Barulho: #RebelRebel

Hey pessoas!! Como vão??

 

Eu sei que este não é um assunto novo para ser tratado e eu nem sou tão fã assim do David Bowie para fazer uma homenagem apropriada para este grande nome do mundo da música que, infelizmente, nos deixou recentemente.

Acontece que, mesmo que eu não seja tão fã assim do Bowie, sou muito fã de música e é absolutamente impossível ignorar o que ele fez por ela. Por isso no Barulho de hoje, que foi a categoria que eu criei aqui no blog para falar exclusivamente de música, vamos abrir espaço para apreciarmos algumas das melhores dele e conhecer brevemente sua história.

 

David Robert Jones nasceu no dia 8 de janeiro de 1947, em Brixton na Inglaterra.

Ficou conhecido como “Camaleão do Rock” por sua incrível habilidade de renovação e de criar histórias e personagens para seus álbuns e mergulhar de cabeça neles, fazendo com que todo mundo mergulhasse também.

Nos anos 70, surgia o personagem Ziggy Stardust, que viria a se tornar o primeiro rockstar de ficção científica da história do rock.

Se engana quem pensa que as contribuições de Bowie paravam apenas no mundo da música. Sempre na vanguarda, seu estilo icônico influenciou também a moda. Ele chegou a atuar nos cinemas também, no filme “O Homem que Caiu na Terra”.

Sem medo de se expôr, David Bowie usava sua arte para fazer a sociedade se questionar sobre seus padrões. Adotando um estilo andrógino, ele não teve medo de se admitir bissexual. Era tão genial que lá em meados dos anos 70 já tinha aberto uma discussão que vale até hoje: deveria mesmo existir esse limite entre o feminino e o masculino?

Tão camaleônico quanto seu visual, seu estilo musical teve várias fases, transitando por entre o glam rock, o punk, a música eletrônica, rendendo várias obras-primas. 

Entre suas influências, estavam nomes como Beatles, Little Richard, Elvis e Rolling Stones. Entre seus amigos estavam o próprio John Lennon, Freddie Mercury, Tina Turner, Iggy Pop, Lou Reed e tantos outros nomes de peso.

Enfim, o corpo de David Bowie padeceu como acontecerá com todos nós um dia. Mas seu espírito está mais vivo do que nunca nos milhões de pessoas tocadas por sua música. Sua arte é imortal e atravessará gerações através daqueles que souberem reconhecê-la. Um exemplo de genialidade e originalidade do qual nunca vamos nos esquecer, que trabalhou até o fim de sua vida. Uma estrela que nunca vai se apagar.

Este post pode não ser o melhor e o mais completo que você vai ler à respeito da vida e obra de David Bowie, mas pode crer que foi escrito com o maior carinho. Como já disse antes, com todo amor que tenho pela música, não podia deixar passar em branco, então fiz o que pude para homenagear Bowie à minha maneira e marcar aqui, no meu espacinho na internet, meu respeito por ele.

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“Eu não sei pra onde eu vou daqui, mas prometo que não será tedioso.”

Por hoje é isso e keep exploring!

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3 comentários sobre “Barulho: #RebelRebel

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