Livro: Deixe a Neve Cair

Hey people, aqui é a Pâmella.

 

Vocês já sabem que eu sou um pouco apaixonada por John Green e, na minha coleção, o único livro dele que faltava era esse… Depois de ganhá-lo de presente e namorá-lo muito na estante junto com os outros, eu finalmente resolvi ler.

Para você que está saindo de uma ressaca literária, que não consegue escolher qual será seu próximo livro, eu mais do que recomendo esse.

É muito amor por essa história. ❤

 

Deixe a Neve Cair

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O livro consiste em três contos que interagem entre si, cada um foi escrito por um autor diferente e eles focam em personagens que, à principio, você presume que sejam secundários…

 

O Expresso Jubileu – Maureen Johnson 

O conto fala sobre Jubileu, uma adolescente que não consegue acreditar que namora o garoto mais perfeito da escola. Eles começaram a namorar na noite de Natal e estão com grandes planos para o aniversário de um ano de namoro, até que os pais de Jubileu são presos e ela começa perceber que o namorado, que até então era perfeito, acaba sendo não tão perfeito assim… Como se não bastassem esses contratempos, ela ainda se vê obrigada a viajar de trem pela maior nevasca de todos os tempos, e muita coisa acontece nesse meio tempo.

Eu me apaixonei pelo “Expresso Jubileu”, tipo, me apaixonei real… Queria continuar lendo sobre aquela parte da história, ver o desenrolar daqueles personagens, como seria o futuro deles, se teria alguma reviravolta, se aconteceria algo extraordinário e etc… Fiquei realmente triste quando acabou e tive que partir pro conto seguinte 😦

Confesso que já comecei a procurar livros da autora, prevejo uma nova queridinha na minha estante… *-*

 

O Milagre da Torcida de Natal – John Green 

O segundo conto é do Tio João Verde e, como sempre, tem um trio na história. Um trio de amigos meio nerds que não têm grandes planos para a grande noite de Natal, até que uma ligação muda tudo. Eles saem no meio da maior nevasca de todos os tempos para uma lanchonete, só para ver algumas líderes de torcida ensaiando. É claro que como sendo um conto do Tio Verde, as coisas não seriam tão fáceis durante este pequeno trajeto. Esse é o mais divertido dos três contos.

 

O Santo Padroeiro dos Porcos – Laureen Myracle

O conto final é sobre uma garota que está sofrendo as dores da culpa por ter “traído” o namorado e ter seus defeitos colocados na mesa, com um pedido de mudança feito pelas amigas, afinal, se você adora julgar e acha sempre uma desculpa para os seus próprios erros com base no que os outros fizeram, talvez o problema não seja deles, e sim, seu. Esse já é um pouco mais “romanticozinho” e, na minha opinião, o conto do amadurecimento, por assim dizer…

 

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Depois de Will & Will, eu comecei a gostar desse tipo de livro, onde mais de um autor escreve a mesma história com diferentes pontos de vista. Isso te faz enxergar a história como um todo por outra perspectiva…

Qual o nível de amor por “Deixe A Neve Cair”?

5corações

É muito amor por uma história só ❤

Você também pode comprar o seu clicando aqui.

Mas me diz aí, onde e com quem você gostaria de estar durante a maior nevasca de todos os tempos?

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Barulho: Iggy Azalea – Team

Hey pessoas!! Como vão??

 

Adivinhem quem está de voltaaa???

