Livro: Uma Curva no Tempo

Hey pessoas!! Como vão??

 

Bem-vindos à segunda resenha de livro de 2016!

E esse livro, assim como o da semana passada, foi um dos que eu ganhei de aniversário e posso dizer com absoluta certeza que é o segundo melhor que eu li ano passado. É que o primeiro é “Gigantes”, sobre o qual falamos nest post aqui. Sem mais delongas, vamos à história…

 

Uma Curva no Tempo

capa Uma curva no tempo_12mm.indd

“A noite do acidente mudou tudo… Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel está desmoronando. Ela mora sozinha em Londres, num apartamento minúsculo, tem um emprego sem nenhuma perspectiva e vive culpada pela morte de seu melhor amigo.
Ela daria tudo para voltar no tempo. Mas a vida não funciona assim… Ou funciona?

A noite do acidente foi uma grande sorte… Agora, cinco anos depois, a vida de Rachel é perfeita. Ela tem um noivo maravilhoso, pai e amigos adoráveis e a carreira com que sempre sonhou.
Mas por que será que ela não consegue afastar as lembranças de uma vida muito diferente?”

 

Uma palavra para começar a descrever este livro: surpreendente!

Agora deixa eu explicar o porquê. O livro conta em 235 páginas a história de Rachel Wiltshire que, está em um restaurante com os amigos do colégio comemorando a formatura, quando um carro aparece desgovernado vindo bem na direção em que eles estão. Não há muito tempo para pensar em meio à correria enquanto todos tentam se salvar, só que, na confusão, Rachel fica presa entre uma coluna e a mesa em que estava.

Matt, seu namorado, está à salvo e é impedido de se arriscar, porém, Jimmy, seu melhor amigo, assume o risco e volta para tentar salvá-la. Nesse meio tempo, o carro alcança o restaurante e acerta Jimmy, que acaba falecendo.

Cinco anos depois, Rachel ainda não superou a morte do melhor amigo e se culpa por isso. Carregando uma cicatriz enorme no rosto como lembrança do acidente, vivendo em um apartamento xexelento, com um emprego sem perspectiva de crescimento e ainda tendo que lidar com o pai com um câncer em estágio avançado. Viver todo esse sofrimento foi a maneira que Rachel encontrou para se punir pela morte de Jimmy.

Tudo muda quando Sarah, sua melhor amiga da época do colégio, fica noiva e convida Rachel para o casamento. Em um esforço em nome de sua velha amizade com Sarah, Rachel decide ir ao casamento que será realizado na cidade natal delas, a mesma em que Jimmy viveu e morreu. O lugar está cheio de lembranças e contém uma das coisas que Rachel mas teve medo de enfrentar nos últimos cinco anos: o túmulo de Jimmy.

Decidida a enfrentar esse medo, em nome da memória de seu amigo, que só agora Rachel fica sabendo que era apaixonado por ela, Rachel vai até o cemitério onde Jimmy está e acaba desmaiando devido à uma forte dor de cabeça e batendo a cabeça na lápide.

Quando Rachel acorda no hospital, tudo está diferente. Seu pai está saudável e sem o menor resquício de câncer, ela tem uma vida maravilhosa, um lindo apartamento, o emprego de seus sonhos, está noiva de Matt e o mais surpreendente de tudo: Jimmy está vivo!

Só que ela ainda se lembra de sua “outra vida” e fica tentando entender como a mudança pode ter acontecido. De tanto insistir no assunto, acaba sendo diagnosticada com amnésia e volta para a casa do pai para se tratar. Isso acaba reaproximando-a de Jimmy, que aceita ajudá-la investigar o que aconteceu…

E daí pra frente, se eu contar mais alguma coisa, acaba com a graça que é fazer as descobertas junto com a Rachel. Sério, essa foi uma das histórias mais inteligentes que eu já li, porque Dani Atkins, a autora do livro foi tão sagaz que usou os dramas de Rachel para nos distrair do real motivo de ela ter acordado nessa nova vida. E a graça disso é que, se você mergulhar de verdade na trama, leva um susto ao descobrir o que aconteceu.

Sério, o final é tão lindo que eu, além de ter chorado (como há tempos não fazia lendo um livro, acho que desde Harry Potter, hahaha), voltei e li o último capítulo de novo porque não consegui me desapegar assim, de primeira, no susto. E de quebra, ele ainda traz uma mensagem, que é para a gente aproveitar o aqui e o agora, aproveitar ao máximo o tempo com as pessoas que amamos, porque simplesmente não dá pra saber quando e o quanto tudo pode mudar, mas acima de tudo, é um livro sobre fé. Não, não no sentido religioso, mas no sentido de fé na vida, fé que as coisas podem ser melhores.

