Projeto Vai Um Café?: Meu Maior Ato de Coragem #PostagemColetiva

Hey pessoas!! Como vão??

 

Caramba, como eu estava com saudades dessas palavrinhas aí de cima! Eu sei que dei uma bela de uma sumida e na real, provavelmente o ritmo do blog vá dar uma bela diminuída mesmo, mas é por um bom motivo!

Hoje voltei especialmente para participar da Postagem Coletiva do Vai Um Café, já que meu post do mês passado sobre As Várias Versões de Mim foi o vencedor da votação de melhor do mês e me garantiu o direito de escolher o tema sobre o qual eu e vários outros blogueiros falaremos em abril.

E como eu não sou boba nem nada, já logo tratei de escolher um tema que me permitisse também compartilhar aqui o giro de 180° que deu a minha vida desde que nós nos “vimos” pela última vez.

Preparados? Então segura que lá vem surra de sinceridade!

 

MEU MAIOR ATO DE CORAGEM

Se eu te perguntasse agora qual o seu maior ato de coragem, o que você responderia?

Se eu te pedisse pra fazer uma lista com as coisas mais corajosas que uma pessoa poderia fazer, o que você colocaria nela?

Eu aposto que pelo menos um dos itens seria algo que envolvesse adrenalina ou perigo, né? Porque quando falamos de coragem, muitas vezes pensamos em atos insanos que colocam nossas vidas em risco.

Só que a coragem sobre a qual eu quero falar hoje é de um tipo diferente.

É a coragem que não anula o medo, mas que existe independente dele. É a coragem que vem da bravura e faz com que tomemos decisões que não colocam nossas vidas em risco, mas que mesmo assim fazem com que elas nunca mais sejam as mesmas.

É a coragem de mudar.

E foi esse tipo de coragem que eu precisei ter quando, em meados de julho do ano passado, larguei meu emprego muito bem pago para dar início ao que seria a jornada mais intensa da minha vida!

Em setembro de 2016, me inscrevi em um programa de intercâmbio de trabalho na área da Hotelaria (minha área) nos Estados Unidos que funciona mais ou menos assim: você contacta a agência, eles fazem a ponte entre você e a American Hospitality Academy  e a AHA faz a ponte entre você e as principais redes hoteleiras no país.

Era o intercâmbio perfeito pra mim, pois eu já tinha passado da idade de fazer aqueles intercâmbios de idiomas, já falava inglês fluente e já tinha cerca de oito anos de experiência na área. Só tinha um detalhe que me incomodava: eu não escolhia para onde eu iria viajar. O hotel é que escolhe quem vai contratar.

Mano, cê tem noção do tamanho desse país? Então lá veio o medo nº 1: o medo de acabar indo para em uma cidadezinha qualquer que ninguém nunca ouviu falar. Mas minha coragem falou mais alto e eu decidi que faria o melhor do que quer que me fosse dado.

Passou setembro, outubro, novembro, dezembro e com o passar do tempo, veio o medo nº 2: o medo de não ser escolhida. Perdi as contas de quantas vezes eu quase desisti, achando que se não tinha acontecido ainda, não era pra ser. Mas, mais uma vez veio minha coragem e dessa vez, ela estava de braços dados com a minha fé. E elas me mantiveram firme.

Janeiro veio e foi embora e eu segui firme com o foco no propósito, até que veio fevereiro e a notícia bombástica: tinha um hotel querendo me entrevistar.

Aí veio o medo nº 3: o medo de tudo estar dando certo rápido demais e eu não estar preparada. Mas lá veio a minha coragem e me disse pra continuar firme, que tudo valeria a pena.

Daí pra frente, tudo foi um borrão! Foi um mês de entrevistas, checadas na caixa de entrada do meu e-mail, idas à agência de intercâmbio, ao consulado americano, à Polícia Federal, festa de despedida, corre pra lá, corre pra cá… ufa!

Até que no dia 17 de março de 2017 eu encarei meu primeiro vôo internacional. No dia 18 de março de 2017, eu botei meus pés pela primeira vez na terra que eu sempre sonhei em conhecer. Naquele sábado de Sol, eu conheci Austin, a capital do Texas, e me apaixonei pelo seu estilo que mistura tranquilidade e agitação, pelos seus gentis moradores, pelas luzinhas que enfeitam as árvores do centro, pelos pássaros que cantam dia e noite, pelo fato de que todo mundo diz “thank you” pro motorista quando desce do ônibus, pelos hambúrgueres suculentos que já comi, pelo fato de todo lugar aqui servir chá gelado (que eu amo), por todas as vezes que pude praticar meu espanhol, porque o Texas faz fronteira com o México e a comunidade mexicana aqui é bem grande.