 

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Siiiim! Após um silêncio de quase um ano, Iggy Azalea está de volta com um single que, até agora, tem dividido opiniões…

Aliás, quando se trata de Iggy Azalea, tudo gera uma divisão de opiniões, porque há quem ame a rapper e quem a considera fraca…

Eu acho que ela rima bem, é boa mas não é o tipo de rap que merece o título de “rap” no sentido puro da palavra. O que ela faz não pode ser comparado, por exemplo, com Public Enemy. Na minha opinião, está mais para um rap comercial. Uma coisa mais acessível para quem gosta do ritmo, mas não presta muita atenção na letra…

E por mim tudo bem, já que eu gosto dela mesmo… Acho que a Iggy está aí para ser a Iggy e não outra pessoa…

 

 

Bom, o single novo tem potencial para hit porque aposta em três elementos muito fortes: primeiro, a batida forte e meio eletrônica que é a cara da Iggy; segundo, uma espécie de “pré-clipe” todo baseado em passos de dança contagiantes (haja bateção de cabelo, Braseeeel) e terceiro, uma letra que deixa transparecer um pouco do momento atual de Iggy, uma amostra pequena (bem pequena mesmo) de vulnerabilidade que pode fazer com que algumas pessoas se identifiquem…

Ah, e eu disse “pré-clipe” porque, ao que me parece, Iggy está preparando um clipe oficial, no qual ela mesma promete arrasar na dança…

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Bom, profunda ou não, “Team” já me pegou e eu estou ouvindo loucamente nas minhas playlists.

E aí, pessoal, “jóinha” sim ou não pra Dona Iggy??

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Quando a Mudança Se Faz Necessária

Hey pessoas!! Como vão??

 

Como já comentei com vocês algumas vezes, eu faço parte de um grupo de blogueiros no Facebook chamado “Vai Um Café?” (é essa imagem que aparece aqui do lado inferior esquerdo do blog) que tem como propósito criar uma interação genuína entre os blogueiros.

Parte das atividades do grupo consiste em postagens coletivas mensais, que nada mais são do temas em comum sobre os quais os blogueiros deverão escrever até o final do mês vigente.

Quando os temas para as postagens deste mês saíram, nós tínhamos duas opções: “Afinal, O Que Nós Queremos” (sobre o dia da mulher) e “Quando a Mudança Se Faz Necessária“, que foi o tema que eu escolhi…

Confesso que a escolha do tema não foi a coisa mais fácil de se fazer, porque, mesmo tendo algo para falar sobre os dois assuntos, um deles (o que eu escolhi), tinha muito a ver com as coisas que vêm passando pela minha cabeça ultimamente e eu me senti meio intimidada de ter que encarar essas coisas de uma forma mais concreta.

Porque, uma coisa são pensamentos aleatórios que vêm e vão nas nossas cabeças o tempo todo. Outra bem diferente é organizar esses pensamentos em um texto e encarar a verdade que vai se revelar por trás daquelas palavras à medida que você as escreve… E eu acho que foi por isso mesmo que eu escolhi este tema em vez do outro… Tem uma verdade que está em algum canto da minha mente mas que, como não consigo organizar meus pensamentos, não consigo acessá-la…

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Minha cabeça esses dias…

Afinal de contas, quando se faz necessária a mudança?

Sim, esse alarme tocou na minha cabeça… E foi um susto estar super focada no cotidiano e, ao dar uma parada para olhar em volta, descobrir que tem certas coisas que eu não deveria estar fazendo, coisas que estavam atrasando minha caminhada e criando um vão gigantesco entre onde eu estou e onde eu gostaria de chegar.

Depois do susto da descoberta, veio a dúvida: é isso mesmo? Tem alguma coisa errada ou eu só estou com frescura e reclamando de barriga cheia? Pensei, pensei, conversei com amigos próximos (Alê, Tânia e Carol, vocês foram essenciais), mas o que fez toda a diferença, foi consultar a pessoa mais afetada por tudo aquilo: eu.

