Livro: Americanah – Chimamanda Ngozi Adichie

Hey pessoas!! Como vão??

 

Pra vocês verem o quanto essa Semana da Consciência Negra já estava planejada há tempos aqui no blog, eu li o livro da resenha de hoje há uns quatro meses atrás e guardei minha opinião sobre ele beeeem guardadinha para poder compartilhar com vocês só agora, hahahaha…

Você já ouviu falar da Chimamanda Adichie? Tem certeza que não?? Ouça a música abaixo. Eu tenho quase certeza de que você a conhece. E se você conhece essa música, você conhece a Chimamanda há tempos e nem sabia!

Chimamanda Ngozi Adichie é uma escritora nigeriana e a mulher que faz este discurso feminista que Beyoncé sampleou em Flawless. Aliás, este discurso completo virou um livrinho chamado “Sejamos Todos Feministas” que vale muito a pena ler…

Mas hoje estamos aqui para falar do primeiro livro de uma escritora nigeriana que eu já li na vida…

 

Americanah

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“Uma história de amor implacável que trata de questões de raça, gênero e identidade

Lagos, anos 1990. Enquanto Ifemelu e Obinze vivem o idílio do primeiro amor, a Nigéria enfrenta tempos sombrios sob um governo militar. Em busca de alternativas às universidades nacionais, paralisadas por sucessivas greves, a jovem Ifemelu muda-se para os Estados Unidos. Ao mesmo tempo que se destaca no meio acadêmico, ela se depara pela primeira vez com a questão racial e com as agruras da vida de imigrante, mulher e negra.
Quinze anos mais tarde, Ifemelu é uma blogueira aclamada nos Estados Unidos, mas o tempo e o sucesso não atenuaram o apego à sua terra natal, tampouco anularam sua ligação com Obinze. Quando ela volta para a Nigéria, terá de encontrar seu lugar num país muito diferente do que deixou e na vida de seu companheiro de adolescência.
Principal autora nigeriana de sua geração e uma das mais destacadas da cena literária internacional, Chimamanda Ngozi Adichie parte de uma história de amor para debater questões prementes e universais como imigração, preconceito racial e desigualdade de gênero. Bem-humorado, sagaz e implacável, Americanah é, além de seu romance mais arrebatador, um épico contemporâneo.”

Ai, gente… É tanto amor por este livro e pela Chimamanda, que eu nem sei por onde começar…

Lembram lá no começo da nossa Semana da Consciência Negra, quando eu falei que pretendia fazer intercâmbio nos Estados Unidos ano que vem??? Pois é, eu li este livro logo quando comecei a dar os primeiros passos em direção a esse objetivo e foi tanto inspirador, quanto aterrorizante…

É que eu me identifiquei tanto com a Ifemelu, protagonista do livro, que eu fiquei em um misto de vontade que as coisas boas que aconteceram com ela acontecessem comigo e medo de que pudesse ser do mesmo jeito com as coisas ruins…

Enfim, a história se passa ao longo de dez anos e conta os encontros e desencontros do casal Ifemelu e Obinze, que se conhecem e se apaixonam ainda na adolescência. Os dois são nigerianos e estão prestes a entrar na faculdade, porém, o país vive um momento difícil e o ensino superior está estagnado.

Para correr atrás de seus sonhos, Ifemelu acaba indo fazer faculdade nos Estados Unidos, deixando Obinze para trás. Os dois mantém o namoro à distância, porém, algo ruim acontece com Ifemelu e ela, sem perceber, acaba mergulhando em uma depressão e abandonando Obinze, que fica sem entender nada.

Os anos vão passando, Obinze tenta imigrar ilegalmente para a Inglaterra, Ifemelu conhece novas pessoas, Obinze conhece novas pessoas também e eles vão se afastando ainda mais.

Ifemelu percebe que nos Estados Unidos, ela recebe uma característica que nunca havia feito muita diferença no lugar onde ela nasceu: ela é negra. Só que, esperta que só ela, ao invés de se encolher diante disso, ela se expande e cria um blog chamado Raceteenth, onde posta suas reflexões sobre racismo, cabelo crespo, relações entre brancos e negros, tipos de negros (sim, tem isso) e por aí vai… Aliás, os textos do blog estão entre as melhores partes do livro porque são de uma acidez que dá gosto de ler.

A vida vai seguindo até um ponto em que Ifemelu é uma blogueira bem sucedida nos EUA, que namora um professor universitário negro e americano e Obinze voltou para a Nigéria, enriqueceu de maneira não muito honesta e se casou. Com tudo tão certinho assim, claro que era hora de os protagonistas se encontrarem de novo, né?

O namoro de Ifemelu acaba e ela decide voltar para a Nigéria, mesmo sem ter uma casa ou proposta de emprego por lá. Como era de se esperar, ela e Obinze se reencontram, mas o que acontece daí pra frente, vocês vão ter que ler para saber.

O mais importante a ser dito por este livro é que a escrita da Chimamanda é tão incrível, que o foco principal não é o romance dos protagonistas e você acaba nem se importando com isso. É que ela fala de questões tão reais, tão humanas, que você vai se identificando a cada linha e se apegando de verdade a este livro.

