Livro: Will & Will

Hey people!

Antes de falar sobre esse livro, eu vou explicar algumas coisas para vocês: eu sou uma grande defensora dos homossexuais. Acho que cada um deve fazer com o próprio corpo e com a própria vida aquilo que te faz sentir bem, desde que não afete de forma negativa as pessoas ao redor. Acho ridículo todo e qualquer tipo de preconceito, seja com negro, pessoas obesas, homossexuais, idosos, mulheres… Não importa o motivo. Eu não tolero, não consigo entender o que se passa na cabeça de uma pessoa que se sente no direito de bater, ou até mesmo matar, alguém só porque a maneira que ela escolheu viver não lhe agrada.

Tem uma frase que diz o seguinte: Se você não gosta de jiló, basta não comer. Não gosta de gay? Ok, é só não comer!!

Enfim… Esse livro do John Green é o meu preferido de todos, até porque ele aborda esse tema. Fala sobre homossexuais e o quanto pode ser difícil ser gay nos dias de hoje.

Will & Will 

Eu gostaria de entender por que as editoras fazem isso? Lançam um livro e logo depois eles fazem uma capa bem mais bonita. É pra gente gastar dinheiro, só pode… u.u

“Em uma noite fria, numa improvável esquina de Chicago, Will Grayson encontra… Will Grayson. Os dois adolescentes dividem o mesmo nome. E, aparentemente, apenas isso os une. Mas mesmo circulando em ambientes completamente diferentes, os dois estão prestes a embarcar em uma aventura de épicas proporções. O mais fabuloso musical jamais apresentado nos palcos politicamente corretos do ensino médio.”

Esse livro foi escrito por John Green e David Levithan e é um dos mais lindos e perfeitos que eu já li.

A historia fala sobre dois adolescentes que se encontram, sem querer, em uma noite em que tudo da errado para os dois e descobrem que têm o mesmo nome. Enquanto um Will é totalmente desatento e desprovido de sentimentos, o outro é totalmente o oposto. De uma forma quase impossível, eles descobrem a amizade e começam a se ajudar.

Em cada capitulo, um Will conta sobre sua vida e narra todos os fatos. O primeiro Will Grayson resume sua vida á pacata e quase sem amigos, a única pessoa que consegue conviver com ele é Tiny Cooper, um cara que escolheu Will pra ser seu amigo e que, por intermédio dele, conhece Jane.

Tiny Cooper, tem um papel gigantesco na historia, acredito que ele é a alma do livro, ele é super engraçado e é FANTÁSTICO (como ele mesmo não cansa de dizer). Imaginem então, um capitão de futebol americano, todo másculo e forte e… Gay! Fora que ele está à frente do musical da escola, musical esse que eu daria um dedo pra ir assistir, por que fica P E R F E I T O! Esse é o Tiny 🙂

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Will conta como é difícil escolher amigos e que, quando eles nos escolhem, você não tem muito o que fazer a não ser aceitar a escolha e ser feliz com a amizade que te escolheu. Will também segue duas regras (regras essas que eu acho que todo mundo deveria seguir e levar pra vida):

1º – Não se importar com nada e  2º – Manter a boca fechada.

Ele acredita que se fizer isso, evitara problemas e, como não quer ter o seu coração partido, acaba evitando isso também.

O segundo Will traz dois “problemas” de uma vez só. Ele é homossexual e é gordinho. Fora que sofre de depressão, a vida dele é pesada… Foi abandonado pelo pai e sua mãe.. bom, eu não tenho uma opinião formada sobre a mãe dele, às vezes eu acho que ela é só mãe. Will tem uma melhor amiga, Maura, que tem um humor tão negro e é tão depressiva quanto ele, assim os dois praguejam e ficam planejando matar metade do mundo. Só que Maura acaba traindo sua confiança e aí a coisa desanda de vez.