Me apaixonei e me apaixono todo dia pelo fato de poder usar minhas tranças e ninguém achar que não é profissional, pelo fato de que toda vez que digo “I’m brazilian”, recebo um “nossa, que legal, que incrível” como resposta. Estou in love pelo fato de já serem 19:15 da noite e ainda estar Sol lá fora. Amo o fato de ter um rio que corta o centro da cidade e é a paisagem que vejo ao ir e voltar do trabalho.

Mas, principalmente, estou perdida, profunda e irremediavelmente apaixonada por todas as vezes em que, deitada na minha cama, segundos antes de dormir, eu tenho um lampejo que dura um segundo no qual me vem um sustinho e eu penso: “caraca, eu tô nos EUA”…

E tudo isso graças à minha coragem…

E é isso, pessoas! Essa era a novidade que eu tinha para contar para vocês e também era o motivo de o blog estar meio parado. Foi muita coisa para absorver nesse um mês, mas eu prometo que farei o possível para postar aqui de vez em quando contando como vai minha aventura, porque eu ainda tenho mais onze meses por aqui, combinado?

Bom, esse foi meu maior ato de coragem. Agora, conta aí, qual foi o seu?

Por hoje é isso e keep exploring!

Projeto “Vai Um Café?”: As Várias Versões de Mim #PostagemColetiva

Hey pessoas!! Como vão??

 

Hoje tem post aleatório nesse blogzinho que está devagar, mas não está morto!

 

AS VÁRIAS VERSÕES DE MIM

Sabe quando você está em uma conversa sobre signos e alguém vira e fala que o que importa mesmo é o seu ascendente?

Sempre achei que isso explicava muita coisa a meu respeito…

Primeiramente eu devo dizer que, apesar de ser um tanto cética com relação às previsões, eu acredito sim que o dia, mês e hora do nosso nascimento (dentre outras coisas) têm influência em aspectos da nossa personalidade.

Se não fosse assim, como eu conseguiria explicar para mim mesma os tantos aspectos contraditórios que compõem esse maravilhoso serzinho chamado “eu”?

Para exemplificar, existe uma Juliana dentro de mim que é um tanto conservadora, que gosta das coisas certinhas e muito bem explicadinhas. Que não consegue compreender como algumas pessoas parecem ter uma certa dificuldade para tomar decisões na vida.

Na mesma pegada, existe uma Juliana em mim que crê na força do acaso. Em uma energia desconhecida que nos empurra pela vida, botando tudo e todos em seus devidos lugares.

Outro exemplo: houve um tempo em que eu não saía de casa sem maquiagem e sair sem usar lápis preto bem forte, tanto na pálpebra de cima, quanto na de baixo, era inconcebível para mim!

Hoje em dia, quando eu decido sair de maquiagem, o lápis de olho pretão e pesadão dá espaço para um delineado gatinho delicado apenas na pálpebra de cima, acompanhado de algumas boas camadas de máscara para cílios…

“Mas como isso é possível?”, você deve estar se perguntando…

Amigo, eu te respondo com uma outra pergunta: como isso pode não ser possível?

Como é que determinados seres humanos conseguem caminhar sobre a terra sendo sempre a mesma pessoa, sem nuances, sem aspectos interessantes e peculiares que os tornam uma peça única e rara?

Como conseguem passar a vida sendo lineares?

Eu não consigo ser assim. Sou um amontoado das experiências que vivi, das coisas que vi e de tudo aquilo que me encanta, mesmo que nada disso combine entre si.

Sou do time do Raul e prefiro ser essa metamorfose ambulante meeeesmo!

Tem como ser de outro jeito? Eu acredito que não e que, daqui até o fim dos meus dias, muitas outras Julianas ainda vão habitar esse eu corpo…

Ah! E caso você esteja se perguntando, eu sou de Virgem com ascendente em Aquário e sim, isso explica muita coisa…

E aí, curtiram o texto? Concordam que, ao longo da vida, existem várias versões de nós? Este post foi mais uma cortesia do “Vai Um Café?” e eu aproveito o momento para dizer que o grupo está aceitando novos membros, então, se você estiver a fim de fazer parte do grupo mais amô das internê, é só preencher o formulário disponível na nossa fanpage, belezinha?

Por hoje é isso e keep exploring!

Top 5: Nirvana

Hey pessoas!! Como vão??