Chimamanda é tão inteligente que seu livro envolve muito mais do que o ponto de vista de uma negra estrangeira nos EUA sobre o racismo. Há questões sobre abuso sexual, depressão, busca pela identidade, relações inter-raciais, feminismo, liberdade sexual e por aí vai…

Recomendo muito este livro se você, negro ou não, está interessado em uma leitura de primeira, que te faça abrir a mente e pensar de verdade em todas estas questões…

E qual o nível de amor por “Americanah”?

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Chimamanda, vem pro Brasil! Quero te conhecer!!!

Ah! Os direitos autorais do livro foram comprados pela atriz nigeriana Lupita N’yongo, então só nos resta aguardar até que ele vire filme…

Você pode comprar “Americanah” clicando aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

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Livro: A Coroa – Kiera Cass

Hey pessoas!! Como vão??

 

Senhoras e senhores, Selecionados e Selecionadas, chegou a hora!

Hoje é o dia em que eu vou contar para vocês um pouco sobre o último livro da saga que eu comecei a ler no ano passado e vim compartilhando aos poucos aqui desde então. Hoje, conhecemos “de leve” como termina a história escrita pela incrível Kiera Cass…

 

**ATENÇÃO: ESTA RESENHA PODE CONTER SPOILERS PARA QUEM NÃO LEU OS LIVROS DA SELEÇÃO **

A Coroa

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“Em A Herdeira, o universo de A Seleção entrou numa nova era. Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil — e importante — do que esperava.”

Bom, vamos lá. Na última resenha dessa saga, nós paramos no final de A Herdeira, que acaba com Eadlyn tendo duas das piores surpresas da sua vida: seu irmão gêmeo Ahren fugiu para ase casar com a mulher amada e, por causa disso, sua mãe teve um ataque cardíaco.

Pois é, gente. Como se não fosse o suficiente ela estar no meio de uma Seleção para escolher um marido que ela não quer, sabendo que o povo que ela terá que governar não a aprova, Eadlyn ainda tem que lidar com mais essas duas questões.

Como nós já sabemos, o Rei Maxon é absolutamente e profundamente apaixonado pela America, então, para ficar ao seu lado nesse momento tão crítico, ele decide nomear Eadlyn princesa regente, para que ela tome conta do país de forma temporária até que America se recupere.

Para facilitar um pouco as coisas, ela decide que é a hora de reduzir o número de Selecionados para chegarem à Elite. Agora, tendo apenas seis concorrentes, Eadlyn acredita que sua missão de encontrar o amor em meio a tantos desafios se tornará mais possível.

Entre deveres reais e pessoas nas quais ela não sabe se pode confiar, Eadlyn ainda tem que desempenhar um novo papel: o de irmã mais velha. E ela descobre que pode ser tão boa nisso, quanto em qualquer outra de suas atribuições.

Ela descobre também que não precisa abrir mão do amor em nome do poder e vice-versa. Neste livro, temos uma Eadlyn muito mais humana e “alcançável” do que no livro anterior e é muito legal ir acompanhando essa evolução conforme ela acontece. Essa Eadlyn é uma bichinha complexa mas, não é que eu terminei o livro gostando dela?

No geral, A Coroa é uma boa leitura. Nele, temos uma história contada por uma perspectiva muito mais política do que romântica e eu acho que isso combina muito com a Eadlyn como protagonista. O que não significa que não exista romance! Chega uma hora no livro em que eu simplesmente não sabia por qual dos meninos torcer, porque acho que cada um deles acrescentava alguma coisa à vida da princesa.

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Bom, não dá para contar mais sem estragar as melhores surpresas do livro, que incluem dois novos pretendentes que não fazem parte da Seleção, a revelação de um segredo envolvendo dois dos Selecionados, uma decisão importante tomada por Maxon e uma história sobre os pais dele que fazem com que Eadlyn consiga tomar a decisão mais difícil de sua vida.

É um bom desfecho. Não tão bom quanto A Escolha, mas muito satisfatório. Eu recomendo, mesmo para quem não tenha gostado de A Herdeira…

Ah! O mais legal é que, como eu comprei esse livro enquanto ele ainda estava na pré-venda, eu ganhei uns cards com ilustrações dos personagens principais! Não sei se ainda é possível encontrá-los mas eu achei umas fotos na internet onde dá pra ver alguns…

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E a seguir, vocês têm todos os posts da saga Seleção para quem estiver curioso e quiser ficar por dentro da história:

A Seleção

A Elite e Contos da Seleção

A Escolha

A Herdeira

Felizes para Sempre

Qual o nível de amor por A Coroa?

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Quatro corações porque eu queria mais momentos da Eadlyn com seu escolhido…

Para comprar A Coroa, clique aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

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Livro: Carry On – Rainbow Rowell

Hey people, aqui é a Pâmella, tudo bem?

 

Tô meio sumida por aqui mas voltei! Estava relendo alguns livros que vocês já estão cansados de saber a história (tipo, Harry Potter e Jogos Vorazes), mas já estou de volta com algumas resenhas novas e legais para vocês.