E eu vou parando por aqui, porque este post já está gigantesco! Hahahaha… Quantos corações “Uma Curva no Tempo” merece?

5corações

Cinco corações por ser comovente, intenso e inteligente, tudo isso em poucas páginas…

Você pode comprar o seu clicando aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

balão2

Barulho: Trilha Sonora de “Totalmente Demais”

Hey pessoas!! Como vão??

 

Ano passado, tivemos alguns posts deste tipo por aqui, lembram? Falamos sobre as trilhas sonoras das novelas “I Love Paraisópolis“, “A Regra do Jogo” e a trilha mais do que lacradora de “Verdades Secretas“.

Pois bem, como velhos hábitos nunca morrem, desde que a não tão nova novela das 19h estreou, eu fiquei prestando atenção na trilha sonora, como já é um costume meu, só para poder trazer as melhores músicas aqui para vocês!

Confesso que este post era para ter saído há muito tempo atrás, mas antes tarde do que nunca, né? Hahahaha…

 

E como já é de praxe, comecemos com a música de abertura que se trata de um sucesso dos anos 80 da banda Hanói-Hanói regravado pela Anitta. Você pode até não gostar dela, mas tem que admitir que a regravação funcionou…

 

Essa daqui é a trilha sonora de um dos casais principais, Jonatas e Eliza, vividos respectivamente por Felipe Simas e Marina Ruy Barbosa e é tão delicada que eu acho até que dá um tom de conto de fadas para as cenas deles…

 

Essa é a música tema da protagonista Eliza e eu acho que combina muito com ela, porque começa suave e depois vai ficando forte, assim como a personagem da Marina.

 

 

Trilha sonora do segundo casal principal, Carolina e Arthur, é intensa como a relação deles e tem um quê de melancolia também…

 

E do lado nacional da trilha sonora, temos essa parceria suave do Emicida com a Vanessa da Mata.

 

Tem também o Seu Jorge, com uma música contagiante e que combina bem com o clima alto astral da novela…

 

Essa daqui está entre as minhas favoritas da trilha. Nem sonhava que era a banda Suricato, mas depois que descobri, fui correndo ouvir mais músicas da banda… Eu achei que eles têm uma vibe meio Barão Vermelho, alguém mais achou?

 

A Pitty também está nessa trilha!! O clipe dessa música me lembra o livro “Brida” do mestre Paulo Coelho…

 

E pra fechar, essa da Meghan Trainor, que não é tão nova assim (é de 2014) mas é animada como o ritmo da novela.

 

Bacana essa trilha sonora, né? Dá pra fazer uma playlist bem eclética! Eu já falei isso por aqui, mas vou repetir: adoro prestar atenção nas trilhas de novelas, séries e filmes porque acho que isso me ajuda a entrar na história. Fora que eu já conheci músicas bem legais assim…

Mais alguém aí tem mania de prestar atenção em trilhas sonoras?

 

Por hoje é isso e keep exploring!

balão2

5 Coisas Que Aprendi em 2015

Hey pessoas!! Como vão??

 

Na última semana de 2015 tivemos um post bacaninha sobre as tradicionais metas de final de ano que a gente faz, né?

Pois bem, fora essas tais metas que a gente se impõe, é legal refletir também sobre o que já passou e sobre tudo o que aprendemos ao longo do ano que se foi. Acho que isso serve até para exorcizar o ano anterior e começar o atual sem cometer os mesmos erros.

Pensando assim, resolvi compartilhar com vocês as cinco principais lições que aprendi em 2015 e espero que elas sirvam para vocês também… 😉

 

1. Menos Piração, Mais Inspiração.

aprendizado1

Sobre a experiência de blogar, eu costumo dizer que a parte mais difícil é ter a coragem de colocar o blog no ar. A gente fica se preocupando com o que as pessoas vão pensar, se alguém vai ler o que você escreveu, enfim, inúmeras coisas impedem pessoas bastante legais de exporem seus pensamentos na rede. Em 2015, eu decidi deixar essa vergonha de lado e focar no que eu mais amo nessa vida: escrever. E se tivesse alguém pra ler, melhor ainda! E não é que, quando eu parei de me preocupar com a opinião alheia, as ideias vieram aos montes? No ano que passou, eu escrevi alguns posts dos quais eu me orgulho bastante e espero continuar assim…

 

2. Põe a cara no Sol, mana…

aprendizado2

Em 2015, por causa do blog, eu tive que começar a perder a preguiça das redes sociais para começar a divulgar o que eu escrevo. Numa dessas, encontrei um grupo no Facebook que, não só é puro amor, mas também puro incentivo a novos blogueiros. Para mim, interagir com estranhos, mesmo que em doses bem pequenas (por enquanto) é um grande avanço, já que eu faço mais o estilo solitária (não é algo ruim, por sinal). Lá tem bastante gente com blogs incríveis e, ao vê-los escrevendo coisas sobre as quais eu também gosto, me dá cada vez mais vontade de estabelecer uma amizade verdadeira com essas pessoas!