 

Se existem duas datas no calendário de qualquer fã do bom e velho rock’n’roll que sempre significarão alguma coisa, independente do ano, são 20 de fevereiro e 05 de abril.

Isso porque, em 20 de fevereiro de 1967, nascia na cidade de Alberdeen em Washington o cara que revolucionaria a cena do punk rock mundial e se tornaria uma das maiores lendas do rock: Kurt Donald Cobain. E apenas 27 anos depois, em 05 de abril de 1994, esse mesmo cara daria fim à própria vida, deixando uma carta de suicídio onde dizia que “era melhor queimar de uma vez, do que ir se apagando aos poucos”, algo sobre morrer no auge em vez de arriscar cair no esquecimento…

Quando o Nirvana estava no auge eu ainda era um bebê e só fui conhecer sua obra uns 15 anos depois. Não vou mentir e dizer que é a minha banda favorita (eu prefiro Foo Fighters e Red Hot), mas é impossível para mim gostar de rock e ignorar tudo o que o Nirvana significa. Acho que, se existisse uma escola que ensinasse como ser um roqueiro de verdade, haveria uma matéria toda dedicada ao impacto que o Nirvana teve no mundo da música e uma outra inteiramente dedicada a tentar entender como funcionava a cabeça perturbada e genial de Kurt Cobain.

E como eu sou uma pessoa mais propensa a comemorar nascimentos, fica para hoje, dia em que Kurt comemoraria 50 anos de vida, o Top 5 inteiramente dedicado à maior banda do movimento punk/grunge de todos os tempos.

Senhoras e senhores, com vocês, as minhas cinco músicas favoritas do Nirvana!

 

5. Lithium

 

4. Sliver

 

3. Pennyroyal Tea

 

2. Smells Like Teen Spirit

Porque hino é hino…

 

1. Come As You Are

Mais conhecida como uma das poucas músicas que eu sei tocar no violão…

 

Pronto! Essas são minhas cinco músicas favoritas do Nirvana! Lembrando que esta lista é totalmente baseada no meu gosto pessoal e não tem nada de técnico ou profissional, beleza? É tudo na base do ouvido mesmo…

Agora me contem, vocês curtem Nirvana? Qual sua música favorita e por quê? Deixem nos comentários!

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Por hoje é isso e keep exploring!

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Top 10: Músicas que completam 10 anos em 2017

Hey pessoas!! Como vão??

 

Eis que depois de muito tempo, olha quem está de volta aos palcos do L’Explorateur: nossas playlists!!! Yaaaay!

E para começar mais uma semana cheia de música, que tal voltarmos um pouquinho no tempo? Bom, a música tem esse poder, né? Ela consegue mexer com as nossas emoções, despertar sensações e nos fazer viajar no tempo… Eu não sei vocês, mas cada momento da minha vida foi marcado por músicas e toda vez que eu as ouço, é como se voltasse a viver tudo aquilo…

Bom, o meio para o fim dos anos 2000 pegaram bem o ápice da minha adolescência, regada a muitos shows, horas de internet procurando bandas e músicas novas e muitas horas vidrada nos programas da MTV (quando eles ainda prestavam), então vocês devem imaginar o quanto foi difícil reduzir esta lista a apenas 10 músicas, né?

Mas enfim, fiz meu melhor e vocês conferem agora o resultado!

 

1. Beyoncé feat. Shakira – Beautiful Liar

Vamos começar com lacre duplo? Sério, tô aqui até agora tentando decidir quem tem o melhor rebolado…

 

2. Rihanna feat Jay Z – Umbrella

Aqui temos uma Rihanna pré tatuagens  e pré vida loka já começando a dar seus primeiros passos rumo à diva que ela viria a se tornar hoje…

 

3. Paramore – Misery Business

Primeira vez que ouvi a voz poderosa e angelical da Hayley e me apaixonei… Continuo ouvindo essa música…

 

4. Pitty – Pulsos

Uma das minhas favoritas da Pitty ❤

 

5. Natiruts – Natiruts Reggae Power

Outra música que eu continuo ouvindo até hoje e que tem uma vibe incrível!

 

6. Avril Lavigne – Girlfriend

Ah Avril e seu pop punk cor de rosa e de salto alto…

 

7. Britney Spears – Gimme More

Britney e sua volta “triunfal” depois da doideira que levou a bichinha a raspar a cabeça…

 

8. Timbaland feat. Nelly Furtado & Justin Timberlake

Qualquer lista de músicas lançadas que você consultar, pode ter certeza que vai encontrar um desses três aí de cima. No final dos anos 2000 eles eram OS nomes na cena pop/hip hop/rnb, então decidi pegar uma música só que tivesse os três.