Eu já falei por aqui sobre a Rainbow Rowell e meu amor por ela desde o primeiro livro que eu li… Em FangirlCath escreve fanfics sobre Simon e Baz como se eles fossem um casal e eu fiquei mega curiosa para saber mais sobre os dois personagens, então,  imaginem minha alegria quando eu descobri que ela ia usar um livro para falar sobre os dois!!

O livro é dividido em 4 outros livros e cada capítulo foca em um personagem. Eu amo livros assim porque você tem a visão de todos os personagens e não fica aquela coisa massante de conhecer somente um lado da história.

Eu não sei se foi porque eu tinha acabado de reler Harry Potter mas percebi que  Carry On é cheio de referencias. Fora que ele é hiper, mega divertido, dá uma vontade de abraçar a Rainbow… Eu parecia uma doida gargalhando pelos transportes públicos da vida enquanto lia…

 

Carry On

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“Simon Snow é um bruxo que estuda numa escola de magia na Inglaterra. Profecias dizem que ele é o Escolhido. Você pode até estar pensando que já conhece uma história parecida. O que você não sabe é que Simon Snow é o pior escolhido que alguém já escolheu.
Poderosíssimo, mas desastroso a ponto de não conseguir controlar sequer sua própria varinha, Simon está tendo um ano difícil na Escola de Magia de Watford. Seu mentor o evita, sua namorada termina com ele e uma entidade sinistra ronda por aí usando seu rosto. Para piorar, seu antagonista e colega de quarto, Baz, está desaparecido, provavelmente maquinando algum plano insano a fim de derrotá-lo.
“Carry On” é uma história de fantasma, de amor e de mistério. Tem todos os beijos e diálogos que se pode esperar de uma história de Rainbow Rowell, mas com muito, muito mais monstros.”

Não sei nem como começar a falar desse livro pra vocês então, vou começar pelo material dele. Uma coisa que eu gostei bastante é que o livro é meio molinho e mais fácil de manusear, não é tão duro como a gente está acostumado a ver por aí e se você for como eu, que não gosta de abrir muito os livros para não estragar a lombada, vai realmente amar essa edição. Eu fiquei apaixonada por esse detalhe…

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Simon Snow 

Agora, vamos falar sobre a história: Simon Snow é considerado o maior bruxo de todos e tem como proposito salvar o mundo das forças do mal que sugam toda a magia, coisa básica, nada com que se preocupar muito, não é mesmo? Como se não bastasse essa tarefa,  Simon tem que lidar com um namoro complicado com a bruxa mais perfeitinha e que foi “designada” para ele e ainda tem um inimigo declarado. A vida não tá fácil pra você, né amigo?

Simon lembra muito o Rony, de Harry Potter. Ele é péssimo com feitiços e mulheres e come como se não houvesse amanhã. Ele tem uma melhor amiga, Penelope Bunce, que nada mais é que a imagem perfeita da Hermione fora dos padrões. Ela tem cabelos coloridos, é morena e gordinha e não se importa com isso por ser inteligente demais para dar atenção à essas bobagens, muito amor por ela! ❤

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A namorada de Simon, Agatha Wellbeloved (são uns sobrenomes muito estranhos) vive entre os normais e sonha em ter uma vida normal com eles (típico de Arthur Wesley com os trouxas) mas, acaba se vendo “presa” em um relacionamento com o Escolhido e, apesar de amar Simon, fica em dúvida sobre o que fazer com seu relacionamento e que rumo tomar na vida. Achei ela meio insignificante para a história, não serviu pra nada e também não ajudou em nada.

Vamos falar sobre meu malvado favorito: Tyrannus Basilton Grimm-Pitch, ou Baz, para os íntimos. 🙂

Ele é colega de quarto de Simon e seu inimigo, fora que tem existe uma certa dúvida sobre ele ser ou não um vampiro. Simon tem como objetivo de vida descobrir se Baz é mesmo um vampiro e mostrar para todos. O jeito de Baz, o ar superior, o tom arrogante, a mania de provocar e irritar a todos, lembra outro personagem conhecido nosso do mundo de HP, Draco Malfoy. Confesso que eu super amei ele. Com suas piadas e trocadilhos e sua língua afiada, ele se torna o melhor personagem da história.

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Baz Pitch 

Acompanhamos a luta de Simon para salvar o mundo e a descoberta de uma forma diferente de amor. E nada poderia ser mais bonito, divertido e gostoso de ler do que essa história. A narrativa da Rainbow faz você se transportar para seu universo e é como se você conhecesse realmente os personagens, como se eles fossem seus amigos e você estivesse ali vivendo tudo com eles. Não posso dizer muito mais sobre a história ou estragaria toda a magia que ela tem mas, eu posso dizer que ela é fantástica. Vale muito a pena conferir essa leitura.

Agora, só pra deixar vocês um pouquinho mais curiosos sobre o livro, fiquem com essa imagem e imaginem em que situação Simon acabou ganhando um par de asas e rabo.

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Penelope, Simon e Baz! 

O meu nível de amor por esse livro só não é maior porque eu ainda não descobri se existem mesmo o resto dos livros de Simon Snow ou não mas, amamos a versão da Rainbow sobre a história dele!

