blog, onde ela escreve sobre o segredo dela sem se identificar. O mais bacana é que durante a leitura, aparece o link do blog dela onde você pode acompanhar o que ela escreve, o nome do blog é  Tenho Um Segredo (o blog está em espanhol) e você pode ir acompanhando enquanto lê o livro. Acho fantástico esses autores que criam um universo dentro do livro e trazem esse universo para fora dele, aumentando a sensação de realidade.

César é um personagem totalmente secundário no livro e que teve uma participação um pouco ridícula no filme mas ganhou o meu coração. Ele é a melhor pessoa da vida, aquele carinha super alto astral que te coloca lá em cima em qualquer situação e que também sabe ser amigo. Ele é super fofo e a minha vontade é a de ligar para o autor e pedir um livro só dele! ❤ #QueroUmCésarNaMinhaVida

O livro tem um filme, que eu achei meio sem graça. É bacaninha para assistir em um dia em que você não tem nada pra fazer e quer se distrair um pouco. Achei que a escolha dos atores não foi tão boa assim, não sei se é pelo fato do filme ser espanhol ou pelos atores serem novos, não achei o filme tão bom assim mas, de qualquer forma, vale a pena assisti-lo.

Confere o trailer aí:

A parte chata do livro é que tem continuação mas ainda não tem tradução brasileira e em todos os lugares que eu fui pesquisar, não tinha previsão de quando, ou se, iria ter. Péssima notícia para mim (e para vocês também), que quero saber o que acontece com os outros personagens.

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Nível de amor?

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Só pelo fato de não ter continuação com tradução em português, ou uma previsão se vai ou não ter, vamos diminuir nosso nível de amor.

Você pode comprar o seu livro clicando aqui.

BEDA2016

AssinaturaPamella

 

 

 

 

Filme: Esquadrão Suicida #BEDA05

Hey people, aqui é a Pâmella!

 

Ontem foi a estreia do filme mais aguardo do ano e , como não poderia deixar de ser, o L’Explorateur foi lá conferir e veio rapidinho aqui contar tudo para quem ainda não viu…

Ai, gente… O que dizer sobre esse filme que mal estreou e eu já considero pakas? ❤ (insira aqui um suspiro apaixonado).

Gente, eu sou mais do que suspeita para falar dele pelo simples fato de ter a participação da Arlequina e do Coringa mas, eu juro que vou tentar fazer o meu melhor por vocês aqui, ok? Então, tá. Respira fundo e vem comigo…

 

Esquadrão Suicida

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“Após a aparição do Superman, a agente Amanda Waller (Viola Davis) está convencida que o governo americano precisa ter sua própria equipe de meta-humanos, para combater possíveis ameaças. Para tanto ela cria o projeto do Esquadrão Suicida, onde perigosos vilões encarcerados são obrigados a executar missões a mando do governo. Caso sejam bem-sucedidos, eles têm suas penas abreviadas em 10 anos. Caso contrário, simplesmente morrem. O grupo é autorizado pelo governo após o súbito ataque de Magia (Cara Delevingne), uma das “convocadas” por Amanda, que se volta contra ela. Desta forma, Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Capitão Bumerangue (Jai Courtney), Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje), El Diablo (Jay Hernandez) e Amarra (Adam Beach) são convocados para a missão. Paralelamente, o Coringa (Jared Leto) aproveita a oportunidade para tentar resgatar o amor de sua vida: Arlequina.”

O filme tá tipo, FODA!!! Não tem outra palavra para descrever e, sim, eu sei que a crítica anda detonando, falando mal para caramba mas, fala sério, ele está tudo de bom!! A trilha sonora é um espetáculo e vocês sabem o quanto a gente ama música por aqui, né? Eu achei que depois de 50 Tons de Cinza nenhum outro filme iria me ganhar no quesito trilha sonora mas me enganei PROFUNDAMENTE!

Tem humor, tem ação (colega, a quantidade de tiros disparados nesse filme, não dá nem pra começar a imaginar, é de deixar o Rambo morrendo de recalque), tem magia, tem superação, tem prova de amizade e laços familiares e, como não poderia faltar, tem romance (sim, vai ter romance entre Coringa e Arlequina, sim e se reclamarem, eles ainda casam e vão ter dois filhos).

Teve uma coisa que eu reparei no filme e que, se vocês prestarem um pouco de atenção, também vão reparar. Algumas cenas que foram para o trailer não foram para o filme. Agora me explica uma coisinha, pra que fazer isso? Pra que colocar no trailer e não colocar no filme? A gente quer ver essa bagaça completa. Me ajuda ai né, colega?