 

3. Olho vivo e faro fino!

aprendizado3

Cuidado com as pessoas, elas conseguem atingir níveis de falsidade realmente inimagináveis. E o pior: acham natural e bonito! Tem gente que tem a capacidade de, mesmo sabendo que você sabe que ela não te suporta, continua fingindo que vocês são amiguíssimos… Em 2015, eu vi a verdadeira face de muitas pessoas e garanto a vocês que não foi nada bonito…

 

4. A inveja vem de lugares que você nem imagina…

nicki-minaj-bitch-o

Nem precisa de muita explicação, neste ano que passou descobri que pessoas nas quais a gente confia podem ser a fonte de uma energia negativa que pode estar bloqueando os caminhos daquilo que a gente quer… E às vezes nem é na maldade, é apenas a reação de alguém que está insatisfeito com a própria vida e enxerga a nossa como sendo perfeita… De qualquer forma, aprendi a não sair contando minhas vitórias por aí porque sempre tem alguém que não fica feliz em ouví-las…

 

5. Uma  hora você vai ter que sair da zona de conforto…

choices

 

Eu nunca fui um espírito muito inquieto. Nunca fui daquelas pessoas que precisam desesperadamente de mudanças e confesso que sinto até um certo prazer na rotina. Só que a minha mente não para de maquinar um segundo sequer e, foi numa dessas divagações que eu cheguei à conclusão que certas coisas na minha vida teriam que mudar. Cara, como foi assustador chegar à essa conclusão e como está me tirando o sono pensar em tomar certas atitudes! Mas 2015 foi um ano em que eu aprendi que, às vezes, conforto nenhum paga a paz de espírito de tomar uma atitude que mude algo que já não funciona mais.

 

E foram essas algumas das lições que eu aprendi em 2015… Quem me conhece sabe que eu sou cheia das intuições e posso afirmar que estou tendo uma bem grande de que 2016 será um ano em que várias coisas vão começar a tomar uma forma diferente na minha vida e, querem saber, é como diz aquela música da banda Incubus: “whatever tomorrow brings I’ll be there, with open arms and open eyes… (o que quer que o amanhã traga eu estarei lá, de braços e olhos abertos…)”.

Por hoje é isso e keep exploring!

bannerpostagemcoletiva
balão2

 

Top 5: Paulistas

Hey pessoas!! Como vão??

 

Semana passada eu fiquei devendo posts por aqui, né? Mas como vocês bem sabem, foi porque eu estava fora aproveitando minha viagem a um dos meus lugares favoritos do mundo: o Rio de Janeiro.

Meu amor pela cidade maravilhosa é tamanho que rolou até post por aqui com os meus artistas cariocas favoritos (se você perdeu este post, clique aqui). Só que eu sou paulistana, né gente, e hoje é o dia do aniversário da minha amada cidade e sendo assim, vocês acham que eu perderia a oportunidade de homenageá-la?

Nada disso!! Hoje, com todo amor e carinho, trouxe pra vocês os cinco artistas ou bandas paulistas que me fazem ter mais orgulho ainda de ter nascido nesse lindo e imenso caos que é São Paulo. E se você não é daqui e nem conhece minha cidade, te convido a vir conhecê-la para que assim, você veja que nós não somos só aquela bagunça e violência que passa na televisão, não.

Aqui tem cor, cultura, boa comida e muita coisa para fazer de dia e à noite! Então, assim que puder, venha conhecer a cidade que nunca para e acolhe a todos. Te garanto que existe sim muito amor em SP! ❤

 

1. Charlie Brown Jr. – Só Por Uma Noite

Saudades eternas dessa banda que representa toda a energia da minha cidade…

 

2. CPM 22 – Irreversível

 

3. Emicida – Rua Augusta

 

4. Criolo – Grajauex

 

5. Tulipa Ruiz – É

E nem só de Rap e Rock se faz uma São Paulo, a MPB também está presente por aqui…

 

E assim eu encerro essa minha singela homenagem à minha terra natal e deixo gravado aqui meu orgulho de ser paulistana, certo mêo?!