 

9. Strike – Paraíso Proibido

Trilha de 10 entre 10 festinhas da turma da escola, essa música fez parte do boom de bandas de hard core nacionais que marcou essa época…

 

10. Gwen Stefani – The Sweet Escape

E para fechar, esse chicletinho da Gwen Stefani que eu já cantei muuuuito…

 

E aí, que tal essa nossa viagem no tempo, galera? Eu revi minha adolescência inteira neste post aqui e aposto que muita gente aí também… Agora, me contem aí, o que vocês estavam ouvindo em 2007??

Bom, fiquem ligados que semana que vem tem mais playlist, hein!

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Filme: Cinquenta Tons Mais Escuros

Hey pessoas!! Como vão??

 

E eis que depois de uma espera de quase dois anos, ontem finalmente aconteceu a tão aguardada estreia de Cinquenta Tons Mais Escuros, segundo filme da franquia “Cinquenta Tons”.

Tá afim de saber se vale a pena ou não conferir, então cola comigo, pois este post contém altas doses de opiniões sinceras e impressões típicas de quem é parte do público, sem muitos termos técnicos ou análises profundas…

 

Cinquenta Tons Mais Escuros

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Incomodada com os hábitos e atitudes de Christian Grey (Jamie Dornan), Anastasia (Dakota Johnson) decide terminar o relacionamento e focar no desenvolvimento de sua carreira. Ele, no entanto, não desiste tão fácil e fica sempre ao seu encalço, insistindo que aceita as regras dela. Tal cortejo acaba funcionando e ela reinicia o relacionamento com o jovem milionário, sendo que, aos poucos, passa a compreender melhor os jogos sexuais que ele tanto aprecia. (Não recomendado para menores de 16 anos)

Fonte: Adoro Cinema

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No final do primeiro filme tivemos a tão conhecida cena da despedida de Ana e Christian, marcando assim o final do breve (e intenso) relacionamento.

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Como bem sabemos, o jovem bilionário não é do tipo que aceita um não como resposta, por isso, logo no início do segundo filme temos uma cena em que Ana recebe flores do “ex-my love”, pensa em jogá-las fora, mas acaba desistindo.

Christian, que pode ser bem insistente quando quer, convence Ana a encontrá-lo para um jantar, onde eles poderiam, discutir a relação. Ele vem com aquele discurso de que não aguenta mais ficar sem ela, de que seria capaz de deixar de lado todas as suas “particularidades” para tê-la de volta e exibe até uma prova física de sua tristeza: uma barba por fazer que o acompanha pelo resto do filme.

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Eu gosto!

Ana, agora um pouco mais madura, aceita o amado de volta, porém, agora ela é quem dita as regras de como o relacionamento deverá se desenvolver e a principal delas é chega de regras, contratos e punições.

Christian aceita as condições mas tem dificuldades em deixar de lado seu lado dominador, que se manifesta com força quando, por exemplo, ele compra a editora para qual Ana trabalha e a proíbe de viajar para Nova Iorque com o chefe para um evento literário. Só que desta vez, não é que o Sr. Grey está certo? Jack, o chefe de Ana, acaba se mostrando um canalha assediador e é demitido da editora.

Além de acompanharmos os novos contornos que cercam a relação do casal principal, temos também o mistério que cerca mais uma nova personagem (Leila, uma antiga submissa de Christian) e também o ciúme da famosa “Sra. Robinson”, Elena, que tenta fazer com que Ana fique insegura e largue Christian, ao que a mocinha (em um de seus poucos momentos de atitude) manda a amiga da família Grey ir se catar.

Como uma pessoa que leu os livros e aprecia um filme água com açúcar de vez em quando, devo dizer que Cinquenta Tons Mais Escuros serve seu propósito, que é de oferecer entretenimento e fornecer o auxílio visual para aquilo que os fãs da saga só conheciam através das letras.

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Não vá ao cinema esperando uma grande trama, um roteiro incrível, atuações espetaculares e etc. Sério, quem tem essas expectativas acerca desses filmes ou gosta de se decepcionar, ou não vai ao cinema com frequência, porque quem está acostumado com a forma que a indústria do cinema funciona, sabe que não é só porque um filme é mega aguardado e divulgado que ele vai ser necessariamente bom. O enredo é fraco, assim como nos livros, mas fazer o quê? Os caras tem que agradar à grande massa e fazer dinheiro, ué…

Um ponto que ficou bem claro nesse segundo filme é que eles tomaram mais cuidado com as cenas de sexo, fazendo com que elas ficassem menos explícitas, mas há um excesso de ruídos vindos da Dakota que fazem com que elas fiquem um tanto forçadas. A edição também deu uma melhorada, nada muito incrível, mas pelo menos as cenas não são mais cortadas abruptamente como no primeiro.