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Eu sou apaixonada pelo casal Coringa e Arlequina e, durante o filme, tem algumas cenas que são somente deles dois, no mundinho deles e que mostram que, mesmo o Coringa sendo um tremendo louco FDP, ele realmente gosta da Arlequina e faz de um tudo pra ter ela de volta. Fora que o filme explica (pra quem não sabe) como eles se conheceram e como surgiu esse caso de amor e ódio que paira sobre eles. É muito amor por um casal de vilões! ❤ ❤

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Você sabe o que eles dizem sobre os loucos…

Falando sobre Coringa, a interpretação do Jared Letto foi espetacular! Adorei vê-lo fazendo o papel do #MeuMalvadoFavorito no cinema e o melhor de tudo é que ele não desmereceu os anteriores, muito pelo contrário, ele manteve o nível. Acho que cada filme tem o Coringa que precisa e cada ator que o interpreta, coloca uma “essência” de si diferente no personagem e a do Jared fez meu coraçãozinho morrer de amores, com sua pegada menos dark do que a do Heath Ledger (saudades), um pouco mais “clean” e engraçada, mas não tão puxada para a comédia, como a do Jack Nicholson, até porque, são Coringas diferentes, de universos distintos. O do Esquadrão Suicida, por exemplo, é mais puxado para um gângster, é um vilão no auge da vilania, por cima da carne seca, mais malvado e embriagado pelo poder do que um palhaço sociopata louco.

A Amanda Waller da Viola Davis também é outra que rouba a cena do filme. Mano, ela dá mais medo do que a vilã em si. Cada vez que aparece, ela comprova que não liga de passar por cima do que ou de quem for para conseguir o que quer e muito menos tem medo de enfrentar adversários maiores do que ela. A mulher é uma rocha, mano… Dá medo real!

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Agora, outra que deu o nome realmente nesse filme foi a Margot Robbie com sua Arlequina. Mesclando momentos de loucura, com momentos de lucidez e até amor pelo próximo, ela roubou a cena e nos deixou caidinhos por ela…

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Agora, vamos falar um pouco sobre os pontos em eu acho que a crítica especializada teve razão:

  • A apresentação dos personagens ficou um tanto quanto apressada. Ela acontece na forma de flashbacks, enquanto a personagem de Viola Davis apresenta seu plano de formar o Esquadrão. Só que não precisava ser tão flash assim, né? Tem umas animações no meio que ressaltam alguns pontos sobre os personagens e elas aparecem tão rápido, que mal deu tempo de ler.
  • A edição não é das melhores. Caso você não saiba, algumas partes do filme forma refilmadas e ele ganhou cenas novas também. Acho que isso tudo ficou meio jogado na tela em uma tentativa de última hora de melhorar o que poderia já estar muito bom.
  • A vilã não está a altura do Esquadrão e a explicação dos motivos de suas maldades é um tanto fraca. Concordo com alguns críticos que disseram que talvez um ditador sanguinário tentando derrubar os Estados Unidos tivesse um efeito melhor. Ou o próprio Coringa como vilão e ter a Arlequina dividida entre pará-lo e ajudá-lo seria mais empolgante.
  • Existiam personagens que só estavam ali para morrer mesmo e eu achei uma perda de tempo divulgá-los tanto quanto os outros.
  • O 3D é completamente dispensável. Para mim, até atrapalhou um pouco, já que a fotografia dark do filme por si só já dificulta enxergar algumas coisas.

Eu até entendo porque os verdadeiros fãs da DC e dos personagens ficaram meio decepcionados. Falta roteiro sim, falta aprofundamento, cuidado, carinho. Dá pra ver direitinho o quanto eles tentaram superar Deadpool, porém, em um balanço final, se você não leu os HQs e só quer ver mais um filme muito, mas muito maneiro mesmo de super-heróis, vale o ingresso sim! O meu valeu! E valerá de novo, porque eu vou voltar ao cinema por esse filme, porque fazia muito tempo que um filme não me deixava de boca aberta no cinema, querendo mais. Os pontos negativos estão aí mas não atrapalham em nada o divertimento.

Agora, se você esteve perdido em algum lugar na Lua e não viu o trailer, confere aí abaixo e dá só uma olhada no que te aguarda na telona mais próxima:

Agora só nos resta aguardar da maneira mais calma possível, o filme sair em DVD e BlueRay para a felicidade ser completa.

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Aguardando de boas aqui…

E só pra deixarem vocês com um gostinho do que você vai ouvir pelo cinema, sente essa batida …

Eu não sei porque, mas esse clipe tem uma pegada de Bad Blood da Taylor Swift. Acho que é só pelo fato dela também ter um Squad! 

PS: FICA DEPOIS DO FIM QUE TEM CENA PÓS CRÉDITO!

Se você ainda não foi ver, corre pros cinemas porque o filme, em termos de entretenimento, tá espetacular! Valeu a espera…

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Filme: Como Eu Era Antes de Você

Hey pessoas!! Como vão??