E vocês, conhecem Sampa? Quais seus artistas/bandas paulistas favoritos?

Por hoje é isso e keep exploring!

balão2

Top 5: Cariocas

Hey pessoas!! Como vão??

 

Semana passada nós abrimos os Top 5 de 2016 falando sobre viagens, certo?

Pois bem, como eu ainda estou em pleno clima de férias e enquanto vocês estiverem lendo isso, eu vou estar passeando pelo Rio de Janeiro, resolvi aproveitar minha viagem para essa cidade maravilhosa para listar aqui meus 5 artistas ou bandas favoritos desta terra linda…

Bora pra mais um Top 5?

 

1. Cássia Eller – Malandragem

Sabia que a minha diva master era carioca? Mais um motivo para amar Cássia ❤

 

2. Forfun – Hidropônica

Meus musos… Saudade apertando forte aqui…

 

3. Tim Maia – Sossego

Apenas o carioca mais marrento que já pisou sobre a face da terra…

 

4. Jorge Ben Jor – Os Alquimistas Estão Chegando

 

5. Wilson Simonal – Sá Marina 

 

Pronto, além de ser um paraíso, o Rio de Janeiro é o berço de artistas maravilhosos, entre eles, esses aí de cima que eu adoro!

E agora eu vou aproveitar essa cidade que eu tanto amo! Semana que vem eu volto com mais um Top 5 com algum tema relacionado às férias de verão, combinado?

Por hoje é isso e keep exploring!

balão2

 

 

Livro: Uma História de Amor e TOC

Hey pessoas!! Como vão??

 

E enfim chegamos à primeira resenha de livro de 2016, yaay!!

O livro de hoje foi um dos que eu ganhei no meu aniversário em setembro e não estava naquela wishlist que eu postei aqui… Aliás, deixa eu aproveitar o momento, mesmo que tardio, para dizer que eu tenho os melhores amigos do universo porque eu amei todos e cada um dos presentes de aniversário que eu ganhei!! E principalmente amei o fato de saber que eles me conhecem tão bem, que sabem que é só me darem livros para me deixar feliz! ❤

E isso é bom para o blog também, porque significa que 2016 será um ano cheeeio de resenhas novas para quem ama ler!! \o/

Anyway, vamos ao livro?

 

Uma História de Amor e TOC

Uma História de Amor e TOC

“Bea foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo. De uns tempos pra cá, desenvolveu algumas manias que podem se tornar bem graves quando se trata de… garotos! Ela jura que está melhorando, que está tudo sob controle. Até começar a se apaixonar por Beck, um menino que também tem TOC. Enquanto ele lava as mãos oito vezes depois de beijá-la, ela persegue outro cara nos intervalos dos encontros. Mas eles sabem que são a única esperança um do outro. Afinal, se existem tantos casais complicados por aí, por que as coisas não dariam certo para um casal obsessivo-compulsivo? No fundo, esta é só mais uma história de amor… e TOC.”

Quando você pega este livro nas mãos, existem três coisas que te chamam a atenção: a cor amarela da capa, o nome da história e o resumo atrás do livro. Sobre estas três coisas, posso dizer que apenas a capa não me decepciou, pois ela é divertida com sua cor chamativa e a frase “não vou stalkear esse cara” escrita por tudo quanto é parte.

Já o livro em si, a história, foi um pouquinho decepcionante sim…

É que, quando você lê o nome do livro e lê o resumo, acredita que ele irá contar a história de duas pessoas com problemas psiquiátricos apoiando-se uma na outra e superando suas doenças com a ajuda do amor. Mas tudo o que eu vi ao longo da leitura foi a descrição detalhada dos sintomas de uma pessoa que sofre de TOC, assim como os pensamentos que levam essa pessoa, no caso a protagonista Bea, a sucumbir às suas obsessões.

Quanto mais eu lia, mais eu pensava: “tá, mas cadê a parte do amor? Só tô vendo o TOC”… E eu senti muita falta disso… Só que, como o livro é narrado em primeira pessoa pela Bea, é compreensível que o amor fique em segundo plano, já que, ela não aceita o disgnóstico de ter TOC e não enxerga nada de tão terrível assim em seus atos. Aliás, falando no TOC da Bea (ela é uma stalker, pessoa que persegue outras pessoas), foi muito inteligente a forma com a qual a autora falou sobre isso, listando todo o passo-a-passo dos sintomas e toda a lógica maluca por trás dos atos da Bea que fazia com que ela não enxergasse a loucura daquilo que ela estava fazendo.

