Filme: Cinquenta Tons Mais Escuros

Hey pessoas!! Como vão??

 

E eis que depois de uma espera de quase dois anos, ontem finalmente aconteceu a tão aguardada estreia de Cinquenta Tons Mais Escuros, segundo filme da franquia “Cinquenta Tons”.

Tá afim de saber se vale a pena ou não conferir, então cola comigo, pois este post contém altas doses de opiniões sinceras e impressões típicas de quem é parte do público, sem muitos termos técnicos ou análises profundas…

 

Cinquenta Tons Mais Escuros

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Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia. (Não recomendado para menores de 16 anos)

Fonte: Adoro Cinema

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No final do primeiro filme tivemos a tão conhecida cena da despedida de Ana e Christian, marcando assim o final do breve (e intenso) relacionamento.

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Como bem sabemos, o jovem bilionário não é do tipo que aceita um não como resposta, por isso, logo no início do segundo filme temos uma cena em que Ana recebe flores do “ex-my love”, pensa em jogá-las fora, mas acaba desistindo.

Christian, que pode ser bem insistente quando quer, convence Ana a encontrá-lo para um jantar, onde eles poderiam, discutir a relação. Ele vem com aquele discurso de que não aguenta mais ficar sem ela, de que seria capaz de deixar de lado todas as suas “particularidades” para tê-la de volta e exibe até uma prova física de sua tristeza: uma barba por fazer que o acompanha pelo resto do filme.

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Eu gosto!

Ana, agora um pouco mais madura, aceita o amado de volta, porém, agora ela é quem dita as regras de como o relacionamento deverá se desenvolver e a principal delas é chega de regras, contratos e punições.

Christian aceita as condições mas tem dificuldades em deixar de lado seu lado dominador, que se manifesta com força quando, por exemplo, ele compra a editora para qual Ana trabalha e a proíbe de viajar para Nova Iorque com o chefe para um evento literário. Só que desta vez, não é que o Sr. Grey está certo? Jack, o chefe de Ana, acaba se mostrando um canalha assediador e é demitido da editora.

Além de acompanharmos os novos contornos que cercam a relação do casal principal, temos também o mistério que cerca mais uma nova personagem (Leila, uma antiga submissa de Christian) e também o ciúme da famosa “Sra. Robinson”, Elena, que tenta fazer com que Ana fique insegura e largue Christian, ao que a mocinha (em um de seus poucos momentos de atitude) manda a amiga da família Grey ir se catar.

Como uma pessoa que leu os livros e aprecia um filme água com açúcar de vez em quando, devo dizer que Cinquenta Tons Mais Escuros serve seu propósito, que é de oferecer entretenimento e fornecer o auxílio visual para aquilo que os fãs da saga só conheciam através das letras.

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Não vá ao cinema esperando uma grande trama, um roteiro incrível, atuações espetaculares e etc. Sério, quem tem essas expectativas acerca desses filmes ou gosta de se decepcionar, ou não vai ao cinema com frequência, porque quem está acostumado com a forma que a indústria do cinema funciona, sabe que não é só porque um filme é mega aguardado e divulgado que ele vai ser necessariamente bom. O enredo é fraco, assim como nos livros, mas fazer o quê? Os caras tem que agradar à grande massa e fazer dinheiro, ué…

Um ponto que ficou bem claro nesse segundo filme é que eles tomaram mais cuidado com as cenas de sexo, fazendo com que elas ficassem menos explícitas, mas há um excesso de ruídos vindos da Dakota que fazem com que elas fiquem um tanto forçadas. A edição também deu uma melhorada, nada muito incrível, mas pelo menos as cenas não são mais cortadas abruptamente como no primeiro.

Os diálogos são meio chatos, mas tem umas cenas que dá pra dar uma risada. Quanto à atuação, eu gosto da Dakota, gosto da carinha dela e, sinceramente, não sei dizer se é ela que é má atriz ou a Ana que é uma sonsa, porque a personagem me irrita muito. Já o Jamie está mais solto e parece estar mais confortável no papel de bilionário sedutor. Temos mais cenas dele, ouvimos mais sua voz e até temos sorrisos vindos do sempre sério Sr. Grey.

Fiquei um tanto decepcionada com a cena do acidente de helicóptero, porque não passou um décimo do que deve ser a agonia de ter um parente desaparecido em meio a tal desastre. As coisas acontecem muito rápido, as atuações são bem escrotas e a resolução do drama é apressada.

Já na tão aguardada cena do confronto de Leila e Ana, a atuação da Dakota foi ok mas poderia ter sido melhor. Quando chegou a vez de Jamie, ele personificou o dominador como ninguém. Havia uma certa força em seu olhar que foi legal de ver.