Gente, eu não posso descrever o que foi ler esse livro porque, eu não esperava um final tão perfeito como esse. Não mesmo. Ele fala sobre muitos problemas e foca na amizade, o amor da amizade. Acho que o John Green tenta, a todo custo, nos dizer que a amizade é uma das coisas mais importantes que existem na vida. É difícil achar um bom amigo nos dias de hoje, escolher um bom amigo então.. Quase impossível! Mas quando um amigo te escolhe, as coisas são perfeitas.

Toda pessoa deveria ler esse livro, tanto pelos ensinamentos como pela história. Vale a pena tirar um tempo para lê-lo.

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    “No que diz respeito à vida, prefiro o silenciosamente desesperado ao radicalmente bipolar… “

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Barulho: As Novas da Beyoncé

Hey pessoas!! Como vão??

 

Olha… Ultimamente não tem tido nada mais difícil do que ser fã da Queen Bey, viu?!?

Mais ou menos nessa época do ano, só que no ano passado, a danada me lança um CD de surpresa e pega todo mundo desprevenido (#asinimigachora), aí de uns tempos pra cá ela resolveu lançar uma versão Platinum do tal CD, que até então já era um sucesso…

Não contente com a versão Platinum que já trazia remixes de algumas das músicas mais legais do álbum, ela resolveu lançar, não um, mas dois, DOIS singles novos! Um deles com videoclipe gravado na casa dela!!!!

Onde essa mulher vai parar?? Sério! Eu estou des-mai-a-da!

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“7/11” é diferente de tudo o que a Bey já fez em termos de música e clipe. A impressão que dá foi a de que ela sentou um dia e escreveu meio que de brincadeira e aí saiu a música e ela achou que deveria gravar.

Particularmente eu não gosto muito. Acho que tem muito Auto-tune… Tem mais cara de Lil’ Wayne do que de Beyoncé… Já do clipe eu gostei! Achei demais a ideia da Bey mais espontânea, não tão montada e sem deixar de ser #Diva! 😉

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“I know you care!”

 

 

O ritmo de “Ring Off” me lembra “If It’s Lovin’ That You Want” da Rihanna. Ainda não tem clipe, mas a música é tão gostosinha de ouvir que me deixou curiosa para saber como seria se tivesse…

Os vocais estão bem simples e bem a cara dela, lembrando muito a Beyoncé de 2004… E se você prestar atenção na letra, vai ouvir umas verdades…

 

Bom, essas são as novidades da minha musa master… Eu acho que ela acertou em cheio! Agora só nos resta aguardar para ver o que mais ela vai aprontar…

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Muito bem, dona Bey…

Por hoje é isso e keep exploring!

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Resenha: BB Cream Maybelline Oil Control

Hey pessoas!! Como vão??

 

Eu tenho pele oleosa e isso é um fato.

Passei a adolescência inteira lidando com isso e ela não foi embora com a idade como eu pensei que fosse acontecer…

Com o passar dos anos, eu fui entendendo que depende bem mais de mim e dos meus cuidados do que dos produtos que eu uso para obter uma pele melhor, sem oleosidade e espinhas.

Nos posts sobre a Batalha Contra a Acne eu compartilhei com vocês tudo o que eu aprendi até aqui sobre como lidar com esse tipo de pele, mas talvez uma das lições mais importantes seja comprar produtos mais adequados e que proporcionem o efeito que você deseja ter.

Isso dito, vocês podem imaginar a minha felicidade quando, em um dos meus passeios pelas farmácias da vida, eu tropecei bem por acidente neste produtinho aqui:

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“Chegou o 1º BB Cream para a Pele Oleosa. Pele perfeita imediatamente e menos oleosa dia após dia.
Solução 8 em 1 para pele oleosa com uma fórmula exclusiva com 2% de ácido Salicílico, que ajuda a combater as imperfeições da pele oleosa dia após dia:
– Controle de Oleosidade
– Efeito matte
– Reduz imperfeições em 4 semanas
– Cobertura perfeita e natural
– FPS 15
– Hidrata e suaviza
– Oil Free
– Se adapta ao tom da pele

 

O que eu achei

Normalmente eu uso o BB Cream da quem disse, berenice? e, apesar de ele não ser lá uma maravilha, segura bem na minha pele e cobre uma boa parte das minhas manchinhas e imperfeições. Quando o meu último frasco acabou, eu acabei não comprando outro e me virando com a base Velvet, da Contém 1g que eu já tinha fazia um tempo. A Velvet é uma base mais pesada, mas sua cobertura e a durabilidade são perfeitas. Só que é feita para a noite e que acaba entupindo meus poros e me dando mais espinhas se eu não cuidar.