Os diálogos são meio chatos, mas tem umas cenas que dá pra dar uma risada. Quanto à atuação, eu gosto da Dakota, gosto da carinha dela e, sinceramente, não sei dizer se é ela que é má atriz ou a Ana que é uma sonsa, porque a personagem me irrita muito. Já o Jamie está mais solto e parece estar mais confortável no papel de bilionário sedutor. Temos mais cenas dele, ouvimos mais sua voz e até temos sorrisos vindos do sempre sério Sr. Grey.

Fiquei um tanto decepcionada com a cena do acidente de helicóptero, porque não passou um décimo do que deve ser a agonia de ter um parente desaparecido em meio a tal desastre. As coisas acontecem muito rápido, as atuações são bem escrotas e a resolução do drama é apressada.

Já na tão aguardada cena do confronto de Leila e Ana, a atuação da Dakota foi ok mas poderia ter sido melhor. Quando chegou a vez de Jamie, ele personificou o dominador como ninguém. Havia uma certa força em seu olhar que foi legal de ver.

Outra cena bastante aguardada pelos fãs, mas que deixou a desejar, foi quando Christian se ajoelha aos pés de Ana, demonstrando sua submissão à amada e invertendo os papéis. O Jamie até conseguiu mostrar certa vulnerabilidade, mas eu esperava mais da cena como um todo. Se bem que a tomada ficou bem boa, pegando Dakota quase saindo de cena e deixando Jamie quase de frente para o público, nos oferecendo um pouco do que seria ter Christian Grey ajoelhado aos nossos pés.

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Ahhh! O ponto mais alto do filme é a trilha sonora que serve bem quem curte música pop ou releituras de clássicos… Tão boa que merece até um post à parte!

Sem mais enrolação, quantas estrelas este filme merece?

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Três estrelas porque não conseguiu mexer comigo, mas serve o propósito de entreter.

No fim, assim como aconteceu com o primeiro filme, eu o recomendo para diversão ou para um passeio com as amigas, mas é só.

Fiquem agora com os trailers para terem um gostinho do que aguarda vocês no cinema mais próximo!

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Livro: Faça Amor, Não Faça Jogo – Ique Carvalho

Hey pessoas!! Como vão??

 

Bom, o ano já começou faz um tempo e eu já comecei a colocar minha leitura em dia. Dentre os livros que já li até agora, eu decidi começar as resenhas do ano com o que tinha o melhor assunto de todos: amor.

O livro de hoje, além de ter sido escrito por um autor brasileiro, é cheinho de amor e lições de como deixar de lado essa moda de fazer joguinhos, de não se entregar aos sentimentos e viver ao máximo o que esse sentimento tão lindo tema nos oferecer.

Então, vamos a ele?

 

Faça Amor, Não Faça Jogo

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“Viver a plenitude do amor é o desejo senão de todas, ao menos da maioria das pessoas. Amar e ser amado incondicionalmente, contar com o apoio de alguém para as horas difíceis e para os momentos alegres, e saber que independentemente do que fazemos, alguém estará ao nosso lado simplesmente pelo que somos é o ideal de vida de muitos.
Viver esse amor na prática, no entanto, nem sempre é fácil. E é exatamente sobre felicidade, vida e amor que Ique Carvalho fala neste livro. O autor, que começou escrevendo em seu blog e já tocou o coração de milhares de pessoas que se envolveram e se emocionaram com suas palavras, descreve com perfeição o amor que muitos procuram e poucos realmente encontram. E ele fala do amor em todas as suas expressões: desde o romântico entre duas pessoas até o mais puro e verdadeiro dos laços familiares, que ele tem com seu pai e mentor.
Como as relações humanas são frágeis e complicadas, os relacionamentos tornam-se difíceis, o que nos faz buscar a felicidade nos lugares ou nas pessoas erradas. Mas o autor nos faz enxergar a vida de forma diferente. Faça amor, não faça jogo é um lembrete de que, no jogo do amor, não é necessário haver ganhadores ou perdedores. Basta olhar e aceitar novos paradigmas e acreditar no que diz seu coração. E vivenciar isso de verdade.”