Só que não eu mesma. Consultei aquela Juliana de 10 anos atrás. Perguntei pra ela se era isso mesmo que ela esperava, se ela estava orgulhosa da Juliana de hoje…

Ela me disse que se surpreendeu com a Juliana que eu me tornei. Ela tinha muito medo de não conseguir um bom emprego e de não conseguir fazer faculdade por conta das condições financeiras da sua família, então, estava muito feliz pelo fato de que no futuro ia ter concluído a faculdade que escolheu e ter um excelente emprego com um salário mais do que suficiente. Ela estava orgulhosa, principalmente, de ter conseguido vencer o medo da opinião dos outros e ter criado (e mantido!) o blog que ela tanto sonhava porque gostava tanto de escrever, que escrever só para si já não bastava mais.

O caminho até ali tinha sido difícil, mas vitorioso. Só que ela achava que ele já tinha dado tudo o que tinha que dar. Havia sonhos que ela gostava de sonhar e que estava muito decepcionada por a Juliana de hoje ter parado de persegui-los. Então, ela me perguntou se eu ia me desfazer deles, já que não estava mais usando.

E foi aí que eu encontrei a resposta. A mudança se faz necessária quando todos os caminhos que você pisou até agora podem até te levar a bons lugares, mas não os lugares em que você gostaria de estar. Os lugares em que você deveria estar.

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Não se engane. Você sabe muito bem onde deveria estar. Dentro do seu coração, você sabe sim. Eu sei também. E se for necessário dar meia volta de onde estou agora e começar um novo caminho do zero, que seja! Se a mudança for necessária, que venha!

E se eu tiver que fechar os olhos e saltar de um precipício apenas esperando que haja água para receber quando eu chegar lá embaixo, que eu pule!

E seja o que Deus quiser… And may the odds be always in my favor…

Letra e tradução

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Top 5: Motivos para se alegrar! \o/

Hey pessoas!! Como vão??

 

Desde que comecei o L’Explorateur os posts que eu mais gosto de escrever, mas que ainda assim são os mais desafiadores para mim, são os de “Top 5”.

Para conseguir criar essas playlists sem repetir os temas, eu busco inspiração nas datas comemorativas, nos acontecimentos do mundo e no meu cotidiano. Sendo assim, pode ser que algum Top 5 saia de algo que algum amigo meu falou, algo que eu vi na televisão ou até mesmo de uma frase de um livro ou revista…

Dia desses, conversando com o pessoal do grupo de blogueiros mais “Amô” do Facebook, do qual eu tenho muito orgulho de fazer parte, pedi ajuda para um tema para usar em um Top 5 porque estava sem ideias… Aí, a Isabella Chrystina, do blog Isabella CAS, sugeriu um tema que para mim seria meio difícil de traduzir em uma playlist… Difícil, mas não impossível!!

E é por isso que o Top 5 de hoje vem com 5 clipes que ilustram bons motivos para se alegrar nessa segundona, mesmo que as coisas não estejam lá tão fáceis assim na nossa vida…

 

1. Dias de Sol

Esse clipe do OMI é a representação mais fiel do que eu mais gosto nos dias de Sol… As cores, as roupas… Para mim, dias de Sol deveriam ser feriados para que todos pudessem sair e aproveitar, hahaha… Fala sério, tem como não se alegrar em um dia lindo assim?

 

2. Bichos

Eu DU-VI-DO você passar por esse clipe do Weezer sem sorrir ou soltar um “oooown” pelo menos uma vez!! Tá sentindo? Esse calorzinho no coração? É alegria… 😉

 

3. Doces

Precisa falar mais alguma coisa?? Doces… Apenas.

 

4. Musica e Dança

Ok, ninguém mais aguenta “Happy” do Pharell… Mas é que não tem clipe que expresse melhor o efeito da música e da dança nas pessoas… A gente fica mais feliz e ponto! Ah, e boa sorte para tirar essa música da cabeça agora…

 

5. Livros ❤

Livros, gente!!! Claro!!! Porque, se as coisas não estiverem indo bem no mundo real, sempre dá para dar uma escapadinha para o mundo da fantasia através dos livros! O que você quer ser hoje? Uma princesa? Uma guerreira? Uma bruxa em Hogwarts?