Quando a Maybelline lançou seu BB Cream, eu corri para comprar para poder ter mais uma opção que não fosse o da quem disse, berenice… Só que acabei me decepcionando, porque a cobertura não era muito boa e ele acabava deixando a minha pele muito oleosa.

Quando eu vi essa nova versão, me empolguei de novo, pensando que finalmente a Maybelline tinha ouvido as minhas preces e resolvido o meu problema com a oleosidade…

Pois bem, a impressão que eu tive depois de dois dias usando o BB Cream, um dia de sol e um mais fresco, eu cheguei à conclusão de que eles só mudaram o produto de embalagem, porque ele continua oleoso, continua não cobrindo quase nada e continua com uma cor que não tem nada a ver com a minha pele (apesar de ele prometer se adequar ao tom de pele de quem usa). Sério, a cor escura é para pessoas morenas e não negras…

2014-11-24

Resumindo, é um bom produto se sua pele é normal ou para que tem a pele só um pouco oleosa, não muuuito oleosa, como eu. No verão, por exemplo, eu acho que não vai dar muito certo e vai derreter. Não vou desistir dele ainda, vou usar sempre que o tempo estiver mais fresquinho e vou tentar encontrar um pó que complemente.

Dois pontos positivos: o preço, pois custa cerca de R$ 30,00 e o fato de ter ácido salicílico (nós já falamos sobre ele, lembram?), então para as garotas mais novas, que estão começando a se maquiar ou para quem precisa de algo mais leve para o dia a dia, ele além dos benefícios propostos, vai ajudar no combate à acne.

Dois pontos negativos: a cor, vocês viram como a cor “escura” deles é muito mais clara do que a minha pele? Por causa disso, eu não posso passar mais camadas para cobrir as imperfeições como eu preciso. E o cheiro… Esse BB Cream tem cheiro de remédio…

Bom, é isso… Eu não gostei e nem desgostei do produto, acho que preciso me entender com ele e dar uma nova chance em algum momento no futuro.

Mais pra frente eu faço um post comparando ele com BB Cream da quem disse para vocês verem porque o da Maybelline não ter me impressionado tanto, ok?

E aí? Mais alguém usou e não gostou? Ou alguém usou e adorou?

Você pode comprar o seu clicando aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

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Top 5: Gostos que Herdei dos Meus Pais

Hey pessoas!! Como vão??

 

Bom, segunda-feira é dia de Top 5 e hoje vou mostrar pra vocês 5 músicas que não são da minha geração, mas que eu aprendi a gostar por causa dos meus pais. Minha família sempre foi muito ligada em música, apesar de ninguém ser músico profissional, todos os dias sempre rolou música na minha casa. Em dias de reunião de família então…

Uma das coisas das quais eu mais orgulho é do fato de os meus pais terem um ótimo gosto musical e serem abertos á coisas que eles não conhecem, como por exemplo, quando eu comecei a ouvir Forfun e meu pai de 50 anos de idade começou a gostar também (sério, ele sabe as letras…), ou quando minha mãe virou pra mim e disse que curtia Emicida… Então, eu cresci aprendendo que, não importa o ritmo, quem canta ou de que época é, música boa é música boa!

E para celebrar essa lição, aí vão as 5 músicas que não são da minha época, mas que eu aprendi a gostar por causa dos meus pais.