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Eu tenho que ser sincera e dizer para vocês que eu não conhecia o Ique e talvez nem viesse a conhecer se não fosse a minha amiga Alê me arrastar para uma tarde de autógrafos na Livraria Cultura, em plena quarta-feira!

E olha que o livro a ser autografado nem era esse! Era o “Muito Amor, Por Favor”, que o Ique escreveu em conjunto com o Fred Elboni (Entenda Os Homens), Matheus Rocha (Neologismo) e Arthur Aguiar (ator e cantor) e sobre o qual vocês ainda vão ouvir falar por aqui, me aguardem!

Eu ainda nem li o livro que foi autografado, mas querem saber de uma coisa? Já valeu muito a pena porque foi nesse dia que a minha amiga me emprestou o livro do Ique e eu me apaixonei pela escrita e pelas ideias dele!

Em “Faça Amor, Não Faça Jogo” Ique traz um compilado de textos e poemas que falam de como ele enxerga e vive o amor. Ele também conta um pouco de sua relação com seu pai que, enquanto ele escrevia o livro, lutava contra um câncer e isso, em vez de dar um tom triste ou apelativo aos textos, deixou tudo mais bonito, sincero e com um tom meio autobiográfico. Você termina o livro sentindo que conhecia o pai do Ique.

Não sei se tudo sobre o que o Ique escreve aconteceu de fato, mas ele escreve com tanta simplicidade, que até eu me enxerguei nas palavras dele e esse nível de intimidade com o leitor é tão difícil de conseguir, quem escreve sabe… O livro tem apenas 223 páginas, mas a leitura é uma verdadeira montanha-russa!

Uma hora você está suspirando, querendo encontrar o amor do qual o Ique fala tão lindamente,  outra hora você está na fossa, em algum momento vai ter um sorriso bobo e sonhador estampado no rosto, em outro momento estará chorando baldes ou pode ser que tudo isso aconteça de uma só vez!

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Se, ao ler o título, você for ler o livro achando que ele vai ser um tipo de manual para lidar com o amor nesses tempos de cinismo, pode esquecer. “Faça Amor, Não Faça Jogo” é um livro feito para todos aqueles já dispostos abrirem seus corações e deixarem o amor entrar. É para quem está consciente do amor e não o despreza, gastando-o em competições para ver quem se importa menos.

O Ique ama lindamente, da forma que aprendeu com o seu pai, então, se você não estiver preparado para essa overdose de amor, nem leia!

E o mais legal deste livro é que você não precisa ler na sequência! Você pode deixá-lo na cabeceira da cama para visitá-lo sempre que estiver precisando de uma dose de inspiração! ❤

Bom, com tudo isso, qual o meu nível de amor por este livro?

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Ó-B-V-I-O que seriam cinco corações, né?

Se você quiser comprar o seu, clique aqui. E se quiser conhecer o blog do Ique e seus outros textos, clique aqui.

Por hoje é isso e keep exploring!

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Barulho: Novidades Emicida

Hey pessoas!! Como vão??

 

Ano passado Emicida e sua turma fizeram o maior barulho no São Paulo Fashion Week com  o desfile da Yasuke, coleção da marca LAB que ele tem em sociedade com seu irmão, Evandro Fióti.

Eu lembro que, quando eu assisti o vídeo do desfile, fiquei doida pela música que serviu de trilha. Acontece que essa música não fazia parte da discografia do Emicida, mas o cara é tão incrível que escreveu e produziu uma faixa só para aquela ocasião!!!!!!

Sem mais delongas, se vocês ainda não conhecem, eu lhes apresento “Yasuke”:

Com uma letra forte, cantada numa cadência hipnotizante, Yasuke foi inspirada na vida do samurai negro de mesmo nome e cumpriu com maestria a improvável missão de misturar a África e o Japão.

Ela conta com uma qualidade muito comum nas músicas do Emicida: todas as letras do rapper são tão cheias de referências históricas e culturais, que você termina de ouvir já querendo pesquisar tudo o que ele falou para se aprofundar. Ele estuda e compõe músicas que enchem, não só os ouvidos, mas também a nossa mente. É como se a gente ficasse mais inteligente só por ouvi-las.

E como ele não veio a esse mundo a passeio, alguns dias antes de lançar Yasuke, Emicida lançou, em parceria com o SOS Mata Atlântica o clipe em 360° de “Casa”. Uma das minhas músicas favoritas de seu álbum mais recente:

O clipe foi lançado para celebrar os 30 anos do SOS Mata Atlântica, um projeto que protege o Bioma Mata Atlântica, que é tão importante para a “saúde” do mundo. Para saber mais sobre, clique aqui.