 

E agora, munidos de todos esses bons motivos para deixar a tristeza, o cansaço ou a preguiça para lá, vamos dar início à nossa semana cheios de alegria no coração, combinado??

Mas, antes de nos despedirmos, que tal vocês me contarem aí nos comentários o que faz vocês se alegrarem mesmo nos momentos mais difíceis?

Ah, e eu gostaria de deixar aqui o meu “muito obrigada” à Isabella pelo lindo tema…

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Filme: A série Divergente – Convergente

Hey people aqui, é a Pâmella.



Semana passada foi a estreia de Convergente, o final da série Divergente e é lógico que o L’Explorateur foi conferir para poder contar tudo pra vocês!!

 

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” Após a mensagem de Edith Prior ser revelada, Tris (Shailene Woodley), Quatro (Theo James), Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) deixam Chicago para descobrir o que há além da cerca. Ao chegarem lá, eles descobrem a existência de uma nova sociedade.”


Confesso que nunca me interessei pelos livros da série, até porque, já sabia dos spoilers sobre o final e isso me fez perder a vontade de ler. Porém, eu gosto dos filmes e acho que, pela primeira vez em muito tempo, eu fui assistir a uma adaptação literária sem saber muito sobre a história, contando somente com uma curiosidade genuína para saber o que vai acontecer. 

Confesso também que estava até com um friozinha na barriga devido à expectativa, kkkkk…

Mas vamos lá, vamos começar falando sobre a divulgação: O marketing que gira em torno desses filmes é sempre o melhor e te faz ter vontade de assistir logo, mesmo que você não esteja muito familiarizado com a história, só para estar “na moda”… 

E é claro que com o final de uma grande franquia não poderia ser diferente, dêem só uma olhada nos pôsteres de divulgação:

 

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Que fique bem claro que eu achei uma enorme sacanagem deixarem a Christina toda “mulambenta” nos outros filmes pra só nesse darem uma arrumadinha nela.

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Tô passada com o Peter sendo mais puro que o Caleb. Sério, logo ele que sempre foi o que menos prestou de todos, sempre foi o cretino. :O

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Eu não consigo nem me expressar sobre esses pôsteres, só sei que quero todos eles pela minha casa, todos eles em tamanho real só para poder ficar admirando todos os dias. 😀

Como sempre, tem dois trailers antes da estreia, cada um com mais detalhe que o outro e que fazem a gente ficar na contagem regressiva para o dia da estreia. Ou sou só eu que faço isso? oO

 

 

Agora vamos ao que interessa, minha opinião sobre esse filme que promete ser recorde em bilheteria!

Depois de descobrir que os  Divergentes não são o problema e que eles não estão sozinhos no mundo, Tris, Four, Peter, Caleb e Christina resolvem ver o que tem através da cerca, indo contra a “Nova Ordem”. Ordem essa que tem como líder a mãe do Four querendo instalar o caos por toda a cidade e destruindo as facções.  Infelizmente eu vou ter que parar por aqui, caso eu conte mais alguma coisa sobre a trama, pode virar um grande spoiler e vai acabar com toda a graça, não é mesmo?
O filme está extremamente fodástico no quesito efeitos especiais, todos eles te prendem e te fazem imaginar como seria estar naquele lugar, daquele jeito e vivendo aquilo tudo.
A história se desenrolou de uma maneira mais interessante do que eu imaginava. Me deu até vontade de ler o livro pra saber mais detalhes sobre tudo o que acontece.

Mas, apesar de tudo isso, achei o filme um pouquinho monótono e, acabou me decepcionando. Não esperava nada do que aconteceu porém, não fiquei extremamente surpresa. O único ponto alto do filme é o Peter, porque ele é o traidor mais covarde da vida e sem ele, o filme não teria a menor graça.

Eu esperava que o filme fosse acabar por aí mas… Vai ter parte 2 de Convergente, sim. Apesar de em lugar nenhum estar anunciando o filme atual como “Parte 1”.