 

1. Tim Maia – Sossego

Já disse pra vocês no post sobre o Filme do Tim Maia como eu me sinto com relação à essa música, né?! Esse baixo funkeado na introdução me encantava desde cedo e quando eu comecei a compreender música o suficiente pra gostar, essa música já devia ter mais de 10 anos… Meu pai me disse que a gente inclusive tem o vinil que tem essa música aqui em casa!! Vinil, cara!! Vou procurar e depois mostro pra vocês…

 

2. Ray Charles – Hit the Road Jack

Quem nunca ouviu essa música? Quando eu era pequena, só sabia cantar a parte do “no more, no more, no more” e me divertia!! Sempre gostei desse som…

 

3. Noriel Vilela – 16 Toneladas

Essa música era figurinha carimbada na minha infância! Meus pais tem um CD com samba rock das antigas e toda vez que toca essa música, eu peço pra voltar e tocar de novo porque acho a letra o maior barato! Fora o balanço!

 

4. Wilson Simonal – Sá Marina

Eu fui descobrir que eu gostava de Wilson Simonal faz pouco tempo… Mas como meus pais sempre gostaram, considero uma herança deles eu gostar também. E fala sério! Que voz esse cara tinha, hein?!

 

5. Jorge Ben Jor – Os Alquimistas Estão Chegando

Posso dizer com o maior orgulho do mundo que ouço Jorge Ben Jor desde de criança por causa dos meus pais e, ano passado, nós tivemos a oportunidade de ir á um show dele juntos! Então vocês podem imaginar como foi legal as duas gerações juntas curtindo o som desse cara que manda bem demais!! Inesquecível!

 

Se eu pudesse fazia um Top 50 só com as músicas mais antigas, juro pra vocês!! Eu queria tanto ter nascido nos anos 60 ou 70 só para ter acompanhado de perto todos esses gênios em ação. O que eu sinto em relação à música antiga é como se eu tivesse saudade daquilo que eu não vivi… Me encanta essa época em que a música fazia sucesso por que era boa de verdade! Tinha letra, melodia, as vozes eram perfeitas e havia preocupação com a qualidade! Só fazia sucesso quem era bom mesmo, sabe?

Anyway, minha época é outra e ainda bem que eu tenho a internet para satisfazer a minha vontade, né?! 😉

Por hoje é isso e keep exploring!

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Filme: Jogos Vorazes – A Esperança pt. I

Hey pessoas!! Como vão??

 

Hoje vou contar para vocês como foi a estreia do filme mais aguardado do ano (pelo menos para mim): Jogos Vorazes – A Esperança pt. I!

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Sinopse: Após ser resgatada do Massacre Quaternário pela resistência ao governo tirânico do presidente Snow (Donald Sutherland), Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) está abalada. Temerosa e sem confiança, ela agora vive no Distrito 13 ao lado da mãe (Paula Malcomson) e da irmã, Prim (Willow Shields). A presidente Alma Coin (Julianne Moore) e Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman) querem que Katniss assuma o papel do Tordo, o símbolo que a resistência precisa para mobilizar a população. Após uma certa relutância, Katniss aceita a proposta desde que a resistência se comprometa a resgatar Peeta Mellark (Josh Hutcherson) e os demais Vitoriosos, mantidos prisioneiros pela Capital.

Fonte: Adoro Cinema

 

Apesar da trama mais lenta, sem tantas batalhas e sem arena, as coisas acontecem rápido e de forma intensa na primeira parte do final da saga. O filme chega metendo o pé na porta, sem cerimônias e já tirando o nosso fôlego desde o começo. Se você não viu os outros filmes e nem leu os livros, eu recomendo que faça isso, porque o filme começa sem recapitulações e sem preder tempo com explicações para os desavisados.

Eu vou contar uma coisa para vocês, eu nunca tinha reagido tanto a um filme quanto reagi a esse.

Eu explico. É que você não vai conseguir não entrar de cabeça na história simplesmente porque ela é contagiante demais e muito intensa. Você vai se assustar, vai prender a respiração, vai querer chorar e ainda vai encontrar espaço para rir!