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Nos vemos na próxima semana! 😉

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Livro: Harry Potter and The Cursed Child (Com Spoilers) Parte II

Hey pessoas!! Bora continuar a história??

 

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Pega a pipoca que agora que o negócio fica bom!

Nós paramos na parte e que o Escórpio saiu do Lago sem o Alvo e deu de cara com a Umbridge, né?

Pois bem, nessa nova realidade sem a família Potter, os Malfoy são famosos e bem-sucedidos. Escórpio é admirado e temido por todos na escola e um conhecido combatente do exército “anti-trouxas” da Umbridge. Ele vai se encontrar com o pai, que agora ocupa o cargo que seria do Harry no Ministério da Magia. Eles discutem porque Escórpio está “diferente” e parece interessado demais em saber como Harry Potter morreu. O engraçado é que mesmo sendo um bruxo poderoso e importante no mundo das trevas, Draco não deixou de ser um bom pai para Escórpio e eles acabam tendo um momento de amor pai-e-filho.

De volta à Hogwarts, Escórpio começa a procurar nos livros uma resposta sobre como as coisas ficaram do jeito que estão. Ele descobre que Cedrico ficou tão revoltado por ter sido humilhado na frente de todos na segunda prova do Torneio, que acabou virando um Comensal da Morte. Mas não é só isso! Escórpio descobre uma pessoa em Hogwarts que pode ajudá-lo a consertar as coisas, alguma ideia de quem é? Severo Snape!

Siiim, como não teve que se revelar um traidor, Snape sobreviveu e continua ensinando Poções. Conversando com ele, Escórpio descobre o que deu errado: Cedrico, um Comensal da Morte, matou apenas uma pessoa durante a Batalha de Hogwarts. E essa pessoa foi Neville Longbottom, justamente o cara que matou a Nagini, destruindo a penúltima Horcrux, por isso Voldemort ganhou a Batalha.

Para ajudar Escórpio a consertar o que está errado, Snape conta com a ajuda de Rony e Hermione, que sobreviveram à Batalha e agora vivem foragidos. Eles ajudam Escórpio a voltar à primeira prova do Torneio e fazer com que Cedrico vença. Na volta, nada mudou e eles ainda estão no mundo em que Voldemort reina, então, Hermione, Rony e Snape se sacrificam para que Escórpio possa voltar até a segunda prova do Torneio e impedir que Cedrico seja humilhado.

As coisas dão certo, Escórpio volta para o mundo “real” e encontra Alvo. Logo, os meninos são encontrados por seus pais, Rony, Hermione e a Profª McGonagall mas Escórpio acaba perdendo o Vira-Tempo na viagem. Eles explicam tudo para os adultos e acabam aprendendo a lição, mas não acaba por aí, não…

Harry tem mais um sonho sinistro. Dessa vez, ele e Tia Petúnia estão no túmulo d e seus pais, quando o próprio Voldemort aparece. Ele acorda assustado e certo de que Alvo ainda está em perigo.

Enquanto isso, em Hogwarts, Escórpio revela a Alvo que não perdeu o Vira-Tempo, e sim, guardou-o para que eles pudessem destruí-lo e nunca mais passar pelo que passaram. Harry e Gina chegam à Hogwarts e descobrem que os meninos sumiram. Os dois estão no Corujal decidindo como destruir o Vira-Tempo, quando Delphi chega e se oferece para ajudar. Quando ela se abaixa para pegar o artefato, uma tatuagem de um Agoureiro, que é um pássaro nativo da Grã-Bretanha e da Irlanda, aparece em seu pescoço. Acontece que o Agoureiro era o símbolo da realidade paralela em que o Voldemort reinava e Escórpio percebe a conexão.

Ele pede para que Delphi devolva o Vira-Tempo, mas ela se recusa e foge, levando os garotos como reféns. Os adultos se reúnem e Rony revela que viu os garotos conversando com Delphi no Corujal, mas achou que ela era namorada de Alvo e saiu antes de poder ver o que aconteceu. Eles decidem ir até o retiro onde Amos vive para saber mais sobre Delphi e descobrem que ele sequer tem uma sobrinha e que Delphi usou um feitiço para confundir Amos e usá-lo para saber sobre o Vira-Tempo.

Enquanto isso, Delphi leva os garotos para o campo de Quadribol para voltarem no tempo direto para o labirinto da terceira tarefa do Torneio. Lá ela revela que seu plano é trazer de volta o mundo onde Voldemort reina para ser seu braço direito. Ela menciona uma profecia que diz que “quando os sobressalentes forem poupados, quando o tempo tiver virado, quando as crianças invisíveis assassinarem seus pais: o Lorde das Trevas retornará”. Cedrico é o sobressalente, porque ele morreu apenas porque estava acompanhando Harry, Alvo é a criança invisível que “matará” Harry trazendo Voldemort de volta e Delphi usa o Vira-Tempo para voltar à noite da terceira tarefa.

