Livro: Amy, Minha Filha – Mitch Winehouse

Hey pessoas!! Como vão??

 

Como vocês sabem, eu gosto bastante de ler biografias. Acho interessante para poder não só conhecer a história daqueles que admiramos, como para aprender lições valiosas com a vida deles.

Das (poucas) biografias que eu já li, hoje vou falar daquela que me emocionou do início ao fim e que me encheu de inspiração para a vida…

 

Amy – Minha Filha

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“Mitch Winehouse narra a vida da própria filha, Amy Winehouse. Segundo o relato, desde a infância ela se destacou por sua personalidade considerada espirituosa, brincalhona e espontânea. Mitch conta como Amy se tornou uma grande estrela, sucumbiu ao vício das drogas e morreu prematuramente aos 27 anos, em julho de 2011.”

Esse foi um daqueles livros que meus maravilhosos amigos me deram ano passado no meu aniversário. Por mais que eu goste da Amy, se eu não tivesse ganhado o livro, era bem provável que eu não o comprasse por vontade própria apenas por não querer estragar a imagem que eu tinha dela na minha cabeça.

Cara, ainda bem que eu li esse livro!

Por mais que há quem diga que Mitch não era assim tão íntimo da filha e nem tão bonzinho quanto parece (e quem é, afinal?), a forma com que ele narra a história de uma das mais brilhantes artistas da atualidade, desde sua infância, passando por seus dias mais sombrios, até seu triste e repentino fim, para mim, só pode ser descrita como emocionante.

Em vez de estragar a imagem que eu fazia da Amy, conhecer sua história através de alguém tão próximo me fez admirá-la ainda mais por perceber o quão humana aquela figura excêntrica, criada pela mídia para vender jornais e render cliques, poderia ser.

O maior problema de se ler um livro que fala de alguém que você sabe que já morreu e sabe como morreu, é que você já começa a ler se sentindo meio triste. E me entristeceu mais ainda descobrir como uma artista tão brilhante, que trazia a música no sangue e tinha um dom genuíno para compor, poderia ter tanta dificuldade em se aceitar e tanta facilidade para sucumbir aos maus pensamentos.

Ao longo do livro, Mitch nos conta como Amy era quando criança, uma menina criativa e fora do padrão, sendo às vezes até tachada de incapaz na escola, por ter uma mentalidade mais inventiva e direcionar sua inteligência de maneira diferente do que o considerado “normal”. Depois ele fala da Amy mais velha, dando os primeiros passos rumo ao início de sua carreira musical, até encontrar Blake Civil, o cara que ferrou com tudo.

Através da escrita de Mitch, podemos perceber que para ele Blake é o grande vilão da história. O responsável por arrastar Amy para um mundo de drogas pesadas e automutilação que, mesmo depois do término do casamento deles, deu lugar a um vício em álcool. De acordo com os relatos do pai de Amy, o relacionamento dela com Blake era uma espécie de buraco negro, sempre sugando-a para uma sucessão de erros, que quase lhe custaram sua carreira.

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Mas nem só de tristezas é feita a história de Amy. No livro, é possível acompanhar parte de seu processo criativo e ter uma prova concreta do quão excepcional era essa mulher. Descobrimos que, por baixo daquela carcaça doida, tinha uma mulher sensível, capaz de transformar a maior de suas tristezas em arte, e das boas.

Vocês sabiam, por exemplo, que todas as músicas compostas por Amy dizem respeito a algo vivido por ela? Todos os sentimentos expressados em suas letras eram seus mesmo e ela dizia que era incapaz de escrever sobre algo que não sentisse e ainda tinha mania de anotar frases soltas, para mais tarde transformá-las em letras de músicas também…

E é por essas e outras que eu hiper recomendo essa biografia inspiradora e que meu nível e amor por este livro é:

5corações

Nível máximo! ❤

Para comprar o seu “Amy, Minha Filha” e conhecer a história dessa artista que nos deixou tão cedo, clique aqui. Infelizmente, só encontrei este livro no formato digital.

Agora fiquem com minha música favorita de Amy Winehouse..

Por hoje é isso e keep exploring!

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8 comentários sobre “Livro: Amy, Minha Filha – Mitch Winehouse

  1. Eu adoro Amy.
    Estava chegando a um restaurante, numa cidade do interior do estado, quando soube que ela havia nos deixado. Nenhuma outra pessoa ali – além das que estavam comigo – parecia saber o que tinha acontecido. Eu fiquei meio em choque, chorei, lamentei… Até hoje, sempre que escuto suas músicas, me incomoda MUITO pensar que ela não está mais aqui para nos presentear com os frutos do seu talento. É complicado pensar nisso, sabendo que a fama contribuiu para arrastar Amy para o buraco…
    Enfim, há muitas coisas envolvidas. Nenhum drama como o dela é simples. E, mesmo que eu compartilhe a visão de que Blake tem uma parcela grande de “culpa”, não isento Mitch da sua parcela. Para a infelicidade dele (como se ele ligasse), assisti ao documentário Amy antes de ler o livro dele (ainda não o fiz). Por enquanto, resisto a mudar de ideia e enxergá-lo como um mocinho, hehe.
    Estou com outra biografia da Amy em mãos. Por Chas Newkey-Burden. Pretendo fazer um post sobre ele quando terminar a leitura… E, quem sabe depois, leio a escrita por Mitch também!

    Beijos

    Curtido por 1 pessoa

    • Pois é, a biografia escrita pelo Mitch é um verdadeiro conto de fadas e foi muito difícil ler tentando ignorar as partes em que claramente ele romantizou as coisas… Vou ler essa do Chas Newkey-Burden que você falou para ter outra visão. Quero muito ver o documentário mas estou protelando porque sei que vou chorar, hahaha…
      Beijo 😉

      Curtido por 1 pessoa

      • É… O documentário tem a mesma sensação que você menciona de saber que tudo se refere a alguém que já morreu. Não apenas porque é bacana, mas por conhecer o desfecho, a gente vai torcendo para que o doc não chegue ao fim. Eu me diverti a maior parte do tempo e fui ficar tensa só quando percebi que estava encaminhando para terminar… 😦 Fora isso, super vale a pena!
        Beijos

        Curtido por 1 pessoa

  2. Pingback: Top 5: Amy Winehouse |

  3. Eu pre-ci-so desse livro, estou até vendo a respeito para comprar agora. Essa mulher sempre me fez ter duas opiniões, acho que 8 e 80 com ela não funciona. É um sentimento de amor, pena, saudade… que talento, que fim.
    Beijo

    Curtido por 1 pessoa

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