Quando a Bea entrava em crise, eu ficava aflita junto com ela e, como eu não tenho TOC (ou pelo menos acho que não, hahaha), eu não conseguia compreender os motivos que a levavam até ali e ficava pensando “sai dessa, Bea” o tempo todo. Eu sentia uma vontade enorme de ajudá-la e ficava me questionando sobre o que eu faria se conhecesse alguém que tivesse esse problema, então, mais um ponto para a autora por me fazer questionar e refletir sobre essas coisas.

Sobre sentir falta do amor na história, por mais que o Beck, o cara por quem a Bea se interessa, fosse um personagem mais secundário, o TOC dele também era bem sério e com um motivo bem mais triste do que o da Bea. Não que se tratasse de uma competição para ver quem é mais ferrado mas, seria bom ver a autora explorando mais o TOC do Beck e a forma como ele tentava se curar, ao contrário da Bea, que parecia se perder cada vez mais.

Enfim, é uma boa leitura de férias, porque mesmo tratando de algo tão sério quanto o TOC, a leitura é leve e dá pra se distrair.

Qual o nível de amor por este livro?

3corações

Três corações porque eu realmente senti falta do amor e a Bea me irritou um pouco…

Para comprar o seu, clique aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

balão2

Barulho: #RebelRebel

Hey pessoas!! Como vão??

 

Eu sei que este não é um assunto novo para ser tratado e eu nem sou tão fã assim do David Bowie para fazer uma homenagem apropriada para este grande nome do mundo da música que, infelizmente, nos deixou recentemente.

Acontece que, mesmo que eu não seja tão fã assim do Bowie, sou muito fã de música e é absolutamente impossível ignorar o que ele fez por ela. Por isso no Barulho de hoje, que foi a categoria que eu criei aqui no blog para falar exclusivamente de música, vamos abrir espaço para apreciarmos algumas das melhores dele e conhecer brevemente sua história.

 

David Robert Jones nasceu no dia 8 de janeiro de 1947, em Brixton na Inglaterra.

Ficou conhecido como “Camaleão do Rock” por sua incrível habilidade de renovação e de criar histórias e personagens para seus álbuns e mergulhar de cabeça neles, fazendo com que todo mundo mergulhasse também.

Nos anos 70, surgia o personagem Ziggy Stardust, que viria a se tornar o primeiro rockstar de ficção científica da história do rock.

Se engana quem pensa que as contribuições de Bowie paravam apenas no mundo da música. Sempre na vanguarda, seu estilo icônico influenciou também a moda. Ele chegou a atuar nos cinemas também, no filme “O Homem que Caiu na Terra”.

Sem medo de se expôr, David Bowie usava sua arte para fazer a sociedade se questionar sobre seus padrões. Adotando um estilo andrógino, ele não teve medo de se admitir bissexual. Era tão genial que lá em meados dos anos 70 já tinha aberto uma discussão que vale até hoje: deveria mesmo existir esse limite entre o feminino e o masculino?

Tão camaleônico quanto seu visual, seu estilo musical teve várias fases, transitando por entre o glam rock, o punk, a música eletrônica, rendendo várias obras-primas. 

Entre suas influências, estavam nomes como Beatles, Little Richard, Elvis e Rolling Stones. Entre seus amigos estavam o próprio John Lennon, Freddie Mercury, Tina Turner, Iggy Pop, Lou Reed e tantos outros nomes de peso.

Enfim, o corpo de David Bowie padeceu como acontecerá com todos nós um dia. Mas seu espírito está mais vivo do que nunca nos milhões de pessoas tocadas por sua música. Sua arte é imortal e atravessará gerações através daqueles que souberem reconhecê-la. Um exemplo de genialidade e originalidade do qual nunca vamos nos esquecer, que trabalhou até o fim de sua vida. Uma estrela que nunca vai se apagar.

Este post pode não ser o melhor e o mais completo que você vai ler à respeito da vida e obra de David Bowie, mas pode crer que foi escrito com o maior carinho. Como já disse antes, com todo amor que tenho pela música, não podia deixar passar em branco, então fiz o que pude para homenagear Bowie à minha maneira e marcar aqui, no meu espacinho na internet, meu respeito por ele.

bowie

bowieII

“Eu não sei pra onde eu vou daqui, mas prometo que não será tedioso.”

Por hoje é isso e keep exploring!

balão2