Chegando lá, ela arrasta os meninos pelo labirinto e ameaça usar a maldição Crucio, caso eles não colaborem, mas acaba sendo desarmada por ninguém menos do que o próprio Cedrico Diggory, que liberta-os. Quando Cedrico segue em frente no labirinto, Delphi reaparece e destrói o Vira-Tempo logo quando ele está mudando de ano. Ela leva os meninos consigo e depois some.

Enquanto isso, os adultos invadem o quarto de Delphi no retiro para bruxos idosos. Gina descobre em uma velha lâmpada á óleo, a profecia de Delphi dita em ofídioglossia, a língua das cobras e mais: eles descobrem que o motivo para ela estar tão determinada a trazer o Lorde das Trevas de volta é que ela é filha dele. Pois é, o Voldemort teve uma filha com Belatriz Lestrange!!!!!!!

Nesse meio tempo, os meninos estão em uma estação de trem tentando descobrir onde estão. Quando descobrem que estão no dia 30 de outubro de 1981, exatamente na véspera do assassinato dos pais de Harry, correm para Godric’s Hollow porque percebem que Delphi vai impedir que Voldemort morra tentando matar o Harry Potter bebê.

No tempo presente, Harry vai até seu escritório e tem uma leve lavada de roupa suja com o retrato de Dumbledore que acaba com os dois confessando que se amam como se fossem pai e filho. Quando Dumbledore vai embora, Draco chega e revela que o Vira-Tempo que Delphi roubou não era único. Seu pai, Lúcio Malfoy, também tinha um e eles podem usá-lo para ir atrás dos garotos. Só resta saber em que ano eles estão.

De volta ao passado, Alvo tem uma ideia brilhante de como avisar aos adultos no presente de onde eles estão. Quando vê Lílian embrulhando o Harry bebê em seu cobertor, ele se lembra de quando derrubou a Poção do Amor nele e de que Poções do Amor contém Pó de Pérola, que, em contato com Tinta de Seminviso, que é invisível, queima. Como sabe que Harry vai procurar o cobertor, que é como um amuleto da sorte para ele, quando estiver buscando poelo filho, Alvo rouba Tinta de Seminviso da casa de Batilda Bagshot e escreve uma mensagem no cobertor com ela, assim, a mensagem só será visível no presente, quando a Poção do Amor for derramada sobre ele.

O plano dá certo e os adultos usam o Vira-Tempo de Draco para ir atrás dos meninos. Chegando lá, eles os encontram e contam o que descobriram sobre Delphi. Eles decidem esperar a hora do assassinato dos pais de Harry para transfigurá-lo no próprio Voldemort, uma vez que ele é o único que sabe falar a língua das cobras. Quando Delphi for atrás do falso Voldemort, o resto dos bruxos atacará.

Chega a hora de colocar o plano em prática. Delphi se revela para Voldemort/Harry, mas o feitiço começa a falhar, ela desconfia que está sendo enganada e ataca. Os demais saem do esconderijo, Alvo resolve lutar e ajuda o pai a prender Delphi, que implora para morrer, já que vai ter que viver sem conhecer o pai. Harry sabe como é ser órfão mas decide levá-la de volta para o presente para ser presa em Azkaban e pagar pelo que fez, mas quando estão prestes a partir, o verdadeiro Voldemort aparece em Godric’s Hollow para cumprir sua missão de assassinato. E Harry é obrigado a ver seus pais morrerem pela segunda vez, sem poder fazer nada.

De volta ao presente, tudo está no lugar certo. Alvo finalmente entende que seu pai trocaria toda a fama e as aventuras que viveu para ter seus pais ao seu lado e enfim, diante do túmulo de Cedrico, pai e filho se entendem pela primeira vez…

FIM!

E é isso, gente! Ufaaa!! Hahahaha! E aí, gostaram da história? Agora, sabendo de tudo o que aconteceu, vocês podem voltar naquela resenha que eu postei ontem e me dizer se concordam ou não, que tal?

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Livro: Harry Potter and The Cursed Child (Spoiler Free)

Hey pessoas!! Como vão??

 

Quando o mais recente livro da saga Harry Potter saiu, após uma looonga espera, eu tinha duas opções: a primeira era esperar até o dia 31 de outubro para que a versão traduzida para o português fosse lançada aqui no Brasil…

A segunda era que eu poderia fazer a louca-fanática-Potterhead-que não teve infância e comprar logo o meu exemplar em inglês mesmo, aproveitando o meu passeio à Bienal de São Paulo para fazer isso. Vocês conseguem adivinhar qual das duas opções eu escolhi?

Sim, sim, demorou mais chegou a hora de compartilhar com vocês tudo o que eu senti lendo a mais nova história do bruxinho mais amado do mundo! Bora lá?

 

Harry Potter and The Cursed Child

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A Oitava História. Dezenove Anos Depois.
Baseado em uma nova história original escrita por J.K. Rowling, Jack Thorne e John Tiffany, uma nova peça escrita por Jack Thorne, Harry Potter and the Cursed Child é a oitava história da série Harry Potter, a primeira história oficial de Harry Potter a ser apresentada no palco.
Sempre foi difícil ser Harry Potter e não está muito mais fácil agora que ele é um sobrecarregado funcionário do Ministério da Magia, um marido e um pai de três crianças em idade escolar.
Enquanto Harry luta com um passado que se recusa a ficar onde deve, seu filho mais novo Alvo tem dificuldades com o peso de um legado de família que ele nunca quis. Quando passado e presente se fundem sinistramente, pai e filho aprendem uma verdade desconfortável: às vezes, a escuridão vem de lugares inesperados.