Jennifer Lawrence está espetacular, ela consegue mostrar que na verdade a Katniss não é nenhuma heroína guerreira. Que ela é sensível e que, se sobreviveu até agora, foi graças aos seus instintos de proteção a si e às pessoas que ama.

Josh Hutcherson, também está incrível, mostrando um outro lado do Peeta que a gente ainda não conhece, um lado mais frágil e não tão otimista como sempre. Aliás, parabéns para a equipe de maquiagem e efeitos especiais do filme, porque os hematomas do Peeta estão de dar dó!

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Melhor cena do filme!!

A graça da trama está nos detalhes. Está no fato de que ela não é uma óbvia história de amor com um conflito no meio. É uma trama política com direito a uma das estratégias mais utilizadas nas guerras políticas até os dias de hoje: a propaganda, a mídia como meio de manipulação das massas. Atual, não?

Enquanto de um lado você vê o Presidente Snow usando a propaganda de forma desesperada mas ainda sim inteligente para controlar a revolução que se inicia e que ameaça seu controle absoluto, do outro, você vê a Presidente Alma Coin, do distrito 13 e Plutarch Heavensbee, ex-idealizador dos Jogos, usando os sentimentos da Katniss como forma de fazê-la portar-se como o símbolo da revolução e acredtar que é isso que ela quer. É como em uma fala do filme: “Ao ver a dor, o Tordo responde”. E isso te faz questionar se os “bonzinhos” são mesmo tão bonzinhos assim…

E no meio disso tudo, você vê uma Katniss que só quer saber se o Peeta está bem e ainda se vê dividida entre o que sente por ele e por Gale, que se torna um soldado importante dentro do exército da revolução e perde um pouco aquele ar de “cachorrinho” que só sabe seguir a Katniss por aí… Mas ele ainda me irrita… Sim, o Gale me irrita porque ás vezes ele é mais mulherzinha do que a Katniss… #prontofalei

 

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Mais maduro, mais intenso, mais político e o melhor dos três filmes (até agora), A Esperança é fiel ao livro e vai te deixar grudado na cadeira do cinema, em choque… Sério, eu precisei de um tempo pra me recuperar desse filme…

Fora o gostinho de quero mais, pois o filme termina da maneira mais abrupta e em uma cena extremamente triste, de partir o coração. Mal posso esperar por novembro do ano que vem para ver como tudo vai acabar!

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“If we burn, you burn with us!”

 

Bom, foi isso! Eu não sou muito boa em resenhas de filmes mas espero ter passado para vocês tudo o que esse tem a oferecer e que vocês sintam vontade de vê-lo, porque não vão se arrepender!

Clique aqui para ver o trailer e aqui para ouvir a música “Yellow Flicker Beat” da Lorde, que faz parte da trilha sonora do filme. 😉

Por hoje é isso e keep exploring!

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Livro – O Teorema Katherine

Hey people!

 

Mais uma resenha de um livro do John Green que não é A Culpa É das Estrelas, mas que é tão legal quanto!!

Assim como todo mundo, eu conheci John Green através do livro A Culpa é das Estrelas e daí em diante foi só alegria, eu adorei todos os livros dele.

John Green gosta de surpreender nas suas historias, ele nunca faz o que a gente espera que ele faça e cada livro dele tem um final surpreendente e que te ensina uma lição diferente, te faz repensar sua vida, avaliar o que você tem feito de bom e de ruim e quais atitudes você poderia estar mudando.

Eu não vou escrever uma resenha sobre A Culpa é das Estrelas, até porque, a essa altura do campeonato, todo mundo já leu o livro e já viu o filme, então não faz muito sentido escrever uma resenha, mas eu vou falar sobre o que eu achei em outra oportunidade. No entanto, hoje eu vou falar sobre outro livro dele, que é tão bom quanto…

O Teorema Katherine!