Alguém me explica pra que fazer isso? Qual o problema de fazer um filme só? É pra aumentar a expectativas dos fãs? É pra lucrar ainda mais? Não entendo direito pra que fazer isso.

Para quem é fã da saga, vale a pena ir assistir. Agora para quem não é, assim como eu, vale a pena também. Pode ser que você se divirta bastante e se surpreenda.

É isso pessoinhas, aproveitem o fim de semana e vão até o cinema mais próximo conferir a estreia do momento!

 

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Livro: Vida e Morte

Hey people, aqui é  a Pâmella…

 

Ano passado, a série que dividiu o mundo entre amor e ódio completou 10 anos. Isso mesmo, eu tô falando dos nossos queridos e odiados Vampiros e Lobisomens, Team Jacob e Team Edward…

Houve muita especulação com relação a essa edição. Todo mundo esperava que a titia Stephenie Meyer fosse lançar o Midnight Sun, (aquela versão de Crepúsculo em que o Edward conta os acontecimentos) mas não foi bem isso o que aconteceu…

 

Vida e Morte

Carta ao leitor:

” Oi, Querido Leitor!
Mais uma vez, feliz aniversário, e bem – vindo ao novo extra em comemoração aos dez anos da primeira edição original de Crepúsculo!
Mas uma coisa de cada vez:

SINTO MUITÍSSIMO.

Sei que vai haver muito choro e ranger de dentes porque este novo material adicional (A) não é totalmente novo e, principalmente, porque (B) não é Midnight Sun. (Se você está achando que eu não entendo a sua dor, garanto que minha mãe já deixou isso bem claro pra mim) Vou explicar como este extra surgiu e espero que a explicação torne as coisas, se não melhores, ao menos compreensíveis.
Pouco tempo atrás, minha agente me procurou e perguntou se havia alguma coisa que eu pudesse fazer para o relançamento em homenagem ao aniversário de dez anos de Crepúsculo. A editora estava querendo algum tipo de prefácio ou uma carta de “feliz aniversario”. Eu achei … Bom, para ser sincera, achei bem sem graça.  O que eu poderia escrever que fosse divertido e empolgante? Nada. Então,  pensei em outras possibilidades, e, se faz você se sentir melhor, eu até pensei em Midnight Sun. O problema era o tempo: não havia tempo. Sem dúvida, não o bastante para escrever um livro, nem mesmo meio livro.
Enquanto eu refletia sobre Crepúsculo depois de tanto tempo longe da história e discutia o problema do aniversário com amigos, comecei a pensar em algo que eu falava antigamente, em sessões de autógrafo e entrevistas. Bella sempre foi muito censurada por ser salva em várias ocasiões, e as pessoas a acusavam de ser a típica donzela em apuros. A isso, sempre respondi que Bella é uma humana em apuros, um ser humano normal cercado de todos os lados por pessoas que são basicamente superheróis ou supervilões. Ela também foi criticada por se deixar consumir demais pelo interesse amoroso, como se isso fosse exclusividade de meninas. Mas sempre defendi que não teria feito diferença se o humano fosse homem e o Vampiro fosse mulher; ainda seria a mesma história. Deixando o gênero e a espécie de lado, Crepúsculo sempre foi uma história sobre a magia, a obsessão e o frenesi do primeiro amor.
Então pensei: E se eu testasse essa teoria? Poderia ser divertido. Como costuma acontecer comigo, comecei acreditando que faria um ou dois capítulos. (É engraçado/triste o fato de que ainda não me conheço bem.) Lembra que eu falei que não havia tempo? Felizmente, este projeto, além de ser divertido, foi rápido e fácil.  Acontece que não tem tanto diferença entre uma humana apaixonada por um Vampiro e um humano apaixonado por uma Vampira. E foi assim que Beau e Edythe nasceram.
Algumas observações sobre a adaptação:

1. Inverti o gênero de todos os personagens de Crepúsculo, mas há duas exceções.

  • A maior é com Charlie e Renée, que continuaram sendo Charlie e Renée. O motivo é o seguinte: Beau nasceu em 1987. Era raro um pai ganhar a guarda de uma criança na época,  mais raro ainda se fosse um bebê. Seria necessário provar que a mãe era incapaz de alguma forma. Tenho dificuldade de acreditar que algum juiz da época (ou mesmo de agora) confiaria a criança a um pai ausente e desempregado, em vez de uma mãe com emprego fixo e fortes laços comunitários. Claro, atualmente, se Charlie lutasse por Bella talvez conseguisse tirá-la de Renée. Assim o cenário menos improvável é o que acontece em Crepúsculo. O fato é de que, algumas décadas atrás, os direitos da mãe eram considerados mais importantes que os do pai, assim como o fato de que Charlie não é do tipo vingativo, tornando possível que Renée criasse Bella… e, nessa caso, agora, Beau.
  • A segunda exceção é muito pequena, referente a alguns poucos personagens secundários mencionados apenas duas vezes. O motivo é meu equivocado senso de justiça por pessoas fictícias. Houve dois personagens no universo de Crepúsculo tratados injustamente ao longo da historia. Então, em vez de mexer nesses personagens, dei a eles uma virada. Nada que acrescente à trama. Foi só uma questão minha, eu sendo estranha e cedendo a minha neurose.

2. Há bem mais mudança no texto do que o fato de Beau ser homem tornaria necessário, então pensei em detalha-las para vocês. As estimativas a seguir são aproximadas, é claro. Não contei todas as palavras que mudei e nem fiz nenhum cálculo de verdade.

  • 5% das mudanças foram feitas porque Beau é um garoto.
  • 5%  das mudanças foram feitas porque a personalidade de Beau se desenvolveu de forma um pouco diferente da de Bella. As maiores diferenças são que ele tem mais TOC, não se expressa nem pensa com tantos floreios e não é tão irritado; ele não tem raiva do mundo que Bella sente o tempo todo.
  • 70% das mudanças ocorreram porque me deixaram mexer no texto dez anos depois, Pude consertar quase todas as palavras que me incomodavam desde que o livro foi impresso, e isso foi glorioso.
  • 10% foram coisas que desejei ter feito da primeira vez, mas que não me ocorreram na época. Pode parecer a mesma justificativa do item anterior, mas é ligeiramente diferente. Não é o caso de uma palavra que pareça errada ou fora do lugar, e sim de uma ideia que eu queria ter explorado antes ou de conversas que deviam tem acontecido, mas não aconteceram.
  • 5% foram questões de mitologia (erros, na verdade), a maioria relacionada a visões. Quando fui trabalhar nas sequencias de Crepúsculo e até em Midnight Sun, em que pude olhar dentro da cabeça de Alice a partir da perspectiva de Edward, a forma como as visões de Alice funcionavam foi refinada. Elas eram mais misticas em Crepúsculo, e, ao avaliar isso agora, eu vi que Alice poderia ter sido envolvida em situações nas quais não foi. Ops.
  • Isso deixa uma sobra de 5% de miscelânea, para mudanças variadas, cada uma por um motivo diferente e, sem dúvida, egoísta.

Espero que você se divirta com a historia de Beau e Edythe, apesar de não ser o que estava esperando. Eu me diverti muito criando esta nova versão. Amo Beau e Edythe loucamente. Não previ isso, e a historia deles, para mim, renovou o mundo fictício de Forks e o deixou feliz de novo. Espero que também seja assim para você. Se você tiver um décimo do prazer que eu tive com esta historia, vai ter valido à pena.

Obrigada por ler. Obrigada por fazer parte dese mundo, e obrigada por ser uma fonte tão inesperada de alegria na minha vida nessa ultima década.