Eu fiquei tão, mas tão feliz de ter a oportunidade de descobrir uma nova história da saga Harry Potter que eu resolvi fazer dois posts a respeito. O primeiro é este aqui, que é completamente spoiler free (pelo menos para quem leu os sete primeiros livros da saga), para aqueles que preferem não saber de nada antes de ler o livro. O segundo sai amanhã e é cheinho de spoilers, para aquela galera que não se aguenta de curiosidade e quer ler o livro já sabendo o que vai encontrar!

Mas enfim, falando do livro, eu li algumas resenhas antes para me inspirar a escrever e tudo o que eu consegui foi me irritar com um bando de gente reclamando de coisas bem idiotas!

Acontece que, mesmo que isso tenha sido dito à exaustão na época que a peça que originou o livro estava para sair, algumas pessoas perderam a informação de que não se tratava de um novo livro escrito pela J.K. Rowling, como os outros da saga e sim, o roteiro da peça Harry Potter and The Cursed Child que foi baseada em um conto escrito pela J.K, e aí neguinho saiu por aí reclamando que se sentiu enganado…

Em parte, isso é culpa da mídia que imediatamente nomeou o livro de “oitava história de Harry Potter” mas gente, será que eles não estão um pouquinho certos? Bom, vocês vão entender melhor logo mais…

A história começa exatamente no epílogo de Harry Potter e as Relíquias da Morte (esse foi um lindo toque, aliás), bem naquela parte em que o Harry se despede dos filhos na plataforma 9 3/4, antes deles embarcarem rumo a Hogwarts.

O livro não é narrado da maneira que estamos acostumados. Como se trata de um roteiro, a gente tem uma visão mais descritiva dos pensamentos e sentimentos de todos os personagens porque as cenas são escritas de forma a guiar o trabalho dos atores, ou seja, rola um “fulano está em tal lugar, sentindo tal coisa e fazendo tal cara”, mas isso não atrapalha a leitura e, na minha opinião, nos ajuda a visualizar melhor as cenas.

Falando da história, ela se passa 19 anos depois do fim da Batalha de Hogwarts e conta como a vida dos personagens principais se encaminhou desde que Harry venceu a luta contra Voldemort. Alvo é o filho do meio de Harry e a história gira em torno dele e das dificuldades que ele tem em “ser um Potter”. Por conta do peso que o nome da família carrega, Alvo acha que precisa se encaixar em certos padrões (como ser da Grifinória ou ser bom no Quadribol) e isso faz com que ele se afaste do pai, colocando nele a culpa pela pressão que sofre.

Harry, por sua vez, está atolado de trabalho e não consegue se conectar com o filho. Ele não consegue perceber o que há de errado com o Alvo e o porque de tanta revolta, já que para ele, a época em que estudou em Hogwarts foi a melhor da sua vida.

Então, do alto daquela fase revoltada pelas quais muito de nós já passamos quando éramos adolescentes, Alvo decide provar para todo mundo que pode ser um ótimo bruxo à sua maneira, sem precisar seguir os passos do pai. Como ele vai fazer isso? Bom, ele ouve uma conversa de Harry com Amos Diggory, o pai do Cedrico, em que eles falam sobre os rumores de que há um Vira-Tempo no Ministério da Magia capaz de voltar anos no tempo, e não só horas como o Vira-Tempo que a Hermione usou em O Prisioneiro de Askaban.

Com isso em mente, Amos decide pedir para que Harry volte no tempo e tente salvar Cedrico da morte, já que na verdade era o Harry que o Voldemort queria matar. É claro que o Harry se recusa, porque sabe que não se deve mexer no passado, mas Alvo decide atender ao pedido de Amos, só para contrariar o pai.

Daí pra frente, temos uma aventura digna dos livros de J.K. Rowling, com direito a pitadas de humor, amizades improváveis, reviravoltas inesperadas e uma volta ao passado que vai matar a saudade dos Potterheads de plantão! Eu confesso que não engoli os argumentos do Alvo 100%, para mim pareceu coisa de criança mimada. Mas não é que dá para tirar uma linda lição do livro? J.K. Rowling manja das filosofias, gente…

Ah e sabem qual é o melhor personagem do livro, na minha opinião? Escórpio Malfoy! Sim, um Malfoy é o melhor personagem do livro, mas vocês vão ter que ler para entender o por quê!

E para finalizar, qual o nível de amor por Harry Potter and The Cursed Child?

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Nível máximo porque HP é HP, né?

Você pode comprar a versão em inglês clicando aqui, ou esperar a versão em português que sai no dia 31 de outubro e está em pré-venda aqui.

Por hoje é isso e keep waiting, que amanhã tem a resenha com spoilers!