” Se o assunto é relacionamento, o tipo de garota de Colin Singleton tem nome: Katherine. E em se tratando de Colin e Katherines, o desfecho é sempre o mesmo: ele leva o fora. Já aconteceu muito. Dezenove vezes, para ser exato. Depois do mais recente e traumático término, ele resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e um melhor amigo bem fora de forma no banco do carona, o ex-garoto prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar pés na bunda, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai mudar para sempre a história amorosa do mundo, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.” 

O livro foge completamente de todos os livros dos quais eu já li. É uma história de amor que envolve matemática e eu aposto que você nunca imaginou que amor e matemática poderiam andar juntos, mas a verdade é que eles podem, pois ambos são bem complicados. Ele é escrito de forma bem divertida e tem algumas linguagens e códigos que são bem engraçados e as notas de rodapé são as melhores.
Confesso que o começo dele é meio cansativo, é pura fossa e depressão pós-termino de namoro maaaass, ele fica bom, bem bom na verdade e passa uma lição legal sobre como a gente pode superar o fim de relacionamento sem sofrer absurdos ou, pode até sofrer, desde que a gente consigo ter em mente que outra pessoa (ou outra Katherine) sempre chega pra nos fazer melhor.

O legal desse livro é que, além dele ter um monte de gráficos ele tem uma linguagem diferente, como se fosse um código. Eu, particularmente, achei esses códigos bem divertidos.

O livro não fala só de amor, fala de amizade também, afinal de contas, quantos amigos seus te aturam na fossa, chorando porque tá solteiro(a)? São poucos né? Dá pra contar nos dedos de uma mão quantos são esses, mas eles existem e nos amam mesmo assim. E o livro te faz perceber isso, que a amizade também é uma forma de amor. E isso, nos dias de hoje, é mais do que importante ter: um amigo com quem contar sempre que precisar.

E pra vocês verem como eu sou bem legal com vocês, deixo esse gráfico pra vocês resolverem. É uma continha bem simples e eu tenho certeza que vocês vão tirar de letra o resultado… ;D

 

Brincadeirinha, precisa resolver esse gráfico não. Acho a escrita do John espetacular e o modo como ele acaba seus livros com um gostinho de ‘quero mais, quero saber mais sobre o que acontece’ me encanta. Espero que encante a você também.

 Mas como você supera uma desilusão amorosa? Como superar DEZENOVE desilusões amorosas?? Sabe a fórmula pra isso?? Eu sei! O Amor ❤

 

Você pode comprar o livro clicando aqui.

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Barulho: 3 clipes novos que você precisa ver (caso ainda não tenha visto)…

Hey pessoas!! Como vão??

 

Tem clipe novo na área! Ou melhor, clipes, no plural!

Nicki Minaj, Taylor Swift e Forfun lançaram clipes novos há alguns dias atrás e se você marcou bobeira e não viu, não tema! O L’Explorateur está aqui para te deixar por dentro destas novidades…

 

Taylor Swift – Blank Space

O mais falado dos três. Nele, Taylor começa toda glamourosa, fazendo a namorada fofinha ao lado do boy magya, toda trabalhada no salto e no make. Mas depois, faz a psicótica e sai destruindo geral por aí… O clipe foi muito bem feito e deve ter custado alguns cifrões na conta da dona Taylor…

 

Nicki Minaj – Only

O mais polêmico dos três. Logo quando o clipe foi lançado, houveram muitos boatos de que ele continha referências nazistas. Mas a Nicki já negou ter qualquer simpatia pelo nazismo e se desculpou por ter ofendido o povo judeu com seu clipe…

 

Forfun – Coisa Pouca

O mais bonito dos três!! A simplicidade de Coisa Pouca encanta, porque o clipe é tão simples que te deixa livre para apreciar a música. E no fim, você se pega balançando a cabeça e curtindo o som, porque o clipe não tem exageros que desviam a atenção… Muito amor! ❤

 

Bom pessoas, é isso! Espero que tenham gostado dos clipes e semana que vem tem mais música!

Por hoje é isso e keep exploring!

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