Outra cena bastante aguardada pelos fãs, mas que deixou a desejar, foi quando Christian se ajoelha aos pés de Ana, demonstrando sua submissão à amada e invertendo os papéis. O Jamie até conseguiu mostrar certa vulnerabilidade, mas eu esperava mais da cena como um todo. Se bem que a tomada ficou bem boa, pegando Dakota quase saindo de cena e deixando Jamie quase de frente para o público, nos oferecendo um pouco do que seria ter Christian Grey ajoelhado aos nossos pés.

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Ahhh! O ponto mais alto do filme é a trilha sonora que serve bem quem curte música pop ou releituras de clássicos… Tão boa que merece até um post à parte!

Sem mais enrolação, quantas estrelas este filme merece?

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Três estrelas porque não conseguiu mexer comigo, mas serve o propósito de entreter.

No fim, assim como aconteceu com o primeiro filme, eu o recomendo para diversão ou para um passeio com as amigas, mas é só.

Fiquem agora com os trailers para terem um gostinho do que aguarda vocês no cinema mais próximo!

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Filme: Como Ser Solteira

Hey pessoas!! Como vão??

 

Tá vendo? Eu nem bem prometi que falaria mais sobre filmes aqui no blog e já temos mais um post sobre o assunto!! Hahaha…

E o filme de hoje estreou há pouco mais de uma semana e é daqueles perfeitos para a mulherada juntar as amigas e dar um rolê até o cinema mais próximo para assistir (sorry, homens, esse é um típico filme de mulherzinha…).

 

Como Ser Solteira

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“Alice (Dakota Johnson) acabou de sair de um relacionamento e não sabe muito bem como agir sem outra metade. Para sua sorte, ela tem uma animada amiga (Rebel Wilson) especialista na vida noturna de Nova York, que passa a ensiná-la como ser solteira.”

Amigas, se vocês estão achando que esse filme é um manual passo a passo de como ser feliz sendo solteira, assistam, pois vocês vão se surpreender pra caramba.

De uma forma rápida, meio maluca e divertida, o filme conta a história de Alice (Dakota Johnson), que decide pedir um tempo para seu namorado após 4 anos de relacionamento porque precisa “se encontrar”. Ela acha que ficando um tempo solteira, vai poder fazer todas aquelas coisas que gostaria de ter feito mas não fez porque estava sempre ocupada com seu relacionamento.

Ela decide então se mudar para Nova York e acaba arrumando um emprego em um escritório de advocacia. Lá conhece Robin (Rebel Wilson), uma garota maluca e baladeira que decide ensinar a Alice como ser uma jovem solteira em Nova York. As histórias das duas ainda se cruzam com as de Lucy (Alison Brie), uma garota metódica e muito inteligente que criou um algorítimo para encontrar seu par perfeito em sites de relacionamentos, e Meg (Leslie Mann), irmã de Alice, uma obstetra que se orgulha de ter ajudado a trazer milhares de bebês ao mundo, mas nunca quis nenhum para si. Até que decide que é sua vez de engravidar…

 Com quatro mulheres fortes, cada uma à sua maneira, e homens de tipos que todas nós já cruzamos pelo menos uma vez na vida, “Como Ser Solteira” poderia ser só mais um filme bacaninha e divertido sobre o universo feminino para ver com as amigas. Mas, na minha opinião, cumpre um papel bem maior do que esse.

Com um roteiro engraçado, cheio de piadas que chegam até a ser meio difíceis de acompanhar em alguns momentos, o filme acaba nos ensinando que, você pode estar empenhada em um relacionamento com um cara ou até uma amiga, mas o importante é estar feliz e segura de que a qualquer momento você pode estar sozinha, mas não precisa se sentir solitária por causa disso.

Aquela história de “para amar alguém você precisa aprender a se amar primeiro” pode até parecer meio clichê, mas é a mais pura verdade e no fundo a gente sabe muito bem disso. E eu achei legal que um filme claramente voltado para o público feminino tire o foco dos homens e do peso que muitas mulheres colocam em cima deles para serem felizes e mostre que, na maioria das vezes, a felicidade está nas nossas mãos mesmo.

Claro que o filme não é a oitava maravilha do mundo e tem algumas falhas, como a personagem da Rebel Wilson, que se parece com todas as outras que ela já fez. O destaque fica para a atuação da Dakota Johnson, ela é tão natural que você até esquece da Ana de 50 Tons de Cinza. Figurino e trilha sonora também me conquistaram!

Gente, só não esperem um grande filme, com uma grande lição no final, tá? É uma comédia romântica bem levinha que serve apenas para nos lembrar de algumas coisas que a gente já sabe. E agora, para atiçar a curiosidade de vocês, vejam o trailer:

Por hoje é isso e keep exploring!

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