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Geração Broken Heart </3

Hey people, aqui é a Pâmella…

 

Esses dias eu entrei em uma livraria só para me atualizar das novidades e paquerar os livros que eu quero muito e que ainda não comprei e eis que me deparo, no meio da sessão juvenil, com milhares de livros sobre COMO SUPERAR UM FIM DE RELACIONAMENTO.

A primeira coisa que eu pensei foi: “mas o que esse monte de livro está fazendo na sessão juvenil”? O segundo pensamento foi: “será que tem tanta gente assim com o coração partido para essa quantidade de livros ser necessária”?

Não sei se é coisa da idade ou se eu já tenho as manhas de fim de relacionamento (assim, entre nós, eu já namorei muito, mas muito mesmo) mas, eu juro que não consegui entender essa necessidade de livros de auto ajuda pra esquecer um relacionamento que chegou ao fim.

Eu sei que a gente sofre, se sente mal, custa a aceitar que aquela pessoa que você amou por um longo período te deixou e que você não sabe como vai ser sua vida dali pra frente mas vamos ter um pouco de amor próprio né, minha gente? Até porque, o fim de um relacionamento não é o fim da vida. O caso é, ver esse monte de livros de auto ajuda me fez ficar pensando e ruminando essa coisa toda ao longo daquele dia.

Como o livro estava na sessão juvenil, eu fui pensar nas”crianças” de hoje em dia, crianças essas que estão extremamente precoces (digo isso porque tenho um irmão de 14 anos e eu vejo o que tá rolando), estão se relacionando cada vez mais cedo, estão saindo pra shoppings e rolezinhos, fora os bailes funk da vida por aí e algumas ainda QUEREM ter filhos com 12, 13, 14 anos achando que isso vai segurar o namoradinho que ela acha que vai ser eterno…

Tá, não vou ser hipócrita e dizer que eu era santa nessa idade mas, meu primeiro beijo eu dei com 13 anos, eu nem pensava em ter filhos, eu queria mais era sair e conhecer vários meninos e sair beijando todos, porque beijar é uma das melhores coisas do mundo e como dizia minha sábia avó: Beijar é cultura porque você aprende varias línguas. 

Eu só fui pensar em sexo com 17 anos e ainda assim, achava que era cedo demais pra qualquer coisa. Eu juro que não consigo entender essa nova geração que tem pressa em ser adulto, em ter responsabilidades, em ter filhos… Gente, crescer não é tão legal assim, sabe? Tem contas, tem responsabilidades, tem trabalho, tem prazos, tem metas, tem trabalhos de faculdade (mas avaliando as “crianças”, quem é que pensa em faculdade?)… Crescer não é bacana!!

Mas vou voltar a focar nos livros. Outro dia eu me aprofundo um pouquinho mais nesse assunto.

Me digam vocês, caros leitores, tá tão difícil assim superar o fim de um relacionamento? Eu vi um livro com 30 dicas para superar o ex em um mês. Gente, na boa… Eu sei que terminar um namoro não é fácil, você fez planos com a outra pessoa, vocês compartilharam experiências e tudo o mais mas, será que precisa mesmo de todo esse drama? Eu pergunto isso porque, olhando pra trás na minha vida, eu vejo que eu poderia ter poupado muitas lágrimas, poderia ter focado em coisas melhores do que me afundar no poço chorando dias a fio por uma pessoa que provavelmente, já estava em outra.

Enfim, o livro que me causou tamanho espanto foi esse:

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Até achei a ideia bacana para ajudar a distrair a mente, focar em outra coisa mas tem uma atividade nesse livro que é extremamente “educativa”, consiste em ligar os pontos e, quando você termina, forma uma mão mostrando o dedo do meio. Qual a necessidade disso?

Não tô falando que você tem que ser a best do(a) ex e ajuda-lo a comprar lingerie pra próxima namorada, mas pra que ter tanto ódio de uma pessoa que um dia fez você feliz? Pra que ficar falando mal e praguejando? Não vejo essa necessidade, não entendo o motivo.

Quanto ao livro, não estou criticando, por favor, entendam isso. O que eu quero saber é: existe mesmo essa necessidade? Precisa de um livro que faça a cova do teu/tua ex ou que te ajude a mostrar o dedo pra ele(a)? Precisa fazer a forca com a foto dele(a)? Precisa ter um bonequinho de vudu? Não, né?

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O bonequinho pode ser fofo, mas a intenção com certeza, não foi!

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No final das contas, o livro que promete te ajudar a esquecer o ex, acaba virando uma homenagem a ele(a)…

O que eu acho é que está faltando é amor próprio, Se a Geração Desapega se juntasse com a Geração Broken Heart, gente, todo mundo ia ser mais feliz, os desapegados iriam ajudar os iludidos na sofrência e o povo de coração partido iria poder se amar um pouco mais. Vamos todo mundo formar a GERAÇÃO AMOR PRÓPRIO!!!! Olha que lindo que ia ser.

Achei que o autor teve um ótimo senso de humor ao fazer o livro, porque a gente fica com raiva mesmo, quer xingar, bater, esmurrar, deseja que o outro morra ou que a(o) atual do seu(sua) ex seja feio ou encha ele(a) de chifres e um livrinhos com essas “atividades” pode até distrair a mente (ou fazer com que tenhamos ideias piores) mas, ele foi muito infeliz com a forma que propôs as atividades que ele usou no livro. E a loja também estava um pouquinho errada ao colocar esse livro na sessão juvenil. Será que ninguém tá vendo que não se fazem crianças como antigamente? Pra que incentivar ainda mais o desamor?

