Projeto “Vai Um Café?”: As Várias Versões de Mim #PostagemColetiva

Hey pessoas!! Como vão??

 

Hoje tem post aleatório nesse blogzinho que está devagar, mas não está morto!

 

AS VÁRIAS VERSÕES DE MIM

Sabe quando você está em uma conversa sobre signos e alguém vira e fala que o que importa mesmo é o seu ascendente?

Sempre achei que isso explicava muita coisa a meu respeito…

Primeiramente eu devo dizer que, apesar de ser um tanto cética com relação às previsões, eu acredito sim que o dia, mês e hora do nosso nascimento (dentre outras coisas) têm influência em aspectos da nossa personalidade.

Se não fosse assim, como eu conseguiria explicar para mim mesma os tantos aspectos contraditórios que compõem esse maravilhoso serzinho chamado “eu”?

Para exemplificar, existe uma Juliana dentro de mim que é um tanto conservadora, que gosta das coisas certinhas e muito bem explicadinhas. Que não consegue compreender como algumas pessoas parecem ter uma certa dificuldade para tomar decisões na vida.

Na mesma pegada, existe uma Juliana em mim que crê na força do acaso. Em uma energia desconhecida que nos empurra pela vida, botando tudo e todos em seus devidos lugares.

Outro exemplo: houve um tempo em que eu não saía de casa sem maquiagem e sair sem usar lápis preto bem forte, tanto na pálpebra de cima, quanto na de baixo, era inconcebível para mim!

Hoje em dia, quando eu decido sair de maquiagem, o lápis de olho pretão e pesadão dá espaço para um delineado gatinho delicado apenas na pálpebra de cima, acompanhado de algumas boas camadas de máscara para cílios…

“Mas como isso é possível?”, você deve estar se perguntando…

Amigo, eu te respondo com uma outra pergunta: como isso pode não ser possível?

Como é que determinados seres humanos conseguem caminhar sobre a terra sendo sempre a mesma pessoa, sem nuances, sem aspectos interessantes e peculiares que os tornam uma peça única e rara?

Como conseguem passar a vida sendo lineares?

Eu não consigo ser assim. Sou um amontoado das experiências que vivi, das coisas que vi e de tudo aquilo que me encanta, mesmo que nada disso combine entre si.

Sou do time do Raul e prefiro ser essa metamorfose ambulante meeeesmo!

Tem como ser de outro jeito? Eu acredito que não e que, daqui até o fim dos meus dias, muitas outras Julianas ainda vão habitar esse eu corpo…

Ah! E caso você esteja se perguntando, eu sou de Virgem com ascendente em Aquário e sim, isso explica muita coisa…

E aí, curtiram o texto? Concordam que, ao longo da vida, existem várias versões de nós? Este post foi mais uma cortesia do “Vai Um Café?” e eu aproveito o momento para dizer que o grupo está aceitando novos membros, então, se você estiver a fim de fazer parte do grupo mais amô das internê, é só preencher o formulário disponível na nossa fanpage, belezinha?

Por hoje é isso e keep exploring!

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Grupo “Vai Um Café?”: Por que/ Para quem eu escrevo? #PostagemColetiva

Hey pessoas!! Como vão??

 

Olha quem está de volta depois de looongas férias!!! \o/\o/\o/

É gente, não teve jeito. 2016 foi um ano tão complicado que eu precisei tirar um tempo de folga para me recompor (e quem não precisou?) e botar as ideias no lugar.

Era pra ser só por alguns dias, mas eu aproveitei o tempo para repensar alguns itens do design do blog (gostaram?) e criar conteúdo novo e fresquinho para vocês! Yay!

Mas enfim, 2017 está aqui, com direito até a gravidez da Queen Bey e, se até ela está trabalhando, quem sou eu pra ficar de bobeira, né?

E como primeira postagem de 2017, hoje não vai ter playlist, não. Mas em compensação vai ter post feito em conjunto com a galera esperta do “Vai Um Café?”!!

Você já parou para pensar por que o seu blogueiro ou blogueira, autor ou autora favorito (a) escreve? Qual a motivação por trás de uma pessoa que decide colocar suas ideias e sentimentos no papel ou na tela de um computador? Como eles fazem para superar a vergonha de divulgar seus trabalhos?

Bom, eu só posso falar por mim, mas escrever é uma forma de organizar os sentimentos, fazendo com que fique mais fácil compreendê-los.

A vida é corrida, as coisas não são fáceis, temos decisões a tomar, escolhas a fazer, partidos para tomar, é muita informação o tempo todo sendo jogada em cima de nós… Você às vezes não sente que sua cabeça poderia explodir?

Pois é, amigo, quando eu sinto isso sabe o que eu faço? Eu escrevo.

E o mais engraçado é que eu nem me lembro de quando comecei a usar a escrita como válvula de escape para as agonias do cotidiano. Quando dei por mim, já tinha diários e cadernos e arquivos no computador cheios de ideias aleatórias.

Tem um poema do Paulo Leminski que representa bem minha relação com a escrita:

“Razão de ser

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?”

Quando leio este poema, eu entendo que Leminski quis dizer que, da mesma forma que uma aranha tece teias porque é isso que ela faz, ele escreve porque é isso o que ele faz. É como se ele dissesse que a escrita é uma coisa tão natural para ele, que não tem razão de ser. Apenas acontece, como um reflexo.

