Filme: Cidades de Papel

Hey people, aqui é a Pâmella.
Algumas semanas atrás tivemos uma das adaptações literárias mais aguardadas do ano (tirando Jogos Vorazes, claro) e, o L’Explorateur foi lá conferir para poder contar tudinho pra vocês.

Eu sou apaixonada pelo John Green, adoro a forma como nenhum livro dele termina do jeito que a gente espera, o fato de que é sempre um trio que são os protagonistas. E Cidades de Papel, obviamente, não foi diferente.

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” A história é centrada em Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne). Ele nutre uma paixão platônica por ela. E não pensa duas vezes quando a menina invade seu quarto propondo que ele participe de um engenhoso plano de vingança. Mas, depois da noite de aventura, Margo desaparece – não sem deixar pistas sobre o seu paradeiro.”

 

Diferente do que todo mundo pensa, esse não é um filme de romance. Ele fala sobre amizade, sobre como a gente se engana achando que uma coisa é tudo pra gente quando, na verdade, ela não é nem a metade.

Sabe quando você se apaixona por alguém e acha que aquela pessoa vai ser tudo pra você? Então… Quentin acha que sua vida é assim quando se trata de Margo. Depois de uma noite de aventuras inesperadas e vingativas planejadas por Margo, ela some (como é de costume ela fazer), deixando para trás algumas pistas…
Quem não seguiria as pistas deixadas pelo amor da sua vida? Então… Quentin, junto com seus amigos, decide ir atrás de Margo numa viagem cheia de aventuras e surpresas, fazendo com que cada um deles, encontre seu pequeno milagre.
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Não tenho como falar muita coisa sobre o filme/livro sem dar spoilers gigantescos. Só digo que vale a pena conferir…
E se você viu A Culpa é das Estrelas, vai adorar uma participação especial que tem por lá…

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O que eu mais amo nos livros do John Green é que final feliz não é forte dele. Ele sempre muda a história e cria uma reviravolta que te faz ficar com raiva na maioria das vezes, porém, nesse filme/livro eu achei o final mais do que digno.
Ele mostra sempre que o amor pode ser lindo e maravilhoso e todas aquelas coisas que a gente já sabe que ele pode ser mas, ele mostra tipos diferentes de amor, amores que deixaram de ser vividos. O amor pela amizade e os laços que te levaram até ali.
Não importa se você tem um amigo ou 100, saiba amar todos e diga isso pra eles, diga:

“Ei, eu te amo e agradeço por te ter na minha vida e por me aguentar.”

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Ele nos ensina sempre a valorizar os amigos antes dos amores (acho que em todos os livros dele isso ficou bem claro) e a valorizar um amor quando ele realmente te faz bem…

Eu particularmente, adorei a adaptação. Não ficou tão fiel ao filme como em A Culpa é das Estrelas mas, levou bastante coisa ao pé da letra e foi mais engraçado do que eu imaginava.
Vale a pena conferir.

 

Não esqueça de dizer: Eu te amo!!

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2 comentários sobre “Filme: Cidades de Papel

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