Com amor,

Stephenie.”

Primeiro de tudo, por que eu quis deixar aqui para vocês a carta que vem no livro? Eu achei as explicações válidas, porém, isso não bastou para diminuir a frustração que eu senti com essa nova história. Até porque, a história é a mesma, acontecem as mesmas coisas e eu não vi muita diferença em quase nada. Como o TOC de Beau, que só aparece em duas partes do livro e aparece de uma foram tão insignificante que, se você não tivesse lido a carta, sequer notaria. Ou o fato de alguns erros de continuidade, como alguns diálogos em que os “ele” não foram alterados para “ela” e essas coisas todas.

No contexto geral, achei Beau bem afeminado (sem preconceitos, apenas no conceito da história), não são muitos os garotos que ajudam nas tarefas de casa ou que entendem de culinária, que sabem fazer compras, organizar uma casa e ainda, que se apegam à limpeza. Eu sei que é um livro, uma história fictícia mas, ela poderia ter se apegado mais à realidade nesse ponto. Beau poderia viver à base de pizza e miojo com Charlie e isso seria bem mais próximo da realidade do que o fato dele saber fazer bife acebolado no forno (nem eu, que entendo bastante de cozinha, sei fazer isso).

A mudança de gênero de todos os personagens foram feitas de uma forma meio… Confusa, por assim dizer. E os nomes… Ah, a beleza de não saber escolher nomes para os filhos. Tsc Tsc Tsc.

Isabella Swan  –  Beaufort Swan (Eu prefiro nem comentar sobre BEAUFORT)
Edward Cullen  – Edythe Cullen (…)
Jacob Black  –  Jules Black
Billie Black –  Bonnie Black
Carlisle Cullen – Carine Cullen (O que dizer sobre essa médica que eu mal conheço e já considero pakas? Nada)
Esme Cullen = Earnest Cullen ( Daqui pra baixo, a coisa vai de mal a pior)
Emmett Cullen – Eleanor Cullen
Alice Cullen – Archie Cullen
Rosalie Hale – Royal Hale
Jasper Hale – Jessamine Hale (Pronto, achei quem vai levar o premio de pior nome do livro)

Jessica Stanley – Jeremy Stanley
Mike Newton – McKayla Newton
Angela Weber – Allen Weber
Lauren Mallory – Logan Mallory
Harry Clearwater – Holly Clearwater
Laurent – Lauren
Victoria – Victor
James – Joss

Eu gostaria muito de entender a lógica que ela usou para escolher o nome dos personagens, de verdade…

Fora isso, no contexto geral, ela provou o que queria. Que não importa se é um humanO ou uma humanA, quando se envolve com vampiros o resultado continua sendo trágico, as pessoas continuam arriscando suas vidas para ficar perto desses seres e sempre tem morte. Ela também deu uma encurtada na história, não tem toda aquele parte dos assassinatos e as visitas constantes à lanchonete onde Charlie ia com a Bella. A impressão que passa é que tem um bom resumo aí.

O motivo que me levou a querer ler esse livro foi um só: saber como seria essa versão invertida de gêneros. E na real? Eu não curti muito, não. Continuo preferindo a Bella, mesmo com toda sua rebeldia contra o mundo e seu desejo excessivo pela morte.

Qual o nível de amor por “Vida e Morte”?

2corações

Sim, meu nível de amor por essa historia foi quase minimo.

Apesar que, eu estou numa onda de maus livros que, sinceramente, eu não sei o que acontece… Não sei se eu fiquei crítica demais ou se os autores é que estão meio genéricos, fazendo mais do mesmo…

Mas, se estiver curioso para tirar suas conclusões, você pode comprar o livro clicando aqui.

Mas e pra você? Valeria à pena morrer por amor?

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Barulho: Braza – Embrasa

Hey pessoas!! Como vão??