E é assim que eu me sinto, sabe? Eu escrevo porque é isso que eu faço, é isso que eu sou.

Quanto à parte do “para quem eu escrevo”, lembro que o primeiro post do blog falou um pouco sobre isso. Lá, eu dizia que, se apenas uma pessoa se interessasse pelo que eu tinha a dizer, então era para essa pessoa que eu escreveria.

Hoje, quase três anos depois, nada mudou. É claro que uma parte de mim quer o reconhecimento, quer ver cada vez mais pessoas se beneficiando de tudo aquilo que eu trabalho tão duro para colocar aqui de uma maneira legal, quer, quem sabe um dia, publicar até um livro. Mas tem outra parte, a parte que escreve por reflexo, que não se importa se ninguém ler. Ela só quer botar em palavras o que não cabe mais no coração…

Escrever é e sempre será, para mim, talvez o lado mais importante de todos os lados que compõem quem eu sou.

E com isso dito, tudo o que vocês podem esperar é que venha muita coisa boa por aí nesse 2017 que mal começou e eu já considero pakas…

Por hoje é isso e keep exploring

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Maneiras de Se Livrar do Bloqueio Criativo

Hey pessoas!! Como vão??

 

Eu sempre quis ter um blog. Sempre achei que todas as coisas que eu descobria ao longo da vida deveriam ser compartilhadas, ao invés de viverem trancadas dentro da minha cabeça e sempre gostei muito, mas muito mesmo, de escrever.

Então, era de se esperar que, quando eu tivesse um bloguinho pra chamar de meu, as ideias fluíssem sem problema e a falta de conteúdo para escrever passasse longe de ser uma preocupação, né?

No mundo ideal talvez mas, no mundo real, o dia a dia leva nossos nervos ao limite, fazendo com que uma coisa que pode parecer muito simples como ter uma ideia para transformar em post, se torne uma missão praticamente impossível…

É sério, gente! Por mais que eu ame escrever, há dias em que as ideias simplesmente não vêm e não há santo que me faça aquietar a bunda na frente do computador para escrever um post que preste! E por mais que o L’Explorateur não seja tão velho assim (estamos caminhando rumo ao 2º aniversário!), assumir a missão de criar conteúdo dia após dia me rendeu um ou outro truque para “forçar” a minha amiga criatividade a dar as caras por aqui, truques esses que eu vou compartilhar com vocês agora meixmo, bora lá?

 

Previna-se

dexter anotando

Sabe aqueles dias em que você está com a criatividade exalando por cada poro do seu corpo? Aproveite  e anote o máximo de ideias que conseguir! Assim, quando o bloqueio criativo aparecer, você já vai ter umas ideias de backup para te salvar.

 

Converse com seus amigos

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Conversar com outros blogueiros ou com aqueles amigos que não têm blog, mas te servem de público, pode ser uma excelente fonte de ideias. Já perdi as contas de quantas vezes cheguei numa roda de amigos e soltei “gente, tô sem ideias pro blog” e fui agraciada com um montão delas vindas das pessoas de quem eu mais gosto. Dá até ânimo de escrever bem bonito para honrar a ideia que me foi dada assim, de bom grado…

 

Um rolêzinho ou dois

passeando

Cara, uma das coisas que nunca falham quando eu preciso ter ideias é sair para dar uma volta. Pode ser uma ida ao supermercado, ao parque com o meu cachorro ou uma simples volta no quarteirão. Alguma coisa no movimento da rua ou nas pessoas passando para lá e para cá vai despertar aquela ideia adormecida em um cantinho esquecido da sua mente.

 

Varie o cenário

cafe

Eu não estou falando de deixar de escrever no quarto para escrever na sala, não. Estou falando de levar seu notebook para um lugar diferente do habitual, como uma cafeteria, por exemplo. Peça uma bebida bem gostosa, coloque uma música bacana para tocar, ponha os fones de ouvidos e permita-se ser transportado para o seu mundinho particular enquanto sua mente cria.

 

Alcance a inspiração

lendo e rindo

Pode ser vendo um filme, lendo um livro, uma revista ou até fuçando na internet (sites como o Pinterest e o Buzzfeed seeempre me rendem boas ideias). Procrastinar pode ser uma fonte de criatividade que de quebra ainda nos ajuda a relaxar…

 

Abrace o ócio

dormindo

Se mesmo com todas essas dicas a sua cabeça não estiver funcionando mesmo e não houver santo que te ajude a escrever, aceite! Permita-se não fazer nada e sossegar a mente, porque às vezes é a pressão que colocamos em nós mesmos que afasta as ideias que a gente tanto quer ter…

 

Bom, se nada disso der certo, relaxe! Não tente criar quando sua cabeça não estiver colaborando porque coisa boa não vai sair. Até porque, se te serve de consolo, este post aqui foi escrito um dia antes de ir ao ar e é fruto de uma ideia que nasceu na hora de escrever, depois de uns dias de bloqueio criativo…

E aí, quais são suas dicas para driblar o bloqueio criativo? Já testou alguma das dicas acima? Conta pra mim, vai? 😉

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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