Galerinha, leiam a tia aqui com bastante atenção agora, eu realmente adoro cada um de vocês que vem até aqui e perde alguns minutos lendo as coisas que eu posto e é por isso que eu digo, vamos nos amar mais!

Vamos amar mais o próximo, vamos encher nosso corpo de amor e luz, encher de paz, de auto estima, de liberdade, de prazer pela vida… E depois, se sobrar um tempo, entre uma série e outra, vamos namorar, vamos transbordar. E se não der certo, não vamos nos afundar num poço frio e escuro e ficar lá sofrendo pela eternidade. VAMOS VIVER! A vida não para, ela não espera você se recuperar pra viver, enquanto você tá sofrendo, você tá perdendo um monte de coisas boas da sua vida. Foca na felicidade e vai! ❤ 😀

Fica aqui esse pensamento e muito, mas muito mesmo, amor no coraçãozinho de cada um de vocês. ❤

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Livro: Coroa Cruel – Victoria Aveyard

Hey people, aqui é a Pâmella…

 

Sabe aquela sensação de “fui enganado”? Então… Tô me sentindo assim com relação a esse livro… Meio passada…

Comprei o livro achando que seria a continuação bafônica da história que eu tinha começado a acompanhar mas, não é… 😥 #Sofrendo

Tá que eu li o livro na ordem errada da saga, MAAASSS, tá tudo certo mesmo assim…

ALERTA DE SPOILERS!!!!!

 

Coroa Cruel 

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” Duas mulheres — uma vermelha e uma prateada — contam sua história e revelam seus segredos. Em Canção da Rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal — tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte. Já em Cicatrizes de Aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta — e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho.”

O livro conta a história da mãe do Cal, como ela conquistou o Rei Tiberias e se tornou a Rainha e conta sobre sua morte. Eu particularmente achei a história dela muito sem sal nem açúcar, bem sem graça. Acho que isso aconteceu porque Coriane era bem sem graça, eu não sei por que o Rei acabou se apaixonando por ela e também não vi aquela pessoa marcante e tal. Agora, se a história falasse sobre o irmão dela, aí sim seria outro assunto. Acho que a vida dele era bem mais interessante do que a dela.

Achei também o Rei bem mimadinho, vendo por esse lado como ele era indiferente às coisas e à vida em volta dele,  eu quase fico feliz com o destino que ele teve em Espada de Vidro. Lógico que tem toda aquela coisa de: “Ele foi criado pra ser Rei”, “Ele não podia mudar muita coisa”, “Essa é a unica vida que ele conhece”, quase os mesmos pensamentos que temos com relação a Cal, porém, se todo Rei nasce e é criado dessa forma, que porcaria de reino é esse? E não é de se admirar que o reino seja a confusão que é. Esse povo tá tudo precisando de uma aula de “como ser um rei decente”.

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Já a história de Diana Farley, mostra o começo da Guarda Escarlate. Como foi que eles se formaram e onde
Diana entra nessa confusão toda. Os ideais dela e quando ela conhece Shade e descobre que nem só os prateados tem poderes. Preciso dizer que a história dela é bem mais interessante e, de novo, nossa querida Victoria tem um jeito dramático de finalizar seus livros. Por mais que conte o resto da história nos outros dois livros da saga, eu queria saber mais sobre o ponto de vista dela, como ela estava encarando tudo aquilo, todo o romance com Shade e quando ela percebeu onde isso tudo ia dar.

O livro é bem curtinho e não tem muito segredo. Além dos dois contos, ele também vem com o mapa de Norta e o primeiro capítulo de Espada de Vidro (lembra que eu disse que tinha lido os livros na ordem errada? Então… ). Vale a pena ter os livros pra saber um pouco mais e entender a fundo a história dos personagens, pra ter um pouquinho mais de empatia pela história também. Eu ainda acho que a autora poderia ter melhorado a história da Coriane e acrescentado mais coisas à vida da comandante Farley mas a gente acaba se contentando com o que tem… Kkkkkkk…

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Ordem correta dos livros. 😛

Agora a nós, meros leitores, aflitos pela continuação de Espada de Vidro, só resta aguardar pela continuação e algumas informações sobre o filme. Na minha humilde opinião, essa é a pior parte de ser uma leitora. Acho que é por isso que eu só vou atrás dos livros depois que toda a animação com relação a ele já passou. Fica mais fácil ter a continuação e, às vezes, você consegue comprar todos os livros de uma só vez.

Dica da tia: Esperem todo mundo já ter se cansado do livro pra depois querer começar a ler. Vale mais a pena e não tem tanta espera e sofrimento. 😉

Você pode comprar se Coroa Cruel clicando aqui.

Vamos ao nível de amor?

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Vão ser só quatro corações pela decepção de ser só dois contos à parte… 

Até a próxima!

AssinaturaPamella