 

Vocês sabem que aqui no L’Explorateur a gente adooora uma estreia no cinema, né? Principalmente quando se trata de uma das mais aguardadas adaptações literárias dos últimos meses.

Pois bem, fãs de literatura e cinema, hoje é dia de matar um pouco da curiosidade e compartilhar minha opinião sobre o filme que eu estava ansiosíssima para ver…

 

Como Eu Era Antes de Você

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“Rico e bem sucedido, Will (Sam Claflin) leva uma vida repleta de conquistas, viagens e esportes radicais até ser atingido por uma moto, ao atravessar a rua em um dia chuvoso. O acidente o torna tetraplégico, obrigando-o a permanecer em uma cadeira de rodas. A situação o torna depressivo e extremamente cínico, para a preocupação de seus pais (Janet McTeer e Charles Dance). É neste contexto que Louisa Clark (Emilia Clarke) é contratada para cuidar de Will. De origem modesta, com dificuldades financeiras e sem grandes aspirações na vida, ela faz o possível para melhorar o estado de espírito de Will e, aos poucos, acaba se envolvendo com ele.”

Antes de começarmos a falar sobre o filme em si, devo confessar uma coisa: eu li “Como Eu Era Antes de Você” apenas uma semana da estreia do filme. Sim, já houve resenha desse livro aqui feita pela Pâmella mas, mesmo assim, eu não tinha lido. Aí, com a proximidade da estreia, me bateu uma curiosidade doida e eu resolvi ler o livro antes de ver o filme. E que sorte a minha…

Se você também já leu, mas ainda não viu o filme, eu tenho duas notícias para te dar: uma boa e uma ruim.

A boa é que o roteiro do filme foi escrito por nada menos do que a própria Jojo Moyes, autora do livro. Já a notícia ruim é que isso não é uma garantia de que ele seja satisfatório para quem leu e conhece a história de Lou e Will.

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É que, no livro as coisas são muito bem explicadas e você conhece a motivação por trás de cada ação dos personagens. Só que no filme acontece tudo meio rápido demais. Você mal está absorvendo o peso de uma cena e ela já é cortada e passa para outra, deixando pouco tempo para pensar.

O roteiro da Jojo foi bastante fiel ao livro, porém, deixou de lado fatos importantes ocorridos que são básicos na construção dos personagens, como por exemplo, o segredo da Lou, uma coisa que aconteceu com ela quando ela era mais jovem e que faz com que ela leve a vida que leva, sempre se recusando a evoluir. Tem também o segredo do Sr. Traynor e os capítulos onde a perspectiva muda e a história deixa de ser contada pela visão da Lou.

Ficou parecendo que a Jojo adaptou o livro para ser apenas mais um romancezinho água com açúcar de hospital com uma receita certeira para agarrar a atenção dos mais românticos.

Mas é claaaaro que um filme tão aguardado teria seus pontos fortes, né? Bom, o primeiro deles é a escolha dos atores principais. Emillia Clarke se saiu excelente como Lou. Expressiva, ela me fez gargalhar com seus trejeitos e me fez amá-la com seu olhar de cãozinho perdido.

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Já o Sam Clafin… Mano… O Sam Clafin atingiu um outro nível pra mim…

Ele conseguiu fazer o Will do jeitinho que eu imaginei no livro. É incrível a expressividade que ele conseguiu passar para um personagem que não se mexe do pescoço para baixo. Ficou tão bem feito que o Sam conseguia passar as emoções do Will através de um olhar, ou uma careta, uma pausa bem colocada em uma frase. Sério, ele foi muito bem. Quase dava para sentir na pele o quanto deve ser difícil amar uma pessoa e não poder abraçá-la, por exemplo, ou  a dor de não conseguir desapegar de uma vida que não te pertence mais.

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Mais um ponto positivo são as falas. Cheias de bossa e de piadinhas que fizeram o cinema todo gargalhar, uma delas inclusive, fez geral dar “vivas” no meio do filme, acreditam? Ah! E por falar nas piadas, assistam ao filme legendado e prestem atenção à primeira fala do Matthew Lewis (o eterno Neville de Harry Potter), porque ele interpreta o Patrick, namorado da Lou e uma de suas primeiras frases só vai entender quem é fã de verdade de Harry Potter!

No geral, é um bom filme. Muito bonito, com cenários maravilhosos mas que não conseguiu me tocar por ter sido um tanto apressado. Não me senti emocionada mesmo sabendo de antemão o quão triste seria o final. Ainda assim, recomendo muito que você veja este filme se amou o livro como eu amei. Só não crie expectativas altas demais, como as que eu criei. E se você ainda não leu o livro, talvez você ache o filme apenas mediano.

E se você ainda precisa de ajuda para decidir se assiste “Como Eu Era Antes de Você” ou não, aí vão os dois trailers…

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Por hoje é isso e keep exploring!

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