E não tinha como ser melhor. Com um clipe todo tecnológico, que pode ser visto em 360° e em Realidade Virtual, a mensagem de que a Mata Atlântica é o nosso lar não poderia ficar mais clara. E se somarmos a isso o refrão da música, que é um dos que eu mais gosto, aí é só amor!

Lembram que eu falei ano passado para ficarmos de olho no Emicida em 2017? Bom, com esses dois lançamentos de arrasar em tão pouco tempo, parece que eu estava certa, né?

E aí, gostou mais de qual das duas músicas? Eu ainda não consegui me decidir…

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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Feel Good: GORDURA X PESO

Oi gente! Tudo bem??

 

Antes de mais nada: FELIZ 2017!!!! Sim, eu sei que está mega atrasado, mas antes tarde do que nunca, né?? E como não estamos com tempo a perder, vamos logo ao que interessa?

Você se alimenta corretamente, treina pra caramba e mesmo assim os ponteiros da balança parecem não baixar nunca?

É desesperador: você se consulta com a nutricionista, se matricula na academia, começa a fazer musculação, dá o seu máximo no treino aeróbico e, quando encara a balança… Surpresa! Seu peso continua o mesmo, ou até aumentou!?

Calma, respira, não se desespere! Antes que você pense em desistir de uma vida ativa e saudável, entenda como o seu corpo funciona em relação ao peso.

Sua massa corporal (seu peso) é composta por ossos, músculos, gordura e outras partes vitais. E por isso, a balança não é a melhor forma de avaliar seu progresso, já que ela não identifica quanto você possui de massa gorda (gordura) e massa magra (livre de gordura e constituída por músculos, água e ossos).

Se as roupas estão cada vez mais largas, você se enxerga mais fino, as pessoas comentam que você emagreceu, mas o seu peso permanece igual ou está subindo, não se preocupe. A resposta do seu corpo ao seu novo estilo de vida não poderia ser melhor e provavelmente o seu peso não baixa porque você está ganhando massa magra, o que é sinônimo de beleza e saúde.

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Mas talvez, você ainda não tenha entendido como é possível emagrecer e reduzir medidas sem que o peso na balança diminua. A explicação é simples: 1kg de chumbo é mais pesado que 1kg de penas? Não! Um quilo é sempre um quilo, seja ele composto de chumbo ou de penas. E isso também acontece com o músculo e a gordura. A diferença é que o músculo é mais compacto, e isso significa que a massa magra ocupa menos espaço no corpo do que a massa gorda. Está aí a explicação de como é possível reduzir medidas e manter ou aumentar o peso.

Meu conselho? Tire o foco da balança e procure um profissional habilitado para avaliar sua composição corporal utilizando aparelhos, como adipômetro e fita métrica. Afinal, adequar medidas é mais significativo esteticamente e reduzir o percentual de gordura é o mais indicado em termos de saúde.

E aí? Feliz por saber que seu esforço não tem sido em vão? Deseja potencializar os seus resultados? Somente uma avaliação física e nutricional poderá te dar um parecer concreto, então não se desespere, ok?

Espero ter esclarecido algumas coisas para vocês, mas se tiverem dúvidas, deixem nos comentários!

 

Beijos e até a próxima!

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www.vitoriatembenutri.com

Grupo “Vai Um Café?”: Por que/ Para quem eu escrevo? #PostagemColetiva

Hey pessoas!! Como vão??

 

Olha quem está de volta depois de looongas férias!!! \o/\o/\o/

É gente, não teve jeito. 2016 foi um ano tão complicado que eu precisei tirar um tempo de folga para me recompor (e quem não precisou?) e botar as ideias no lugar.

Era pra ser só por alguns dias, mas eu aproveitei o tempo para repensar alguns itens do design do blog (gostaram?) e criar conteúdo novo e fresquinho para vocês! Yay!

Mas enfim, 2017 está aqui, com direito até a gravidez da Queen Bey e, se até ela está trabalhando, quem sou eu pra ficar de bobeira, né?

E como primeira postagem de 2017, hoje não vai ter playlist, não. Mas em compensação vai ter post feito em conjunto com a galera esperta do “Vai Um Café?”!!

Você já parou para pensar por que o seu blogueiro ou blogueira, autor ou autora favorito (a) escreve? Qual a motivação por trás de uma pessoa que decide colocar suas ideias e sentimentos no papel ou na tela de um computador? Como eles fazem para superar a vergonha de divulgar seus trabalhos?