 

Em 2015, eu recebi uma das notícias que mais me entristeceram no ano: o Forfun, banda que acompanhava desde a adolescência, estava acabando. Os caras fizeram uma bela turnê de despedida, passando pelo máximo de cidades do Brasil que puderam e fazendo shows épicos que ficaram marcados na memória dos fãs, alguns dos quais inclusive, eu tive o prazer de presenciar.

Mas como de definitivo nessa vida só mesmo o fim dela, eis que semana passada eu recebi uma notícia que me alegrou (e muito)… Não, o Forfun não estava de volta. Mas três dos quatro integrantes da banda se juntaram e criaram um projeto que é promessa de #muitoamor…

“E eu vou pra Maracangalha
Bailar depois da batalha
E eu vou pra Maracangalha
Viver e fazer que valha

Embrasa, sente em casa, que tá bom pra mim
Passa bola, não enrola que hoje eu tô afim
Abre a roda que tá foda, vai mexendo assim
Arrasta a sandália e vai no passim
Se afasta energia nefasta
Que o tempo se arrasta pro fim
Se mostra com a alma exposta
Não espere resposta de mim
Já basta de canalha e coisa ruim
Morde a faca, pé na jaca
E vai descendo assim
Eu me perco quando ela mexe o bumbumbum
Se o amigo tá zerado faz um ratatá
E se os homi vem e chegam é um zumzumzum
E falar mal do sistema é um pega pra capar

E eu vou pra Maracangalha
Bailar depois da batalha
E eu vou pra Maracangalha
Viver e fazer que valha

A vida tá sofrida pros sem abadá
Cruel é o aluguel e as contas pra pagar
Pesado o mercado e o IPCA
Mas me esforço, tudo nosso, sem colher de chá
Artista terceiro mundista
O som é pra pista embrasar
Ô glória! Façamos história
Que a nossa vitória é pra já
Porque estar vivo é motivo pra comemorar
Em frente, bravamente, que pra trás não dá

E é só alegria se o bagulho é do bom
Lá do baile em Madureira ao barzim no Leblon
Quero ver acelerar e acompanhar o debom
Porque quase todo dia é dia de réveillon

E eu vou pra Maracangalha
Bailar depois da batalha
E eu vou pra Maracangalha
Viver e fazer que valha”

Quando uma banda que a gente gosta se separa e um ou mais integrantes decidem lançar um projeto paralelo rola logo aquele medo de que seja alguma coisa muito fora daquilo com o que a gente já está acostumado… Logo quando os primeiros acordes dessa música começaram, eu fui invadida por uma sensação de familiaridade, uma coisa semelhante àquilo que a gente sente quando a gente chega em casa depois de algum tempo viajando, sabe?

Muita gente pode ouvir e criticar, dizendo que os caras não mudaram nada, não inovaram ou coisas assim… E eu acho que o som está realmente muito próximo do que o Forfun era, mas qual o problema? Não existe um ditado que diz que “em time que está ganhando não se mexe”? Pois bem, Forfun era um time vencedor e Braza será também, com toda a certeza!

Achei perfeito eles terem lançado essa música em um momento tão delicado para o país porque, para mim, ela fala das coisas boas que vem depois das dificuldades e sobre não baixar a cabeça diante dos nossos desafios diários…

Dá pra ver nitidamente que, por mais que tudo tenha sido feito pelas mãos da banda e dos amigos da banda, o resultado final ficou muito bem produzido, como um perfeito tapa na cara da indústria que se acha muito necessária…

Para conhecer um pouco mais sobre o projeto, confiram uma entrevista ótima que os caras deram no “Tenho Mais Discos Que Amigos” clicando aqui.

E para ficar por dentro de tudo o que está por vir, se inscrevam no canal da banda, sigam-os no Instagram e no Facebook e fiquem de olho no site deles, porque o cd já está no forno e será lançado amanhã! 😉

Por hoje é isso e keep exploring!

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