Bom, eu só posso falar por mim, mas escrever é uma forma de organizar os sentimentos, fazendo com que fique mais fácil compreendê-los.

A vida é corrida, as coisas não são fáceis, temos decisões a tomar, escolhas a fazer, partidos para tomar, é muita informação o tempo todo sendo jogada em cima de nós… Você às vezes não sente que sua cabeça poderia explodir?

Pois é, amigo, quando eu sinto isso sabe o que eu faço? Eu escrevo.

E o mais engraçado é que eu nem me lembro de quando comecei a usar a escrita como válvula de escape para as agonias do cotidiano. Quando dei por mim, já tinha diários e cadernos e arquivos no computador cheios de ideias aleatórias.

Tem um poema do Paulo Leminski que representa bem minha relação com a escrita:

“Razão de ser

Escrevo. E pronto.
Escrevo porque preciso
preciso porque estou tonto.
Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece.
E as estrelas lá no céu
Lembram letras no papel,
Quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias.
O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas.
Tem que ter por quê?”

Quando leio este poema, eu entendo que Leminski quis dizer que, da mesma forma que uma aranha tece teias porque é isso que ela faz, ele escreve porque é isso o que ele faz. É como se ele dissesse que a escrita é uma coisa tão natural para ele, que não tem razão de ser. Apenas acontece, como um reflexo.

E é assim que eu me sinto, sabe? Eu escrevo porque é isso que eu faço, é isso que eu sou.

Quanto à parte do “para quem eu escrevo”, lembro que o primeiro post do blog falou um pouco sobre isso. Lá, eu dizia que, se apenas uma pessoa se interessasse pelo que eu tinha a dizer, então era para essa pessoa que eu escreveria.

Hoje, quase três anos depois, nada mudou. É claro que uma parte de mim quer o reconhecimento, quer ver cada vez mais pessoas se beneficiando de tudo aquilo que eu trabalho tão duro para colocar aqui de uma maneira legal, quer, quem sabe um dia, publicar até um livro. Mas tem outra parte, a parte que escreve por reflexo, que não se importa se ninguém ler. Ela só quer botar em palavras o que não cabe mais no coração…

Escrever é e sempre será, para mim, talvez o lado mais importante de todos os lados que compõem quem eu sou.

E com isso dito, tudo o que vocês podem esperar é que venha muita coisa boa por aí nesse 2017 que mal começou e eu já considero pakas…

Por hoje é isso e keep exploring

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Barulho: Novidades Lady Gaga e Fergie

Hey pessoas!! Como vão??

 

Enquanto houver 2016, vai ter artista lançando coisa nova, sim! E hoje é dia de falar dos mais recentes lançamentos de duas divas do pop!

A primeira delas é a Fergie, que decidiu seguir um rumo totalmente oposto ao que nós vimos em “M.I.L.F.$”… Com uma pegadinha mais pop e mais parecida com o que estamos acostumados a ouvir, ela lançou há alguns dias “Life Goes On”.

Era esse o tipo de coisa que eu estava esperando quando soube que a Fergie ia voltar! “M.I.L.F.$.” foi uma tentativa até que válida, mas convenhamos, era apelativa demais. Já “Life Goes On” tem frescor, mas com aquele leve aroma de músicas que a gente já conhece e ama, como “Big Girls Don’t Cry”…

Enfim, sabe como eu sei que gostei de uma música? Quando o refrão dela fica na cabeça mesmo depois de um tempo que eu ouvi e foi o caso aqui… Achei uma boa pedida para as nossas playlists de verão… #ficadica

Agora, numa pegada mais deprêzinha, mas totalmente maravilhosa, temos a Mother Monster que você mais respeita. Lady Gaga apresenta: “Million Reasons”!

No caso de Gaga, a música em si não é novidade, já que ela vinha apresentando-a em alguns pequenos shows que tem feito para divulgar a turnê, mas mano, que música boa do caramba!

Ela é crua, simples, dolorosa e linda! E não vou nem me dar ao trabalho de falar sobre a voz da Gaga, porque é só você ouvir para se arrepiar e entender… Sabe qual o nome disso, amigo? Qualidade! Artigo que anda bem em falta no mundo pop ultimamente…

O clipe é tipo uma continuação de “Perfect Illusion” e eu entendi que Gaga quis passar que depois de toda aquela explosão, veio o choque de realidade e, com ele, a depressão. Tenso, né?

Mas digam aí, o que vocês acharam das músicas? Qual das duas divas do pop se saiu melhor nas novidades?

 

Por hoje é isso e keep exploring!

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